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Um submarino nuclear russo da Frota do Pacífico lançou esta quarta-feira um míssil balístico intercontinental a partir de uma posição submersa no Mar de Okhotsk, atingindo o alvo na região ártica de Arkhangelsk, a 600 quilómetros da Finlândia e da Noruega.
“Em conformidade com o plano de treino militar, a tripulação do submarino nuclear estratégico Generalissimus Suvorov, do projeto 955A Borei-A, pertencente à Frota do Pacífico, lançou um míssil balístico intercontinental Bulava em direção ao polígono de testes de Chizha, na região de Arkhangelsk”, explicou o Ministério da Defesa da Rússia.
O ataque foi também divulgado pelo meio de comunicação pró-Rússia Super Poutine através de uma publicação na rede social X.
O comando militar detalhou que o lançamento ocorreu a partir de uma posição submersa no Mar de Okhotsk, no extremo oriente russo, e divulgou um vídeo do exercício.
“As ogivas do míssil atingiram com sucesso o polígono de testes no horário previsto”, concluiu o Ministério da Defesa.
O polígono de testes de Chizha situa-se nas margens do Mar Branco, a pouco mais de 600 quilómetros da fronteira com a Finlândia e a Noruega, países cujos líderes, o primeiro-ministro norueguês, Jonas Gahr Støre, e o Presidente finlandês, Alexander Stubb, mantiveram, na véspera, uma conversa telefónica com o Presidente russo, Vladimir Putin.
Putin alertou ambos os líderes de que a conquista de uma paz justa e duradoura na Ucrânia “só será possível se forem levados em conta, de maneira plena e incondicional, os interesses legítimos da Federação Russa”.
Criticou ainda “a política de confronto dos países da União Europeia e da NATO, que leva ao prolongamento das ações militares” entre russos e ucranianos.
Desde a criação dos Bulava, a Rússia realizou mais de 40 lançamentos de teste desses mísseis intercontinentais. O mais recente ocorreu a 5 de novembro de 2024, pelo submarino nuclear Imperator Alexandr III.
Um ano antes, o Generalissimus Suvorov lançou um míssil Bulava do Mar Branco em direção ao polígono de testes de Kura, localizado em Kamchatka, nas margens do Pacífico.
[Duarte Lima admite ter estado com Rosalina Ribeiro na noite em que a herdeira milionária desapareceu mas nega ter sido a última pessoa a vê-la com vida. Conta que, depois da reunião que tiveram, no Rio de Janeiro, levou a cliente até Maricá, para um encontro com uma mulher chamada Gisele. É uma versão que não bate certo com as primeiras provas recolhidas pelas autoridades brasileiras. Enquanto Duarte Lima se torna, para a polícia, o principal suspeito do homicídio, perde força a outra linha de investigação. Olímpia Feteira era inimiga assumida da antiga companheira do pai mas garante que nunca desejou a morte dela. E, ao contrário de Duarte Lima, disponibiliza-se para prestar todas as informações necessárias à polícia brasileira. Já pode ouvir o segundo episódio de “As Sombras de Duarte Lima”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no Youtube.]