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Guerra traduzida na Rádio Observador, agora com os destaques da imprensa russa. João, ainda não há data para encontro entre Trump, Putin e Xi.

E ao que noticia a agência russa TASS, cita declarações do porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, a reunião poderá ocorrer à margem da Cimeira de Cooperação Económica Ásia-Pacífico, em Shenzhen, realizada entre 18 e 19 de novembro. Peskov realça que existe uma prontidão potencial dos três países para realizarem o encontro, garante que até agora nenhum dos países se opôs a esta mesma reunião.

E saltamos de uma reunião para outra. Desta vez entre Rússia, Estados Unidos da América e Ucrânia.

Com Peskov a afirmar que as garantias de segurança entre a Rússia e a Ucrânia vão ser abordadas no encontro entre os três países, também em novembro, numa entrevista ao jornal Izvestia, e citado pela agência de notícias russa Interfax, o porta-voz do Kremlin afirma que as garantias de segurança podem e devem ser mútuas. Peskov também não anunciou a data para esta reunião.

O Ministério da Defesa da Rússia acusa a Ucrânia de atacar a cidade de Olesky.

Fala mesmo em ataques repetidos. Segundo o ministério russo, os ataques impediram a entrega de alimentos e medicamentos, impediram também a saída da população. A cidade de Olesky está, como já referimos, sob controle da Rússia desde o início do conflito. Recordar que as autoridades de Kiev e também de Moscovo anunciaram na passada sexta-feira, um acordo de cessar-fogo nesta cidade, que devia entrar em vigor a 27 de outubro. O Moscow Times adianta que desde dia 19 deste mês, a Ucrânia atingiu a cidade por 18 vezes, com fogo de artilharia e realizou também mais de 120 ataques com drones.

E João, há mais ataques ucranianos contra cidades russas.

E que provocaram cinco mortes na região de Belgorod, a sudoeste da Rússia, e na região também de Lipetsk. A ofensiva de Kiev atingiu um complexo industrial na região de Perm, nos Montes Urais. Segundo o The Moscow Times, o ataque noturno a Belgorod danificou 30 prédios de apartamentos, 35 carros, quatro casas e também três prédios administrativos.

A Agência RIA noticia que as autoridades de Moscovo já identificaram instalações estratégicas para proteger contra a Ucrânia.

E segundo o vice-primeiro-ministro, Denis Manturov, o foco está nos setores sociais, de transporte, energia, comércio e logística, infraestrutura de informação e também empresas industriais mais importantes. O responsável russo detalha que a principal tarefa é garantir a segurança das pessoas e a estabilidade da economia, bem como minimizar as consequências dos ataques. Manturov destaca também o trabalho conjunto com o Ministério da Defesa e da Indústria, de modo a aprimorar as capacidades de defesa do país.

Está tudo dito nesta guerra traduzida. Está de regresso amanhã à antena da Rádio Observador.