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Esta semana, António José Seguro realizou a sua primeira Presidência Aberta, nas regiões afetadas pelo mau tempo. O editor de Política do Observador, Rui Pedro Antunes, o repórter da rádio Vasco Maldonado Correia e o fotojornalista Diogo Ventura andaram sempre atrás dele. Aliás, quase se pode dizer que andaram demasiado atrás dele. Como o carro do Observador era normalmente o primeiro a seguir à comitiva da Presidência da República, essa proximidade provocou alguns equívocos: na quarta-feira, na região de Coimbra, os militares da GNR bateram continência ao Observador. |
Estes dias eram importantes porque permitiriam perceber como irá ser a atuação do novo Presidente da República. Será mais crítico do governo ou mais colaborante? E o que o distingue da forma de atuar de Marcelo Rebelo de Sousa? A relação com os jornalistas, pelo menos, é bem mais reservada do que a do antecessor. António José Seguro tenta manter maiores distâncias. Mas, no Parque Industrial de Proença-a-Nova, depois de ter plantado um medronheiro, o Presidente da República desafiou todos os jornalistas que o seguiam a pegarem numa enxada e fazerem o mesmo. “É a vossa vez. Trabalhem lá um bocadinho”, provocou. Só houve um jornalista que se disponibilizou a avançar — e, lamento comunicar, não foi nenhum dos nossos três. |
Em Pombal, houve uma situação inesperada. Quanto chegaram à empresa Adelino Duarte da Mota, que produz pasta de cerâmica e sofreu extensos estragos por causa da tempestade Kristin, o Rui Pedro, o Vasco e o Diogo pararam junto a um poste de madeira onde estava afixado um pequeno cartaz. Leram: “A empresa que contornou a falta de eletricidade a partir de dentro e agora ilumina mais de 150 casas em Leiria”. Era um artigo do Observador escrito pela Marina Ferreira, que tinha estado na fábrica em fevereiro. |

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Talvez lhe tenha escapado
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Assédio Sexual
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Rui Pedro Bairrada foi denunciado por comportamentos impróprios que remontam a quando era CEO do Doutor Finanças. Empresa abriu processo disciplinar no final de 2025. Não pode entrar na empresa.
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Presidência da República
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O Observador esteve há dez anos nos três dias das presidências abertas de Marcelo e agora nos primeiros três de Seguro. Terreno expõe as diferenças no estilo e comunicação entre os dois.
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Presidência da República
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Primeiro-ministro fez comentários e até avaliou arranque da Presidência Aberta de Seguro. No meio de tanto elogio, desarmou o Presidente, que acabou a prometer ser "solução" e não o "problema".
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Constituição da República Portuguesa
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Artigo antigo criado para travar Conselho da Revolução poderia forçar aprovação da perda de nacionalidade mesmo contra vontade do TC. Ventura lembrou: "Há uma Constituição, mas também há uma maioria".
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Escolas
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O uso ou posse de arma nas escolas tem aumentado, com a PSP a apreender 54 armas no último ano. Situações de bullying e facilidade de compra online potenciam novos casos.
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Justiça
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Magistrados jubilados escapam a acusações de corrupção, abuso de poder, peculato e denegação de justiça. Inquéritos versavam sobre uso do TRL para arbitragem e viciação de distribuição de processos.
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Burla
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Os casos em Portugal ainda são "residuais", mas PSP e GNR alertam para riscos do Quishing. Só por ler um QR Code pode estar a ser burlado. Ameaça está em todo o lado, o que torna prevenção essencial.
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Indústria
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O setor químico, muito concorrencial a nível mundial, levou a Bondalti a uma velha conhecida. Demorou dois anos, mas conseguiu. A empresa portuguesa foi às compras a Espanha.
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Hungria
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Húngaros vão a votos numas legislativas que os EUA e a Rússia estão atentamente a acompanhar. Péter Magyar aparece à frente de Viktor Orbán em muitas sondagens. Poderá haver mudança política?
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Hungria
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Orbán fez de Kiev a seu principal inimiga nas eleições legislativas. Ucranianos seguem com atenção e ansiedade a campanha, mas nem com Magyar esperam "passos enormes" de mudança após as eleições.
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Opinião
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Quem preza o Ocidente e a democracia liberal deveria desejar uma vitória americana, independentemente do que pense de Donald Trump.
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Para Seguro o problema não é a Constituição é cumprir a Constituição, o que significa que quer cumprir o “programa” da Lei Fundamental. Ora o problema é exactamente o “programa”, que nem devia existir
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A partir de agora os brasileiros só podem considerar as mulheres perfeitas. O que é muito bem-feito, pois ficou demonstrado que não passamos de uns bananas.
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Não será já altura de a esquerda abandonar as suas visões pueris sobre a história colonial do país e de também ela se orgulhar do que, no nosso passado, é óbvio motivo de orgulho?
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O que se exigia à direita era que soubesse o que quer antes de querer rever a Constituição, até porque, em bom rigor, as várias direitas não sabem sequer dizer o que pretendem alterar.
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