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FC Porto, FC Porto e mais um pouco de FC Porto. Mesmo com a Assembleia Geral Extraordinária suspensa (e respetiva proposta de alteração dos Estatutos congelada), a semana voltou a ser marcada pelo quotidiano azul e branco entre capítulos de diferentes índoles mas que entroncam no mesmo fenómeno: o paradigma do que foi o clube nas últimas quatro décadas mudou. A reunião do Conselho Superior tinha sido marcada pelo desconforto pelas fugas de informação e envolveu ainda um momento tenso quando todos perceberam que o comunicado oficial da suspensão da reunião magna era público antes de ser lido a quem o assinava. A seguir, houve a entrevista de Pinto da Costa à SIC mais virada para dentro do que para os rivais – e essa é por si só uma mudança – onde André Villas-Boas não podia estar mais omnipresente, atos de vandalismo à porta da moradia do antigo treinador com agressões que levaram um segurança ao hospital e a conferência de imprensa de Sérgio Conceição que deixou um “alerta” a João Mário após a estreia na Seleção. |
Esta sexta-feira o FC Porto defronta o Montalegre para a Taça de Portugal (20h45), seguindo-se na próxima terça-feira a deslocação a Barcelona para a Liga dos Campeões que pode fechar ou voltar a abrir as contas da passagem aos oitavos (20h). No entanto, o grande jogo da semana para os dragões realiza-se na quarta-feira com a Assembleia Geral para votação do Relatório e Contas do exercício de 2022/23 e, como frisa o ponto 3, “meia hora para serem tratados assuntos de interesse para o clube”. Existe uma crescente polarização em torno do que pode e deve ser o futuro. Até o anúncio de Pinto da Costa sobre a passagem dos capitais próprios a positivos – “ou quase” – gerou divisão (sendo que não chegará pela venda de ativos mas sim pelo recente acordo assinado com a Legends). Contudo, esta reunião magna será sobretudo um teste à maturidade do próprio FC Porto e aos alicerces do edifício de sucesso construído nas últimas décadas. |
Ainda na Taça de Portugal, o Sp. Braga desloca-se este sábado ao Algarve para defrontar o Portimonense (15h30), seguindo-se a receção do Benfica ao Famalicão (20h45), ao passo que o Sporting joga em Alvalade com o Dumiense no domingo (18h). Depois voltam as provas europeias, com jogos decisivos para todos na Champions, na Liga Europa e na Champions para a passagem à Liga Europa: Benfica-Inter (quarta-feira, 20h), Sp. Braga-Union Berlim (quarta-feira, 20h) e Atalanta-Sporting (quinta-feira, 17h45). |
Nas modalidades, o destaque vai para o último capítulo do filme dos desporto motorizados. Na Fórmula 1, o Grande Prémio de Abu Dhabi tem como principal aliciante a luta pela quarta posição do Mundial entre Carlos Sainz, Fernando Alonso, Lando Norris e Charles Leclerc (qualificação no sábado às 14h, corrida no domingo às 13h). Já no MotoGP, há um título em jogo: com Miguel Oliveira de fora por lesão após a queda no Qatar, Pecco Bagnaia parte com 21 pontos de vantagem sobre Jorge Martín para tentar gerir no Grande Prémio da Comunidade Valenciana (sprint no sábado às 14h, corrida no domingo à mesma hora). Uma nota ainda para a decisão da Taça Davis em ténis, com Finlândia-Austrália e Itália-Sérvia (que reedita o duelo entre Djokovic e Sinner do ATP Finals) nas meias a partir das 11h deste sábado e a final no domingo às 15h. |
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Eu, a TV e um comando
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O jogo em palavras
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Pódio
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1
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O tenista sérvio venceu Jannik Sinner em dois sets, com quem até tinha perdido na fase de grupos, e conquistou o ATP Finals em Turim e pela 7.ª vez (6-3, 6-3). Em 2023, Djokovic só falhou Wimbledon.
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2
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Rui Costa assistiu no Seixal à primeira vitória da temporada do Benfica na Champions, na receção às suecas do Rosengärd, e viu a sua aposta Kika Nazareth voltar a resolver o jogo como em Braga (1-0).
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3
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Com estes resultados, o piloto neerlandês, já campeão, chegou aos 549 pontos e igualou o alemão Sebastian Vettell na terceira posição dos mais vitoriosos de sempre, com 53 triunfos.
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O exclusivo
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Futebol
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Tem 31 anos, viveu a maioria deles em liberdade e quis continuar a decidir por si. Halim Shirzad deixou o Afeganistão após os talibãs controlarem o país e, contra a expectativas, continuou a arbitrar.
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Terceiro tempo
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