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Isto tem muito a ver com a fase do ciclo menstrual e a própria nossa imagem. É surreal como eu durante os três dias antes do período e os três primeiros dias do período, diria cinco ou seis dias, eu sinto-me horrorosa, eu sinto-me muito feia, eu sinto-me incapaz de correr muita distância, eu sinto-me incapaz de ir ao ginásio levantar muito peso. Parece que de repente, nesses cinco, seis dias, o impacto é em tudo, é físico e é emocional também. Ainda estava a falar com uma amiga minha no outro dia que também sente exatamente a mesma coisa. Parece uma avalanche de emoções e é tão difícil de lidar. É mesmo, porque parece que nestes dias se põe tudo em causa. Eu agora, hoje, estou no meu quarto dia, podem perceber. De repente eu acordei e: "Meu Deus, a vida é bela outra vez". Tinha me esquecido que a vida era boa. Tinha me esquecido que eu até gostava da minha vida e que era feliz. Não é fácil, eu sei, mas amiga, faz parte. Encontramo-nos domingo à hora do costume. Olá, sejam bem-vindos a mais um episódio de "Check In de Amigas". Hoje estou a gravar a uma sexta-feira porque foi mesmo impossível, honestamente. Esta semana fui a Lisboa, ontem tive uma comunhão o dia todo e também não estive no melhor mood, sendo muito honesta. E já vamos falar sobre isso a seguir, porque altura do mês complicada e este episódio vou falar um bocadinho sobre isto. Portanto, mulheres que me ouvem, acho que se vão relacionar mais com esta parte do episódio do que propriamente os homens que me vão ouvindo. No entanto, vamos começar pela rosa da semana. A semana passada foi o Primavera Sound, portanto primeiro festival deste ano, que eu estava mega entusiasmada e vou deixar como rosa, porque foi tudo, foi 10 de 10. Eu amei. Eu estou neste momento, sinto que estou a viver uma vida social que eu antes ignorava um bocadinho, punha sempre um bocadinho em segundo plano o estar com amigas, o dar espaço para isso, o aproveitar ao máximo. E eu aproveitei muito. O Primavera é dos melhores festivais, eu adoro, pela vibe, pela música, por ser ao pé de casa, é uma maravilha. E foi mesmo surreal de bom. Eu adorei, foram três dias com as minhas amigas mais próximas e até estava a comentar com uma delas há uns tempos depois do festival que senti que deu um momento tipo "pinch me moment" em que parece que sais da tua realidade e que olhas à tua volta. E eu tive uma dessas sensações lá de que estou muito mais próxima das minhas amigas daqui do Porto, estou muito mais próxima de todas elas. E é tão bom, porque nos anos em que eu estive em Lisboa, sempre mantive o contato e sempre fui aquela pessoa que quando vinha ao Porto tentava combinar coisas e marcar umas viagens, e isto e aquilo, mas é muito diferente de estarmos a viver na mesma cidade, apesar de às vezes nem sequer conseguimos estar todas as semanas juntas, mas é diferente, estamos muito mais juntas. Parece que todos estes planos acabam por acontecer mais naturalmente e ficamos o festival todo inteiro juntas e foi muito bom. E pronto, vou deixar obviamente como a minha rosa e foi um perfeito início para este verão e deixa-me mesmo entusiasmada para próximos festivais e para o verão, honestamente, o verão aqui no Porto, porque eu vou ter só uma semana de férias no Algarve e depois vou para Bali com duas amigas também, mas de resto, eu pretendo mesmo ficar o máximo possível no Porto, inclusive ir o menos possível a Lisboa nesta fase do verão, porque fica muito caótico, hotéis e confusão, etc. Portanto, eu estou a pré-gravar tudo ao máximo para eu não ter de passar o meu verão em Lisboa e aproveitar tudo aqui no Porto pela primeira vez, o meu primeiro verão no Porto e estou muito contente. Pronto, esta é a minha rosa da semana. A nível de espinho, então vamos entrar neste tópico que TPM, estar com a menstruação, estar com as emoções insanas e como é que nós lidamos com isto. Honestamente, eu acho que este mês foi especialmente complicado, não sei por quê. Eu deixei de tomar a pílula há uns anos, há uns dois anos e tal, diria três anos. Eu tomei durante oito, portanto, foi muito tempo a tomar a pílula e quando eu deixei de tomar, foi mesmo numa ótica de: eu quero ver como é que eu me sinto sem estas hormonas artificiais entrarem em mim. E no fundo, foi numa de: deixa eu ver como é que ficam os meus cravings, como é que ficam as minhas emoções, se fico mais triste, mais contente, deixa-me ver como é que eu sou sem estas cenas artificiais entrarem em mim todos os meses, todos os dias, na verdade. E então, têm sido anos a tentar perceber como é que o ciclo menstrual funciona, como é que eu me sinto durante o ciclo menstrual, o próprio, por exemplo, exercício físico, desde que comecei a fazer muito exercício físico, que eu consigo claramente fazer uma relação entre como é que eu me sinto, quanto peso é que eu consigo levantar, que tipo de corridas é que eu consigo fazer, quanto é que me custa correr. Isto tem muito a ver com a fase do ciclo menstrual e a própria nossa imagem. É surreal como eu durante os três dias antes do período e os três primeiros dias do período, diria cinco ou seis dias, eu sinto-me horrorosa, eu sinto-me muito feia, eu sinto-me incapaz de correr muita distância, eu sinto-me incapaz de ir ao ginásio e levantar muito peso. Parece que de repente, nesses cinco, seis dias, o impacto é em tudo, é físico e é emocional também. Ainda estava a falar com uma amiga minha no outro dia que também sente exatamente a mesma coisa, principalmente os primeiros três dias. Parece uma avalanche de emoções e é tão difícil de lidar. É mesmo, porque parece que nestes dias se põe tudo em causa. Eu agora, hoje, estou no meu quarto dia, podem perceber. E eu de repente acordei e: "Meu Deus, a vida é bela outra vez". Tinha me esquecido que a vida era boa. Tinha me esquecido que eu até gostava da minha vida e que era feliz. É uma sensação surreal. Parece que de repente Tudo perde o chão na minha vida. Influencia a minha autoimagem, influencia eu querer fazer o que faço profissionalmente, é mesmo chocante. Não me apetecia falar com pessoas, não me apetecia estar no telemóvel, não me apetecia nada. Literal, entrar numa bolha que não me apetece nem ser vista, nem sair à rua. E o que é que isto calhou? Calhou no dia em que eu gravo o podcast, podem perceber. O primeiro dia, calhou no dia em que eu tenho três episódios para gravar, conhecer imensa gente, ser mega dinâmica, foi um dia a fingir, a tentar fingir que estava tudo bem. E acho que muitas vezes, mais do que lidar com o ciclo menstrual, nós temos de aprender a lidar com as narrativas que nós criamos na nossa cabeça quando estamos a passar por estas fases, porque elas não são verdade, mas na nossa cabeça até parecem verdade. Parece que pomos umas lentes e de repente a vida é uma merda e de repente eu já não quero fazer isto, se calhar já nem quero morar aqui, se calhar já nem gosto de mim. E eu tomei uma decisão que nestes dias, nestes dois dias antes de eu viver o período, três dias de período, eu não vou tomar decisões sobre a minha vida. Não posso. Honestamente, vou-me controlar para que isto seja uma regra na minha vida. E é muito triste, nós mulheres termos de estar a avaliar estas coisas e a fazer estes planos, cinco dias por mês serem dias em que estamos assim. É muito triste. Por isso, olhem, se tiverem homens a ouvir-me, isto é mesmo complicado. Juro-vos que é mesmo complicado lidar. Obviamente, quem toma a pílula é diferente. Eu nunca tinha sentido isto antes, quando eu estava sob o efeito da pílula. Portanto, só mesmo sem efeito de hormonas é que eu acho que estas coisas e estes altos e baixos se sentem tão intensamente. E durante estes dias estava numa fase, e estou a passar agora por uma fase, em que me sinto um bocadinho apática na minha vida, sinto que estou em velocidade cruzeiro, sinto que devia estar a fazer mais, já devia estar mais à frente. Estou a passar por uma fase em que estou a ver tudo aquilo que eu digo no podcast, que não podemos querer mais, não podemos estar sempre à procura do próximo. Olhem, estou numa fase em que estou à procura do próximo. Estou a sentir-me apática, não me estou a reconhecer nesta pouca atividade, pouca proatividade minha. E obviamente que com estas emoções de menstruação e TPM as coisas ainda extrapolam para outro nível. Entretanto, estava a passar por isso, tive até uma notícia surreal relativamente ao meu trabalho, que eu fiquei extremamente contente e deu-me ali um boost para eu passar o dia do podcast com outra vontade. Fiquei mesmo muito feliz, mas depois voltei outra vez a entrar na minha bolha, na cena que estou neste momento, apesar de já estar no meu quarto dia e estar fixe mentalmente e de emoções. Estou a passar por esta fase e é também um espinho para este episódio falar um bocadinho sobre esta situação, que eu sinto que eu tenho tido até bastantes convites e coisas que me vão chegando e para quem ouviu o episódio de human design, eu sou projetora, portanto eu tenho que esperar pelos convites, tenho que esperar que as coisas me cheguem, que me abram as portas para eu entrar e têm-me chegado várias portas de oportunidades profissionais para eu agarrar, de coisas diferentes e dar o salto e ir por caminhos diferentes. E neste momento, e mesmo ideias minhas que eu vou tendo, tenho muita coisa que eu gostava de fazer e gostava de pôr em prática, mas sinto neste momento que estou a passar uma fase de apatia no geral. Sinto que não estou a avançar para nada. Parece que estou inerte e eu não me reconheço nesta característica. Inclusive eu agora nestes dias em que estive em Lisboa, gravei um episódio com uma psicóloga e acabei por me abrir um bocadinho neste sentido, porque é uma coisa que neste momento me está a incomodar diariamente, o eu sentir-me nesta posição. E ela até me perguntou uma coisa que me fez pensar, que era: "O que dirias que faz parte de ti hoje e que tu queres que faça parte de ti daqui a 10 anos?" E eu respondi: "Ambição". Ela: "Eu achei que tu ias responder autoconhecimento, por tudo aquilo que nós falamos hoje". E sim, eu sinto que sou uma pessoa que me conhece muito melhor do que há um ano atrás, mas sinto que ainda estou no início do meu processo de autoconhecimento, sendo mesmo honesta. Mas a minha ambição é das coisas que sinto que nasceu comigo, a vontade de fazer coisas e o agarrar e ir só. É ser ambiciosa, mas acreditar que eu sou capaz de fazer tudo aquilo que me comprometo. E sinto que a ambição é das coisas que daqui a 10 anos eu quero continuar a ter este mindset, quero continuar a ser sonhadora, mas pés assentes na Terra, agarrar nas ideias e ir para a frente. E sinto que neste momento não me estou a rever muito nesta posição. Faz-me confusão, porque eu não me revejo muito nisto. Parece que estou mesmo em velocidade cruzeiro. Imaginem, eu sei que estou a passar por uma fase que é essencial na minha vida e eu preciso de a passar, que é uma fase mais calma, uma fase em que estou mais a olhar para dentro, uma fase muito mais focada em mim, mais focada nos meus treinos, meu desenvolvimento pessoal, ou seja, foi todo o processo de também fechar a marca, de tirar montes de peso de cima de mim e de repente ter tempo para cuidar de mim. E eu estou a passar por uma fase que eu sei que preciso de a passar. E acho que é por isso que eu também me estou a obrigar a não aceitar coisas que chegam, que eu acho que me vão descarrilar desta fase, desta calma que eu trouxe para a minha vida. E eu sei que neste momento estou a priorizar muito a minha vida pessoal, a minha saúde, a minha vida social também, estou muito mais saída, a conhecer pessoas. E durante muito tempo eu não fiz isto e ainda no outro dia uma amiga minha me disse: "Mariana, tu viveste para trabalhar durante três anos, fazes bem em agora aproveitar, estás a viver a tua vida e estás a ter tempo para viver". Por exemplo, hoje de manhã, estive três horas no ginásio, estive a correr, depois fiz o meu treino, entre viagens, etc, foram três horas. Ainda estava a fazer esta reflexão hoje de manhã. Há um ano atrás, eu não treinava porque dizia que não tinha tempo, não cozinhava porque não tinha tempo, não estava com amigos porque não tinha tempo, ou seja, dizia sempre que não tinha tempo para nada. E neste momento, hoje de manhã fui três horas para o ginásio. E isto era completamente impensável há um ano atrás E eu sinto-me, neste momento, muito mais alinhada comigo, sinto que estou a fazer muito mais daquilo que eu gosto, estou com uma rotina que eu adoro, estou a fazer coisas que me fazem bem e sinto-me calma, e sinto-me bem, e sinto-me feliz, mas sinto sempre, "deep down", sinto-me sempre a falhar. Sinto sempre que eu devia estar a fazer mais, que eu devia estar a aceitar mais projetos, que eu me devia estar a pôr na próxima. Sinto que devia ter desafios. Não é só uma meia maratona, não é só ter um podcast, eu sinto que preciso de mais coisas. E sinto que tenho quase que um anjo e um diabo nos meus ombros, que é por um lado, a dizer: "Mariana, aproveita esta fase, tem calma, não queiras mais do que o que é suposto. Tens de viver este ano assim, faz parte do processo e tens de focar, porque depois, se vêm outros projetos, se vem muita coisa para cima de ti, tu depois vais descarrilar outra vez, estás numa fase de reaprender a pôr-te como prioridade e precisas disto". E do outro lado, tenho o outro anjo a dizer: "Mariana, o que estás a fazer à tua vida? Tu não és uma pessoa apática, estão a chegar oportunidades, tens de dizer que sim a tudo, tens de ir, tu tens de fazer, tens de fazer acontecer e estás muito parada". E estou a viver um bocadinho esta dualidade neste momento e muitas questões dentro da minha cabeça de: é possível nós estarmos a viver coisas boas e mesmo assim sentirmos que estamos a falhar? Como é que conseguimos conciliar tudo isto sem culpa? Será que esta minha apatia, que eu defino esta minha fase, é mesmo falta de ambição ou é só uma pausa estratégica na minha vida para eu respirar um bocadinho, para eu ter tempo para mim? Será que desacelerar é uma forma diferente de cuidar da ambição? Neste momento, estou a fazer terapia convosco, porque esta é a questão que mais me assombra na minha cabeça nos últimos tempos, diria que nas últimas três semanas, e por isso é que também vem um bocadinho da desmotivação, de não me apetecer fazer conteúdo, porque eu sinto que estou um bocadinho sem rumo, percebem? Sem um objetivo final. Eu estou a fazer o meu podcast, estou a manter tudo, estou a ser consistente, estou a gostar muito do que estou a fazer, tenho campanhas, etc. Mas sinto que me falta um rumo de para onde é que eu estou a ir, quais são os próximos projetos, quais são as próximas coisas. Então deixa-me assim um bocadinho neste estado, nestas questões todas, que depois geram um bocadinho de pouca proatividade e pouca vontade de fazer coisas. Mas é um tópico que estou a trabalhar e vou trabalhar em terapia. E outra coisa que também tenho vindo a trabalhar e que a nível de ferramenta e que quero continuar, é o journaling e vou deixar como semente para a próxima semana. Eu estive durante muito tempo parada no journaling, ia fazendo, não ia conseguindo manter uma rotina e eu quero mesmo que volte a fazer parte da minha vida. Acho que tenho de procurar outras prompts para começar o dia. Outras frases para preencher, porque muitas vezes só preenchermos gratidão e cenas assim, depois acabam por ser bué redundantes e sempre a mesma coisa. E eu sinto que preciso de estímulos novos, também na parte da escrita. E neste momento estou a usar só um bocadinho como venting, querido diário, estou a ver só pôr tudo aquilo que me vai na cabeça, mas nem todos os dias apetece fazer isso. Então eu acho que é muito importante para conseguirmos criar uma rotina de journaling, ter estas perguntas e estas frases iniciais mais alinhadas com a fase de vida em que estamos a viver. Então, neste momento, estou a tentar outras estratégias, estou a ir ao Pinterest ver frases, ver se me aparece coisas giras e se volta a entrar na minha rotina a parte da escrita. Portanto, ao pequeno-almoço, era uma coisa que me também estava a incomodar há durante muito tempo, é que estava sempre constantemente, eu acordava, ia ao telemóvel e ficava ali no telemóvel durante o pequeno-almoço, etc. E é uma coisa que eu tenho mesmo de combater e forçosamente tenho de combater, de não pegar no telemóvel até depois de tomar o pequeno-almoço, para poder estar mesmo focada no momento da escrita, reflexão, etc. Começar o dia numa nota positiva e a pensar em como é que eu quero, quais são os objetivos para o dia, o que eu quero atingir, o que eu quero, qual é a ambição para o dia e o que é que faria deste dia incrível. Eu gosto muito desta prompt, o que é que faria de hoje incrível. Bem, e recomendações da semana. Honestamente, não li nada esta semana. Fui para Lisboa de carro a conduzir, que é naqueles momentos em que eu mais leio, quando vou de autocarro, e isso não aconteceu. Portanto, não li nada. A nível de podcasts também muito pouca coisa, honestamente, mas tenho uma recomendação de um artista português, porque eu tenho ouvido em loop todo o santo dia, que é o Euclides. Eu já o conhecia, já ouvia músicas dele, mas ele foi à Primavera e eu amei o concerto dele. Portanto, fiquei viciada máxima. Se não conhecem, eu acho que deviam. É mesmo uma vibe incrível e dá para treinar, dá para trabalhar, dá para pôr o mudo de manhã, que é outra coisa que eu agora também tenho feito muito, quando tenho pouca vontade de me levantar da cama de manhã, é pôr logo música a dar. E estou numa fase de Euclides, portanto, tem sido em loop constantemente. Estou a amar e estou viciada em literalmente todas as músicas. Eu acho que o episódio de hoje, eu vou ficar por aqui, bem curtinho, mas já vos dei todos os updates de tudo aquilo que se tem passado na minha vida e na minha cabeça, principalmente. Espero que estejam a ter uma boa semana. By the way, hoje, dia 20 de junho, sexta-feira, é o dia mais feliz do ano. Chama-se Yellow Day e contrariamente à Blue Monday, é o dia mais feliz do ano porque está mais sol, temos mais horas no dia e consequentemente vamos para a rua e socializamos com mais pessoas, segundo especialistas. Portanto, se estão a ouvir isto dia 20 de junho, sexta-feira, vão para a rua socializar com os vossos amigos ao final do dia, depois do trabalho. Se estão a ouvir depois, façam na mesma, porque torna o vosso dia mais divertido e mais feliz, segundo especialistas. Portanto, terminamos o episódio nesta nota. Espero que tenham uma boa sexta-feira e bom fim de semana. Para a semana é São João, malta do Porto, muito feliz. Já não vou ao São João no Porto também há muito tempo, portanto, também mais uma coisa que me deixa feliz, vida social. Estão a ver? Estou nesta fase e tenho de aproveitar o meu verão e temos todos de aproveitar o nosso verão, e está calor, e está toda a gente mais feliz, e está toda a gente na rua, portanto, vamos aproveitar isso e ser mais felizes também. Um beijinho e nós vemo-nos, ouvimo-nos para a semana.