Momentos-chave
- O que se passou até agora
- Witkoff anuncia "grande reunião" na Casa Branca sobre o futuro de Gaza
- Médicos Sem Fronteiras suspendem distribuição de água em Gaza
- "Não tem sentido." Hamas recusa justificações de Israel sobre ataque contra hospital Nasser
- Dezenas de milhares protestam em Telavive contra ofensiva em Gaza
- Sofia Aparício diz estar pronta "para todos os cenários" na viagem e diz ter mais medo da atual situação em Gaza
- Hospital Nasser "rejeita categoricamente" alegações israelitas de câmara montada pelo Hamas no edifício
- IDF dizem que "investigação inicial" ao ataque ao Hospital Nasser mostrou que tropas israelitas detetaram câmara "posicionada pelo Hamas"
- Enviado dos EUA pede a jornalistas libaneses para agirem "de forma civilizada", não "animalesca". Presidência libanesa pediu desculpa
- Rangel diz que BE não fez nada sobre a Palestina durante a geringonça. "Ninguém fez mais pela causa dos dois Estados do que este Governo"
- Trump é "melhor amigo" de Israel, diz porta-voz
- Ataque a hospital em Gaza é "completamente inaceitável", diz porta-voz da União Europeia
- Dinamarca não exclui reconhecimento do Estado da Palestina, desde que seja democrático
- Ataque israelita em Ramallah faz, pelo menos, 14 feridos
- Mais de 200 antigos embaixadores e oficiais europeus assinam carta conjunta a pedir "ação urgente" da UE em Gaza e na Cisjordânia
- Qatar condena incursão de Israel em territórios da Síria
- Pelo menos 75 palestinianos morreram nas últimas 24 horas
- Gabinete de segurança vai reunir-se às 14h para discutir combates em Gaza
- Alemanha não se vai juntar à iniciativa para reconhecer Estado da Palestina, anuncia Merz
- Secretário de Estado do Vaticano surpreendido com o que se passa em Gaza
- Estradas em Israel reabertas após protestos, diz polícia
- Austrália acusa Irão de ataques antissemitas no país e expulsa embaixador
- Mariana Mortágua, Miguel Duarte e Sofia Aparício integram missão humanitária a Gaza
- Reuters e Associated Press exigem "responsabilização urgente e transparente" após morte de jornalistas em Gaza
- Alguns manifestantes lêem nomes dos reféns perto de casas de ministros
- Protestos bloqueiam algumas das principais estradas de Israel
Histórico de atualizações
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Bom dia,
Fica por aqui a cobertura do conflito israelo-palestiniano e do que se passou no Médio Oriente esta terça-feira.
Seguimos agora, a acompanhar todas as as novas atualizações, neste novo liveblog.
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O que se passou até agora
- O enviado especial de Donald Trump, Steve Witkoff, expressou esperança de que os conflitos em Gaza e na Ucrânia terminem ainda este ano, referindo-se ao presidente dos Estados Unidos como o candidato ideal para o Prémio Nobel da Paz devido aos seus esforços nas negociações desses conflitos.
- As tensões no Médio Oriente aumentaram com o ataque israelita ao hospital Nasser em Gaza que resultou em pelo menos 20 mortes, incluindo cinco jornalistas. A União Europeia classificou a ação como “completamente inaceitável”, exigindo uma responsabilização rápida e transparente, enquanto as agências de notícias Associated Press e Reuters pediram uma investigação urgente sobre as mortes dos seus jornalistas.
- Em Israel, houve protestos massivos contra a guerra em Gaza com manifestações bloqueando algumas das principais estradas do país. Organizados por grupos como a “Rebelião Civil”, os manifestantes exigiram o fim do conflito e o retorno dos reféns, refletindo o descontentamento público crescente face à atual situação e ao governo israelita.
- No plano político internacional, a Dinamarca mostrou disponibilidade para reconhecer o Estado da Palestina, sob condição de que esse reconhecimento se baseie na formação de um estado democrático e sustentável. O reconhecimento evitaria a influência do Hamas, enquanto a Alemanha recusou-se a apoiar a iniciativa, indicando que os requisitos para tal ainda não foram cumpridos.
[Meses depois de confessar o crime, o assassino de Sartawi é finalmente julgado. Mas, numa reviravolta, o terrorista do quarto 507 garante que é inocente. Como vai tudo acabar? “1983: Portugal à Queima-Roupa” é a história do ano em que dois grupos terroristas internacionais atacaram em Portugal. Ouça no site do Observador o sexto e último episódio deste Podcast Plus narrado pela atriz Victoria Guerra, com banda sonora original dos Linda Martini. Também o pode escutar na Apple Podcasts, no Spotify e no YoutubeMusic. E ouça o primeiro episódio aqui, o segundo aqui, o terceiro aqui, o quarto aqui e o quinto episódio aqui]
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Witkoff anuncia "grande reunião" na Casa Branca sobre o futuro de Gaza
O enviado especial norte-americano, Steve Witkoff, anunciou hoje que haverá uma “grande reunião” para discutir o futuro da Faixa de Gaza.
Numa entrevista à Fox News, Steve Witkoff disse que a reunião seria liderada por Donald Trump e visa delinear o futuro do enclave palestiniano depois de a guerra contra Israel terminar.
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Médicos Sem Fronteiras suspendem distribuição de água em Gaza
A Organização Não-Governamental (ONG) Médicos Sem Fronteiras (MSF) anunciou hoje ter suspendido a distribuição de água potável em Gaza, após um tiroteio perto de um dos seus pontos de fornecimento, no fim de semana.
A MSF salienta que “ninguém deveria ter de arriscar a vida para obter água”.
“Não podemos aceitar o risco de que os nossos pontos de distribuição de água em camiões se tornem locais de massacre. Devido a este incidente violento, a distribuição de água foi imediatamente suspensa para proteger o pessoal e as comunidades, o que reduziu ainda mais a sua já limitada disponibilidade”, afirmou a responsável pelos projetos da ONG nos territórios palestinianos ocupados, Helen Ottens-Paterson.
A responsável adiantou que “este incidente ocorre apenas dois dias depois” de MSF ter publicado um vídeo “que mostrava como a população de Gaza está a ser deliberadamente privada de água”.
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"Não tem sentido." Hamas recusa justificações de Israel sobre ataque contra hospital Nasser
O grupo islâmico Hamas recusou hoje as justificações de Israel em relação ao ataque contra o hospital Nasser, na Faixa de Gaza.
Israel “tentou justificar este crime ao criar uma desculpa falsa de que teria atacado uma ‘câmara’ que pertencia” a militantes do Hamas.
Para o Hamas, esta alegação “não tem sentido, não está sustentada e está destinada a fugir à responsabilidade legal e moral para um massacre”.
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Dezenas de milhares protestam em Telavive contra ofensiva em Gaza
Dezenas de milhares de pessoas concentraram-se hoje na Praça dos Reféns de Telavive e nas ruas próximas, repletas pelas multidões, numa manifestação massiva contra a guerra em Gaza que encerrou um dia nacional de protestos.
Imagens difundidas nas redes sociais e uma transmissão ao vivo pelo Fórum das Famílias de Reféns e Desaparecidos – que representa a maioria dos familiares dos sequestrados – mostram manifestantes carregando cartazes com fotos dos reféns, além de bandeiras israelitas e amarelas, estas últimas em apoio aos cativos.
Vários familiares dos raptados intervieram no palco, incluindo Noam Perry, cujo pai, Haim Perry, foi raptado pelo Hamas a 7 de outubro de 2023 e morreu em cativeiro aos 79 anos.
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Macron responde por carta a Netanyahu e diz que "antissemitismo não deve ser tema de instrumentalização"
O Presidente francês, Emmanuel Macron, respondeu por carta às criticas do primeiro-ministro israelita, Benjamin Netanyahu, de que estaria a “alimentar a chama do antisemitismo” feitas este mês.
“A luta contra o antissemitismo não pode ser um tema de instrumentalização e não pode alimentar qualquer desacordo entre Israel e a França”, escreveu Macron na missiva a que o Le Monde teve acesso.
“Estas acusações de inação diante de um flagelo que combatemos com todas as nossas forças são inaceitáveis e ofendem toda a França”, sublinhou ainda.
Macron lembrou ainda da cerimónia de 2017, que contou com a participação do israelita, em que França adotou a definição de antissemitismo da Aliança Internacional de Memória do Holocausto (IHRA, na sigla inglesa), que equipara o antissionismo com o antissemitismo.
“Mas a definição da IHRA não pode isentar Israel das políticas que conduz atualmente em Gaza e no resto dos territórios palestinianos”, sublinhou o Presidente apontando que “a ocupação de Gaza, a deslocação forçada dos palestinianos, a sua redução à fome, a desumanização odiosa dos discursos, a anexação da Cisjordânia, nunca proporcionarão uma vitória a Israel”.
“Pelo contrário, irão reforçar o isolamento do vosso país, alimentar aqueles que nisso encontram um pretexto para o antissemitismo e colocar em perigo as comunidades judaicas em todo o mundo”, acrescentou.
“A nossa determinação em que o povo palestiniano tenha um Estado está enraizada na nossa convicção de que uma paz duradoura é essencial para a segurança do Estado de Israel”, defendeu ainda, avisando que este estado deve significar “o desaparecimento do Hamas”.
“É por isso, senhor primeiro-ministro, que lhe apelo solenemente a sair da corrida mortal e ilegal para uma guerra permanente em Gaza, que expõe o seu país à indignidade e o seu povo a um beco sem saída, a cessar a recolonização ilegal e injustificável da Cisjordânia e a aceitar a mão estendida dos parceiros internacionais dispostos a trabalhar por um futuro de paz, segurança e prosperidade para Israel e para a região”, concluiu Macron.
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Enviado especial de Trump espera que guerra em Gaza "termine este ano". E defende que Presidente dos EUA deve ganhar Nobel da Paz
O enviado especial de Trump, Steve Witkoff, disse hoje que espera que os conflitos na Ucrânia e em Gaza “termine este ano”.
Numa reunião com vários membros da administração Trump, Steve Witkoff elogiou a atuação do Presidente norte-americano.
Além disso, Steve Witkoff defendeu que o Comité Nobel devia entender que Donald Trump é a pessoa ideal para vencer o Prémio Nobel da Paz.
“Espero que o Comité finalmente entenda que o melhor candidato ao Prémio Nobel da Paz é o Presidente”, frisou Steve Witkoff, defendendo Donald Trump como a personalidade “mais adequada desde sempre” para vencer o galardão.
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Sofia Aparício diz estar pronta "para todos os cenários" na viagem e diz ter mais medo da atual situação em Gaza
Em entrevista à CNN Portugal, a atriz Sofia Aparício falou sobre a sua participação na próxima missão da Flotilha Humanitária, dizendo estar pronta para o que possa acontecer na viagem e contando que as imagens da situação em Gaza “que vê na televisão” levaram-na a avançar na viagem humanitária para entregar comida e medicamentos
Aparício diz que, apesar de existir há vários anos, esta missão “é a maior de todas”.
“Vamos ser dezenas de barcos, centenas de nacionalidades. Temos mesmo esperança que desta vez vamos conseguir entregar os medicamentos e comida que levamos”, disse a atriz, que acredita não estarem a fazer “nada de ilegal” e que este tipo de ações está protegida pelo direito internacional.
Questionada sobre se está pronta para ser deportada para Israel, tal como aconteceu com outros ativistas noutras missões, Sofia Aparício disse que julga “que sim”, mas que só se sabe essas coisas “quando acontecem”.
“Estou preparada para todos os cenários, não foi uma decisão tomada de ânimo leve, demorei alguns dias”, assegurou, revelando ainda que, para ela, “andar de barco é uma tortura” e que “preferia mil vezes andar de avião”.
“Eu tenho algum receio, mas tenho muito mais medo do que pode acontecer se Israel continuar a cometer crimes atrás de crimes e sair impune”, acrescentou.
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Mortágua diz que Governo tem obrigação de garantir segurança de Flotilha Humanitária
A coordenadora do BE defendeu hoje que o Governo português tem a obrigação legal e moral de usar “todos os instrumentos” para garantir que a Flotilha Humanitária “chega a Gaza em segurança e consegue entregar ajuda humanitária” na Palestina.
Numa conferência de imprensa no parlamento sobre a Flotilha Humanitária que integra e que parte esta semana para Gaza, visando entregar ajuda à população e romper o cerco israelita, Mariana Mortágua garantiu que os três participantes portugueses (a própria, a atriz Sofia Aparício e o ativista Miguel Duarte) enviaram uma comunicação ao Ministério dos Negócios Estrangeiros com as “informações essenciais” sobre esta missão, defendendo que Portugal deve garantir a segurança de quem a integra.
“Entendemos que esta é uma missão legal e ao abrigo do direito internacional, e entendemos que o Governo português (…) tem a obrigação moral, mas também legal, de usar todos os esforços e todos os instrumentos para garantir que estes barcos chegam em segurança e conseguem entregar ajuda humanitária em Gaza”, disse.
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Festa do Avante com foco na paz e solidariedade com a Palestina
A Festa do Avante, que se realiza entre 05 e 07 de setembro no Seixal, vai ter como foco a paz e a solidariedade com a Palestina, com peças de teatro, concertos e debates ligados à temática, além da defesa da Constituição.
Alexandre Araújo, membro da Comissão Política do Comité Central do PCP, frisou que, a nível internacional, a situação na Palestina vai ser “a questão de maior destaque” na festa e estará presente seja na decoração da Quinta da Atalaia, em momentos de solidariedade e em várias iniciativas do certame.
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Mais de 200 ex-embaixadores “dececionados” com inação da UE perante ofensiva israelita
Um total de 209 antigos embaixadores e funcionários de instituições europeias expressaram hoje “profunda deceção” com a União Europeia (UE) perante a ofensiva israelita em Gaza e apelaram aos ministros da diplomacia a “implementação imediata” de medidas contra Telavive.
“Expressamos a nossa profunda deceção com uma situação que se está a deteriorar, sem quaisquer medidas substanciais por parte da UE para pressionar Israel a acabar com esta guerra brutal”, dá conta uma carta divulgada hoje, com um apelo.
De acordo com uma carta endereçada às principais instituições europeias (Comissão Europeia, Parlamento Europeu, Conselho da União Europeia e Conselho Europeu), os 209 antigos embaixadores, maioritariamente da Alemanha, Itália e França, pediram a “implementação imediata” de medidas contra as ações israelitas na Faixa de Gaza e na Cisjordânia, territórios palestinianos ocupados por Israel.
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Hospital Nasser "rejeita categoricamente" alegações israelitas de câmara montada pelo Hamas no edifício
O Hospital Nasser, num comunicado citado pela Sky News, “rejeitou categoricamente” as alegações israelitas de que tinha sido montada uma câmara para vigiar as IDF e que seis dos mortos eram “terroristas” do Hamas.
No comunicado, o hospital rejeitou mesmo “quaisquer alegações feitas pelas autoridades israelitas para para justificar ataques às instalações hospitalares” .
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Ex-líder rebelde e atual Presidente sírio diz-se “a maior vítima” do Estado Islâmico
O ex-líder rebelde e atual Presidente sírio, Ahmad al-Sharaa, descreveu-se hoje como “a maior vítima” do grupo terrorista Estado Islâmico, ao qual esteve filiado antes de comandar a operação que depôs o regime de Bashar al-Assad.
Em conferência de imprensa em Damasco, al-Sharaa justificou que milhares de membros do seu grupo foram mortos em combates na Síria contra o Estado Islâmico, referindo-se à Organização para a Libertação do Levante (Tahrir al-Sham), que fundou após se desligar dos grupos terroristas.
Anteriormente, o atual líder das autoridades de Damasco criou a Frente al-Nusra, em plena guerra civil síria, que foi afiliada em momentos separados do Estado Islâmico e da al-Qaeda e que continuam ativas no país e na região.
Hoje, afastou-se mais uma vez do terrorismo, ao comentar que “todas as ideologias nacionalistas e islâmicas falharam na região”, realçando que não mantém igualmente ligações à Irmandade Muçulmana, segundo relata o jornal An Nahar, do Koweit, e a agência Europa Press.
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IDF dizem que "investigação inicial" ao ataque ao Hospital Nasser mostrou que tropas israelitas detetaram câmara "posicionada pelo Hamas"
As forças armadas israelitas (IDF, na sigla em inglês) revelaram na rede social X que a investigação inicial ao ataque que fizeram ao Hospital Nasser mostrou que as suas tropas teriam detetado uma “câmara posicionada pelo Hamas na área do Hospital Nasser, que estava a ser usada para observar a atividade das tropas das IDF, com o objetivo de direcionar atividades terroristas contra elas”
“Esta conclusão foi ainda corroborada, entre outras razões, pela utilização militar documentada de hospitais por parte das organizações terroristas ao longo da guerra e por informações dos serviços secretos que confirmam a utilização do Hospital Nasser pelo Hamas para levar a cabo atividades terroristas desde o início da guerra”, acusam ainda
“À luz disso, as tropas agiram para eliminar a ameaça, atacando e desmantelando a câmara, e a investigação revelou que as tropas agiram para eliminar a ameaça”, lê-se ainda.
O ataque ao hospital na Faixa de Gaza matou pelo menos 20 pessoas no hospital, incluindo cinco jornalistas que trabalhavam para uma série de órgãos de comunicação social. Segundo as IDF, seis destes 20 mortos “eram terroristas, um dos quais participou na infiltração em território israelita a 7 de outubro [de 2023]”.
“Ao mesmo tempo, o Chefe do Estado-Maior lamenta qualquer dano causado a civis”, dizem ainda na publicação no X.
An initial inquiry regarding the strike on the observation camera at the Nasser Hospital in Khan Yunis, which occurred yesterday (Monday), August 25th, 2025, was presented to the Chief of the General Staff, LTG Eyal Zamir, by the Commander of the Southern Command, MG Yaniv Asor,… pic.twitter.com/CEf7fmaB2r
— Israel Defense Forces (@IDF) August 26, 2025
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Enviado dos EUA pede a jornalistas libaneses para agirem "de forma civilizada", não "animalesca". Presidência libanesa pediu desculpa
O enviado dos EUA na Síria, Tom Barrack, criticou os jornalistas libaneses numa conferência de imprensa dada depois de uma reunião com o Presidente do Líbano, Joseph Aoun.
Perante as várias perguntas dos repórteres locais, Barrack decidiu comentar sobre a própria atitude dos presentes.
“Fiquem em silêncio por um momento. E quero dizer-vos uma coisa: no momento em que isto começar a ficar caótico, animalesco, nós vamos embora”, disse o enviado.
“Então, se querem saber o que está a acontecer, ajam de forma civilizada, ajam com gentileza, ajam com tolerância, porque esse é o problema com o que está a acontecer na região”, acrescentou.
WATCH: US Envoy Tom Barrack tells Lebanese journalists to “act civilized, not animalistic,” adding:
“This is the problem with the region.” pic.twitter.com/esWPVmdrjf
— Clash Report (@clashreport) August 26, 2025
Em resposta, a Presidência do Líbano, num comunicado citado pelo Times of Israel, “lamentou as palavras que foram proferidas por engano por um dos seus convidados no palco hoje”.
“Gostaríamos de enfatizar o nosso total apreço por todos os jornalistas e representantes dos media”, disse ainda no comunicado.
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Rangel diz que BE não fez nada sobre a Palestina durante a geringonça. "Ninguém fez mais pela causa dos dois Estados do que este Governo"
O ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Rangel, no seu discurso na Universidade de Verão do PSD, deu como exemplo de populismos a posição da esquerda radical sobre a Palestina. “O PCP e o Bloco de Esquerda estiveram seis anos influência determinante sobre o PS e não fizeram nada. Ninguém fez mais pela causa dos dois Estados que este Governo”, diz o ministro.
Para Rangel considera injusto que aqueles que “quando lá estiveram não intervieram”, agora acusem o Governo, o primeiro-ministro e o ministro dos Negócios Estrangeiros “como se fossem cúmplices de genocídio”. Porque esses, garante Rangel, “o que estão a fazer agora é que estão a fazer trabalho sério, que os outros nunca fizeram”.
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Trump é "melhor amigo" de Israel, diz porta-voz
O porta-voz do governo israelita, David Mencer, disse que o Presidente dos EUA, Donald Trump, era o “melhor amigo” de Israel, comentando sobre os apelos do líder para acabar com a guerra e que não estava satisfeito com o ataque ao hospital Nasser.
Segundo Mencer, Israel também queria que a guerra acabasse rápido e garantiu que ambos os países têm estado em “contacto extremamente próximo”.
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Manifestantes voltam a bloquear autoestradas, exigindo o fim da guerra
Os manifestantes voltaram a bloquear estradas em Israel. Segundo o jornal Haaretz, o grupo “Rebelião Civil” está a bloquear a autoestrada 2, que liga Telavive a Haifa.
Os manifestantes gritam pelo “fim da guerra, pelo regresso dos reféns e dos filhos soldados”.
Algumas das principais estradas de Israel foram bloqueadas por manifestantes a partir das 6h29, a hora em que o Hamas iniciou os ataques de 7 de outubro em Israel. Porém, durante a manhã, a polícia israelita anunciou que as estradas tinham sido reabertas.
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Ataque a hospital em Gaza é "completamente inaceitável", diz porta-voz da União Europeia
A União Europeia condena o ataque “completamente inaceitável” feito ontem por Israel contra o hospital Nasser, em que morreram pelo menos 20 pessoas, incluindo cinco jornalistas.
Através de um porta-voz, a União Europeia lembra que “os civis e os jornalistas devem ser protegidos ao abrigo do direito internacional”.
“A UE reitera o seu pedido a Israel para respeitar a lei humanitária internacional e garantir que estes ataques são investigados”, é possível ler. “Têm existido muitas mortes neste conflito”, é notado nesta declaração.
“A UE expressa a sua solidariedade com as famílias das vítimas, com a comunidade de jornalistas e com todos os civis em Gaza que continuam a pagar o preço mais alto.”