Momentos-chave
Histórico de atualizações
  • O que se passou até agora

    • No contexto da escalada de tensões na Faixa de Gaza, Donald Trump afirmou que representantes dos Estados Unidos tiveram uma reunião produtiva com autoridades israelitas, resultando na aceitação por parte de Israel das condições para um cessar-fogo de 60 dias. Trump exortou o Hamas a fazer o mesmo, alertando que a situação poderia piorar se o cessar-fogo não fosse aceito.
    • As Forças de Defesa de Israel intensificaram os ataques em Gaza, resultando em um balanço de, pelo menos, 65 vítimas mortais, agravando a já precária situação humanitária na região. Desde o rompimento do cessar-fogo com o Hamas em março, o total de mortos subiu para 6.203, com mais de 21 mil feridos. A violência contínua reforça a necessidade de uma intervenção urgente para evitar mais perdas.
    • Em resposta ao lançamento de um míssil pelos houthis do Iémen com destino ao aeroporto de Ben Gurion, em Israel, as autoridades israelitas intercetaram o projétil com sucesso. Israel prometeu retaliar contra os houthis, afirmando que ações como esta receberiam respostas firmes, aumentando as tensões na região.
    • O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão expressou ceticismo sobre a possibilidade de retomada rápida das negociações com os Estados Unidos sobre o programa nuclear iraniano. O Irão exige garantias de que não haverá novos ataques durante as negociações, enquanto líderes franceses e russos também discutiram a questão, defendendo uma solução diplomática que respeite o Tratado de Não Proliferação das Armas Nucleares.

    [A polícia é chamada a uma casa após uma queixa por ruído. Quando chegam, os agentes encontram uma festa de aniversário de arromba. Mas o aniversariante, José Valbom, desapareceu. “O Zé faz 25” é o primeiro podcast de ficção do Observador, co-produzido pela Coyote Vadio e com as vozes de Tiago Teotónio Pereira, Sara Matos, Madalena Almeida, Cristovão Campos, Vicente Wallenstein, Beatriz Godinho, José Raposo e Carla Maciel. Pode ouvir o 7.º episódio no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube Music. E o primeiro episódio aqui, o segundo aqui, o terceiro aqui, o quarto aqui, o quinto aqui e o sexto aqui]

  • Encerramos aqui o liveblog desta terça-feira sobre o Médio Oriente e a ofensiva israelita na Faixa de Gaza. Pode continuar a acompanhar todos os desenvolvimentos neste novo artigo em direto.

    Afinal, ataque ao Irão atrasou “um a dois anos” o desenvolvimento do seu programa nuclear, diz Pentágono

  • Trump diz que Israel aceitou condições para cessar-fogo de 60 dias em Gaza

    Donald Trump revelou, numa publicação na Truth Social, que Israel aceitou as “condições necessárias” para um acordo de cessar-fogo de 60 dias em Gaza. Na mesma mensagem, deixou um aviso ao Hamas: “Espero, para o bem do Médio Oriente, que o Hamas aceite este acordo, porque a situação não vai melhorar — SÓ VAI PIORAR”.

    Eis a mensagem deixada pelo Presidente norte-americano, na íntegra:

    “Os meus representantes tiveram hoje uma longa e produtiva reunião com os israelitas sobre Gaza. Israel concordou com as condições necessárias para finalizar o cessar-fogo de 60 dias, período durante o qual trabalharemos com todas as partes para pôr fim à guerra. Os cataris e os egípcios, que trabalharam arduamente para ajudar a instaurar a paz, apresentarão esta proposta final. Espero, para o bem do Médio Oriente, que o Hamas aceite este acordo, porque a situação não vai melhorar – SÓ VAI PIORAR.”

  • Míssil houthi tinha como alvo o aeroporto israelita Ben Gurion, diz porta-voz

    O míssil lançado pelos houthi do Iémen e intercetado pelas forlças israelitas esta terça-feira tinha como alvo o aeroporto internacional Ben Gurion, em Israel, afirmou o porta-voz Yahya Saree no Telegram.

    Saree afirmou que as forças israelitas fizeram “uma operação militar qualitativa” direcionada ao aeroporto com um míssil balístico “hipersónico”.

    “Continuaremos até que a agressão contra Gaza cesse e o cerco seja levantado”, proclamou ainda o porta-voz.

  • IDF emitem aviso de evacuação para zonas de Khan Younis, em Gaza

    As forças armadas israelitas (IDF, na sigla inglesa) emitiram um aviso de evacuação para várias zonas da cidade de Khan Younis, na Faixa de Gaza.

    O aviso foi emitido pelo porta-voz em árabe das IDF, Avichay Adraee, na rede social X.

    “As Forças de Defesa estão a trabalhar de forma muito agressiva para destruir as organizações terroristas na zona e atacarão qualquer área utilizada para lançar rockets”, lê-se no aviso, que pede aos habitantes para fugirem para norte.

  • Diplomatas negam que Qatar tenha apresentado nova proposta de acordo para libertar reféns

    Dois diplomatas árabes negam as informações, atribuídas a autoridades israelitas e veiculadas pela imprensa hebraica, que alegavam que o Qatar tinha apresentado uma nova proposta para um acordo de libertação de reféns.

    Ao The Times of Israel, os diplomatas, cuja identidade não é revelada, avançaram que ainda aguardam por uma resposta por parte de Israel à proposta que foi feita há duas semanas.

  • "O destino do Iémen é o mesmo que o de Teerão". Ministro da Defesa de Israel promete responder a ataque dos houthis

    Israel Katz, ministro da Defesa israelita, prometeu responder ao míssel lançado pelos houthis do Iémen esta terça-feira, numa publicado na rede social X.

    “O destino do Iémen é o mesmo que o de Teerão”, escreveu Katz na publicação.

    “Depois de atingirmos a cabeça da serpente em Teerão, atacaremos também os Houthis no Iémen. Quem quer que levante uma mão contra Israel, essa mão será cortada”, acrescentou.

  • Ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão alerta para "abordagem destrutiva" de vários países europeus

    Durante uma chamada com Kaja Kallas, chefe da diplomacia da União Europeia, Abbas Aragchi, ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão, alertou para a “abordagem destrutiva” que considera que vários países europeus adotaram.

    Numa publicação feita no Telegram, segundo a agência Reuters, Aragchi criticou também a posição adotada por países europeus quanto ao conflito entre Israel e o Irão, dizendo que apoiaram Israel e os Estados Unidos. O governante iraniano não especificou a que países se referia.

    Por sua vez, Kaja Kallas escreveu na rede social X após o telefonema que transmitiu a Abbas Aragchi que “as negociações sobre o fim do programa nuclear iraniano devem ser retomadas o mais rapidamente possível”. “A cooperação com a Agência Internacional de Energia Atómica deve ser retomada. A UE está pronta para facilitar [as negociações”, acrescentou.

  • Israel diz ter intercetado míssil lançado a partir do Iémen

    O exército israelita diz que a Força Aérea conseguiu intercetar o míssil que foi lançado a partir do Iémen. Não há qualquer registo de vítimas ou danos, escreve o The Times of Israel.

  • Sirenes soam em Telavive, Jerusalém e Cisjordânia após lançamento de míssil do Iémen

    Em Telavive, Jerusalém e na Cisjordânia, ouvem-se sirenes e a população está a ser aconselhada a dirigir-se aos abrigos.

    Segundo a imprensa israelita, as Forças de Defesa de Israel disseram que as sirenes foram ativadas após o lançamento de um míssil por parte dos houthis, do Iémen.

    *Com João Porfírio, enviado especial do Observador a Israel

  • Macron e Putin falaram ao telefone sobre o programa nuclear iraniano

    Os Presidentes de França e da Rússia, Emmanuel Macron e Vladimir Putin, falaram ao telefone pela primeira vez desde 2022, segundo dois comunicados de cada lado, citados no site do Kremlin e do Palácio do Eliseu.

    Para além de questões ligadas à Guerra na Ucrânia, Putin e Macron discutiram o programa nuclear do Irão, com ambos a sublinhar o papel de ambos os países nesta questão enquanto membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU.

    Ambos também concordaram que o Irão deve respeitar o Tratado de Não Proliferação das Armas Nucleares e deixar os inspetores da Agência Internacional da Energia Atómica no país.

    No entanto, no comunicado do Kremlin lê-se que ambos os líderes assinalaram o “direito legítimo de Teerão de desenvolver energia nuclear para fins pacíficos”, algo que não se lê no texto emitido pelo Palácio do Eliseu.

    Mesmo assim, ambos concordaram que uma solução para a questão nuclear iraniana deve ser atingida forma “diplomática”, com França a esperar que esta “permita resolver de forma duradoura e exigente” esta situação.

  • Soldados israelitas atacados no sul de Gaza pela Jihad Islâmica

    As Brigadas Al-Quds, braço militar da Jihad Islâmica, afirmaram que as suas forças dispararam, esta terça-feira, granadas de morteiro contra soldados e veículos israelitas estacionados a norte de Khan Younis, no sul da Faixa de Gaza.

  • Ataque israelita no bairro de Zeitoun faz, pelo menos, oito mortos

    Pelo menos oito pessoas morreram no ataque que o exército de Israel realizou esta terça-feira no bairro de Zeitoun, em Gaza, segundo uma fonte do hospital árabe Al-Ahli.

    Anteriormente, o Observador deu conta, neste mesmo liveblog, que este ataque tinha feito um morto.

  • Cessar-fogo à vista na Faixa de Gaza?

    Vítor Gabriel Oliveira afirma que há bons indícios para uma trégua no Médio Oriente, mas reconhece que com Trump tudo pode acontecer. Na Ucrânia, garante que a Rússia continua a pressionar.

    Ouça aqui o novo episódio do “Gabinete de Guerra” da Rádio Observador.

    Cessar-fogo à vista na Faixa de Gaza?

  • Berlim convoca embaixador iraniano por suposta de espionagem contra judeus

    O Ministério dos Negócios Estrangeiros alemão afirmou, esta terça-feira, ter convocado o embaixador iraniano em Berlim após um homem ter sido preso sob suspeita de espionagem contra judeus na Alemanha.

    “Não toleraremos qualquer ameaça à vida judaica na Alemanha”, afirmou o ministério numa publicação na rede social X, acrescentando que as alegações precisam de ser “investigadas minuciosamente”.

    A embaixada iraniana negou, entretanto, qualquer conspiração deste tipo.

  • Israel obriga palestinianos a demolirem a própria casa em Jerusalém Oriental

    As autoridades israelitas obrigaram uma família palestiniana em Jerusalém Oriental a demolir a própria casa em Silwan, a sul da mesquita de Al-Aqsa. De acordo com a Al Jazeera, a casa foi construída há cinco anos e abrigava sete pessoas.

    De acordo com a Comissão de Resistência à Colonização, as autoridades israelitas realizaram 23 operações de demolição na região de Jerusalém durante o mês de maio.

  • Ataques israelitas provocam 65 vítimas mortais em Gaza desde o amanhecer

    Pelo menos 65 pessoas morreram na sequência dos ataques das Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) na Faixa de Gaza, relata a Al Jazeera, que cita o Ministério da Saúde do enclave.

    Antes deste novo balanço, o número de vítimas mortais fixava-se em 51, como o Observador deu conta neste mesmo liveblog.

  • 82% da Faixa de Gaza está sob ordens de evacuação israelitas

    Mais de 82% da área total da Faixa de Gaza está atualmente sob ordens de evacuação forçada de Israel e as pessoas não têm para onde ir, relata a agência da ONU para os refugiados palestinianos (UNRWA).

    Na rede social X, a organização afirmou que o exército israelita atacou mais uma das escolas transformadas em abrigos para palestinianos deslocados em Gaza na manhã desta segunda-feira.

  • Trump espera alcançar um cessar-fogo na Faixa de Gaza "na próxima semana"

    O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou esta terça-feira que espera que um cessar-fogo em Gaza seja alcançado “nalgum momento da próxima semana”, no âmbito da visita de Netanyahu à Casa Branca.

    Trump disse, também, que irá ser “muito firme” quando discutir Gaza e “o grande sucesso que tivemos com o Irão” com o primeiro-ministro israelita.

    “Queremos recuperar os reféns”, concluiu, citado pelo Times of Israel.

  • Mais de 50 mortos nos ataques israelitas desta manhã

    Pelo menos 51 pessoas morreram nos ataques levados a cabo pelas Forças de Defesa de Israel (IDF, na sigla em inglês) na Faixa de Gaza, relata a Al Jazeera, que cita o Ministério da Saúde do enclave.

    Antes deste novo balanço, o número de vítimas mortais fixava-se em 31, como o Observador deu conta neste mesmo liveblog.

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