Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • Um ataque russo massivo a Kiev resultou na morte de pelo menos 14 pessoas e feriu 117. Este foi um dos maiores ataques desde o início da invasão russa, utilizando drones e mísseis. O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, descreveu os ataques como “terrorismo puro” e pediu ao Ocidente uma resposta apropriada para enfrentar esta agressão. As autoridades ucranianas confirmaram a morte de um cidadão norte-americano entre os atingidos.
    • A Ucrânia acusou a Rússia de realizar o ataque durante a reunião do G7, com o objetivo de fazer os líderes do grupo parecerem fracos. O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia condenou o ataque e afirmou que demonstrava o desrespeito de Vladimir Putin pelos esforços internacionais de paz, especialmente os dos Estados Unidos. O ministro ucraniano dos Negócios Estrangeiros, Andrii Sybiha, acusou Putin de desrespeitar os Estados Unidos e os outros parceiros ao atacar Kiev durante a cimeira.
    • O ministro dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia aconselhou os seus cidadãos a deixarem o Irão e Israel devido à degradação da situação de segurança no Médio Oriente. Esta recomendação sublinha as preocupações ucranianas com a crescente instabilidade na região e a necessidade de garantir a segurança dos seus nacionais nestes países.
    • O Reino Unido implementou novas sanções contra a Rússia, com o objetivo de reduzir as receitas energéticas russas e diminuir a sua capacidade de financiar a guerra na Ucrânia. Estas sanções incluem designações de novos indivíduos e especificações de navios, reforçando o regime de sanções. A Comissão Europeia propôs ainda o fim gradual das importações de gás russo até 2027, como parte de uma estratégia para reduzir a dependência energética da União Europeia em relação à Rússia.

    [A polícia é chamada a uma casa após uma queixa por ruído. Quando chegam, os agentes encontram uma festa de aniversário de arromba. Mas o aniversariante, José Valbom, desapareceu. “O Zé faz 25” é o primeiro podcast de ficção do Observador, co-produzido pela Coyote Vadio e com as vozes de Tiago Teotónio Pereira, Sara Matos, Madalena Almeida, Cristovão Campos, Vicente Wallenstein, Beatriz Godinho, José Raposo e Carla Maciel. Pode ouvir o 5.º episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E o primeiro episódio aqui, o segundo aqui, o terceiro aqui e o quarto aqui]

  • Bom dia.

    Encerramos aqui este liveblog. Pode continuar a acompanhar os acontecimentos mais recentes da guerra entre Rússia e Ucrânia, neste outro artigo em direto.

    Número de mortos no ataque a Kiev sobe para 21. Zelensky abandona Canadá mais cedo

  • Número de mortos no ataque russo a Kiev sobe para 14. Há ainda 117 feridos

    O número de mortos no ataque russo a Kiev subiu para 14, informou o Serviço Estatal de Emergências numa atualização feita no Telegram.

    Há ainda 117 feridos pelos bombardeamentos à capital ucraniana, informam os serviços.

  • "Solidários com os ucranianos". Macron demonstra apoio à Ucrânia durante o encontro com Zelensky e depois do ataque russo a Kiev

    O Presidente francês, Emmanuel Macron, disse que os franceses estavam “solidários com os ucranianos depois dos ataques massivos da Rússia da noite passada” nas redes sociais, partilhando um vídeo do seu encontro com Zelensky no G7.

    “Determinado a aumentar a pressão sobre a Rússia para que aceite o cessar-fogo imediato e incondicional a que a Ucrânia está disposta”, escreveu ainda Macron.

  • Cidadão norte-americano entre os mortos em Kiev, confirma a Casa Branca

    A Casa Branca confirmou que uma das vítimas mortais do ataque russo a Kiev era um cidadão norte-americano numa conferência de imprensa dada pela porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Tammy Bruce.

    “Estamos cientes do ataque de ontem à noite em Kiev, que resultou em numerosas vítimas, incluindo a trágica morte de um cidadão dos EUA. Condenamos esses ataques e apresentamos as nossas mais profundas condolências às vítimas e às famílias de todas as pessoas afetadas”, disse Bruce na conferência, citada pela Reuters.

  • Comissão Europeia propõe proibição gradual das importações de gás natural russo até 2027

    A Comissão Europeia fez uma proposta legislativa esta terça-feira com vista à proibição gradual da importação de gás e gás natural liquefeito russos até 2027.

    No comunicado sobre a proposta disponível no site, lê-se que a Comissão pretende “acabar com a exposição da UE a riscos de segurança económica e de mercado devido à dependência dos combustíveis fósseis russos”.

    “A Rússia tem tentado repetidamente chantagear-nos, armando os seus fornecimentos de energia. Tomámos medidas claras para fechar a torneira e acabar de vez com a era dos combustíveis fósseis russos na Europa”, disse a presidente da Comissão, Ursula von der Leyen, em declarações citadas no site.

    A proposta, disponível no site da União Europeia, implica proibições de novos contratos de fornecimento de gás a partir de 1 de janeiro de 2026 e um fim aos atuais contratos até ao fim de 2027.

  • Ataque desta noite foi "dos maiores durante a invasão" russa e serviu para fazer líderes do G7 "parecerem fracos", diz Ucrânia

    O ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia afirmou que o ataque realizado pela Rússia durante a noite desta terça-feira foi “um dos maiores durante a invasão” russa, tendo sido usados ” 440 drones e 32 mísseis”.

    Num comunicado publicado no site, o Ministério acusou ainda Putin de ter ordenado o bombardeamento durante a reunião do G7 para fazer os líderes do grupo “parecerem fracos”.

    “Ele está a demonstrar deliberadamente o seu total desrespeito pelos esforços internacionais de paz, especialmente os dos Estados Unidos”, lê-se ainda.

  • "Rede obscura de empresas de fachada". Novas sanções britânicas visam cidadãos acusados de transferir tecnologia para a Rússia

    As novas sanções britânicas apresentadas esta terça-feira têm como alvo dois cidadãos da Polónia e da Ucrânia residentes no Reino Unido acusados de transferência de tecnologia de ponta para a Rússia, informa a Reuters, citando o gabinete do primeiro-ministro britânico, Keir Starmer.

    As duas pessoas visadas terão montado “uma rede obscura de empresas de fachada” para transferir tecnologia avançada, incluindo componentes microeletrónicos, com um valor que se aproxima dos 105 milhões de euros.

  • Governo ucraniano revê número de vítimas em ataques russos a Kiev. Há 10 mortos, diz ministro da Administração Interna

    O ministro ucraniano da Administração Interna, Ihor Klymenko, reviu o número de mortos no ataque feito pela Rússia a Kiev esta terça-feira.

    Antes, o número avançado pela Sky News e citado neste liveblog era de 19 mortos, citando os valores avançados por várias autoridades ucranianas.

    “Infelizmente, as informações operacionais são frequentemente sujeitas a correções”, esclareceu o ministro numa publicação da rede social Telegram.

    “Durante as operações de busca e salvamento, podem ser encontradas partes de corpos que foram inicialmente registadas como vítimas separadas. A confirmação final é dada por peritos forenses após análise num laboratório móvel de ADN”, acrescentou.

  • O que aconteceu até agora

    • O Reino Unido anunciou novas sanções contra a Rússia, adicionando dez novas designações e 20 novas especificações de navios ao regime de sanções. O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou que as novas medidas visam reduzir as receitas energéticas da Rússia e diminuir os fundos que podem ser usados na guerra. Os britânicos já sancionaram mais de 2300 indivíduos, entidades e navios desde o início da invasão da Ucrânia em 2022.
    • A Coreia do Norte planeia enviar sapadores e trabalhadores militares para ajudar na reconstrução da região russa de Kursk, após incursões ucranianas. Sergei Shoigu, responsável pela segurança russa, informou que mil sapadores e 5000 trabalhadores da construção militar norte-coreanos participarão neste esforço de reconstrução.
    • Um ataque russo “massivo” em Kiev resultou em 19 mortos e 114 feridos. As forças russas realizaram um ataque de quase nove horas, utilizando drones e mísseis de cruzeiro e balísticos. O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, condenou os ataques como “terrorismo puro” e apelou a uma resposta apropriada do Ocidente.
    • O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia aconselhou os cidadãos ucranianos a saírem do Irão e de Israel devido à deterioração da situação de segurança no Médio Oriente. Esta recomendação surge em resposta ao aumento das tensões na região.

  • Kiev pede aos cidadãos ucranianos para saírem do Irão e de Israel devido ao conflito no Médio Oriente

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Ucrânia aconselhou os cidadãos ucranianos que estão no Médio Oriente a saírem do Irão e de Israel.

    “Devido à deterioração significativa da situação de segurança no Médio Oriente, o Ministério dos Negócios Estrangeiros recomenda fortemente que os cidadãos ucranianos deixem o território do Estado de Israel e da República Islâmica do Irão o mais rápido possível até que a situação na região se estabilize”, pode ler-se em comunicado, citado pela Al Jazeera.

  • Coreia do Norte vai enviar trabalhadores militares para Kursk com o objetivo de ajudar na reconstrução da região russa

    A Coreia do Norte vai enviar sapadores e trabalhadores militares para reconstruir a região russa de Kursk, escreve a Sky News, que cita o responsável russo pela segurança, Sergei Shoigu.

    De acordo com Shoigu, os norte-coreanos vão enviar mil sapadores e 5000 trabalhadores da construção militar para a região russa de Kursk, com o objetivo de ajudar na reconstrução após a incursão ucraniana.

  • Sobe para 19 o número de mortos no ataque "massivo" a Kiev

    Subiu para 19 o número de vítimas mortais na sequência do ataque que as tropas russas realizaram na última madrugada em Kiev, avançou o chefe da administração militar da capital, citado pela Sky News.

    Antes deste novo balanço, o número de vítimas mortais fixava-se em 15 e contavam-se 114 feridos, como o Observador deu conta neste mesmo liveblog.

  • EUA suspenderam trabalho de um grupo que desenvolvia estratégias para pressionar a Rússia a acelerar as negociações de paz

    Os Estados Unidos suspenderam o trabalho de um grupo interinstitucional que desenvolvia estratégias para pressionar a Rússia a acelerar as negociações de paz com a Ucrânia, avança a agência Reuters.

    De acordo com a mesma fonte, o esforço, que foi estabelecido no início da primavera, perdeu força em maio, quando ficou cada vez mais claro para os participantes que a administração Trump não estava interessada em adotar uma postura mais dura em relação às ações de Moscovo.

  • Não há planos para uma nova ronda de negociações entre Kiev e Moscovo, diz Kremlin

    O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, informou, esta terça-feira, que atualmente não há “nenhum entendimento” sobre a próxima ronda de negociações entre a Rússia e a Ucrânia, de acordo com a agência TASS.

    As delegações de Moscovo e Kiev reuniram-se duas vezes este ano para negociações diretas em Istambul.

    As negociações têm sido dificultadas por posições incompatíveis dos dois lados: Putin exige concessões territoriais, enquanto Zelensky procura um cessar-fogo e garantias de segurança sem abrir mão da soberania.

  • Reino Unido anuncia novas sanções contra a Rússia

    O Reino Unido adicionou, esta terça-feira, dez novas designações e 20 novas especificações de navios ao regime de sanções contra a Rússia, escreve a Sky News e a agência estatal russa TASS.

    De acordo com a BBC, o primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, afirmou que os aliados do G7 estavam a finalizar as novas medidas na cimeira (que está a decorrer no Canadá) e que iriam “reduzir as receitas energéticas da Rússia e diminuir os fundos que podem investir na sua guerra ilegal”.

    Os britânicos já sancionaram mais de 2300 indivíduos, entidades e navios como parte das sanções contra Moscovo desde o início da invasão da Ucrânia, em fevereiro 2022.

  • Kremlin concorda com Trump sobre a saída da Rússia do G8

    O Kremlin defendeu, esta terça-feira, a posição do Presidente norte-americano, Donald Trump, de que tinha sido um erro expulsar a Rússia do G8, relatou a agência estatal russa TASS.

    Trump tinha dito que expulsar a Rússia do grupo, em 2014, foi um “grande erro” e que Moscovo não teria invadido a Ucrânia se Vladimir Putin não tivesse sido expulso.

    O porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, afirmou que Moscovo estava de acordo com a opinião do Presidente norte-americano, acrescentando que o atual grupo G7 “perdeu o significado prático” e “parece bastante inútil”.

  • Rússia confirma ataques nas regiões de Kiev e Zaporíjia

    A Rússia confirmou, esta terça-feira, os ataques realizados contra alvos militares em Kiev e Zaporíjia, escreve agência estatal TASS, que cita o Ministério da Defesa russo.

    O ministério revelou que as suas forças realizaram “ataques de alta precisão contra alvos militares”.

  • "A pressão deve aumentar". Ministério da Defesa ucraniano pede sanções reforçadas contra a Rússia

    O Ministério da Defesa ucraniano reagiu ao ataque “massivo” em Kiev levado a cabo pelas forças russas na última madrugada. Através de uma publicação na rede social X, o ministro da Defesa, Rustem Umerov, acusa Moscovo de fazer uma “campanha terrorista deliberada contra civis”.

    “A Rússia ataca cidades onde mulheres, idosos e crianças dormem. O alvo não é uma instalação militar — é o medo. Uma sensação de impotência”, afirmou Umerov.

    O ministro ucraniano acrescenta que o mundo “não deve ignorar” o ataque russo. “A pressão deve aumentar e as sanções devem ser reforçadas. O agressor deve sentir o custo dos seus crimes”, disse.

    Na mesma publicação, Rustem Umerov refere ainda que “uma paz justa só virá quando a Rússia pagar por cada ataque a cada prédio residencial, por cada vida perdida”.

  • Sobe para 15 o número de mortos no ataque "massivo" a Kiev. Registados 114 feridos

    O número de mortos no ataque “massivo” em Kiev subiu para 15, avança o The Kyiv Independent. Há também registo de 114 feridos.

    Antes deste novo balanço, o número de vítimas mortais fixava-se em 14 e contavam-se 55 feridos, como o Observador deu conta neste mesmo liveblog.

    As forças de Moscovo realizaram um ataque de quase nove horas, no qual lançaram drones e mísseis de cruzeiro e balísticos na capital da Ucrânia.

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