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Começa agora mais uma comissão de inquérito das manhãs 360. Hoje com o presidente dos autarcas sociais-democratas, Pedro Pimpão, presidente reeleito da Câmara Municipal de Pombal. Bom dia, bem-vindo.
Bom dia.
Bom dia.
Olá, bom dia.
Obrigada por ter aceitado o nosso convite.
Obrigado eu pelo convite.
Sabe como é que isto funciona? Diga lá.
Não, num dia tão especial, hoje, e com estas notícias tristes, mas também com bons exemplos, bons legados que nos deixam.
É verdade.
Grandes personalidades. Era o nosso amigo Pinto Balsemão, que a nível nacional foi uma pessoa que marcou muito a nossa democracia e a nossa liberdade como concebemos hoje. Mas hoje também tivemos essa triste notícia, que o observador também já partilhou hoje de manhã, do falecimento do ex-ministro Lavrinho Lúcio, que era aqui nosso vizinho, era da Nazaré. Uma pessoa que eu tive a oportunidade também de conhecer de perto e privar, e é uma personalidade também marcante para a nossa região, para o país. É sempre um momento especial quando figuras deste relevo, desta craveira, nos deixam, mas também é importante valorizar nestes momentos o legado que eles nos deixam.
Sem dúvida que sim. Vamos então à nossa comissão de inquérito?
Vamos lá.
Vamos lá. Sabe como funciona?
Não, explique-me lá.
Temos cinco perguntas para lhe fazer. Cada resposta certa vale cinco pontos. Se tiver a nossa ajuda e acertar, recebe dois. Se não acertar, não pontua.
Vocês têm que me ajudar.
Ó, você precisa. Olha, a primeira é de caras. Quer ver? Vamos a isto?
Força.
Está expectante. Que ex-presidente da República também foi autarca?
Jorge Sampaio.
Viu como era fácil esta?
Cinco pontos. Muito fácil.
Esta foi só para aquecer.
Foi para aquecer.
Pedro Pimpão, Jorge Sampaio era conhecido por ter um estilo conciliador, de construir pontes entre diferentes sensibilidades políticas. Como é que olha para as câmaras onde o PSD ganhou, que estão a ponderar acordos com o Chega?
Eu aí sou muito pragmático. Já é o meu segundo mandato enquanto presidente de câmara, também já fui presidente de junta e tenho aqui também alguma experiência autárquica, que me permite dizer que independentemente da carga ideológica que nós temos nos nossos partidos, e eu sou social-democrata convicto, portanto, isso não está em causa. O que é certo é que, em termos autárquicos, e nós também sabemos que os projetos também são muito alicerçados nas pessoas, nos protagonistas, quem encabeça as listas, quem faz parte das listas, muitas vezes com independentes e com pessoas que do ponto de vista partidário, têm uma abrangência maior, mas do ponto de vista pragmático, o que importa para as pessoas é que sejam resolvidos os problemas que elas têm no dia a dia. E os autarcas têm muito esse compromisso. E naturalmente, o que eu acho? Acho que os executivos que existem, sejam eles do PSD ou do PS, porque coloca-se muito a questão de nós não termos maioria. Os executivos, não é o meu caso, felizmente, do ponto de vista da estabilidade.
Tem uma maioria folgada.
Era isso que eu ia dizer. Sim, mas é natural que haja esse tipo de conversas, porque o que é importante é que realmente se consiga implementar os programas que foram sufragados pelos cidadãos. E por isso é natural que estas conversas existem em cada um dos concelhos com o Chega e com outros partidos que estejam também numa perspetiva construtiva. Eu sei que há sempre uma leitura nacional.
Mas também sabemos que, nomeadamente a Iniciativa Liberal, não quer fazer parte de executivos camarários onde o Chega esteja também representado. Acha que a Iniciativa Liberal está a fazer uma leitura nacional e não a ser mais pragmática?
Claro que sim. Claro que o objetivo é nacional, nós percebemos isso, porque do ponto de vista daquilo que é a operacionalidade da gestão autárquica, naturalmente que tem que haver aí uma relação de concretização efetiva das funções. E portanto, a Iniciativa Liberal, se quer servir as suas populações, devia estar disponível para ser parte da solução. E eu acho que em alguns casos isso vai acabar por acontecer, mas é uma questão, como lhe disse, que acho que é uma questão mais de organização interna em cada um dos concelhos onde essas situações se verifiquem.
Ver caso a caso. Muito bem.
Sim, eu acho que.
Cinco pontos. Foi uma boa forma de começar.
Esta foi quase dada.
Foi, sim senhor. Vamos agora ver se a próxima também é dada. Pedro Pimpão, então a segunda pergunta é esta: depois destas eleições autárquicas, quantas presidências de câmara o PSD lidera agora?
136.
Está aí. Está na ponta da língua.
Vamos para o pleno.
Tem isso na ponta da língua, mais cinco pontos.
Foi boa.
Foi boa. Foi, sim senhor.
Não, mas sabe que eu ontem estive.
Teve a estudar.
Não, não foi isso. Tivemos reunião do Conselho Nacional do Partido.
E falaram lá então.
E eu antes da reunião fui mais uma vez memorizar, porque realmente é um número muito relevante, porque nós conseguimos alcançar a maioria das câmaras municipais do país e de juntas de freguesia também. E era um objetivo, um feito que muitos duvidavam que fosse capaz, porque nós tínhamos um diferencial grande com o Partido Socialista, e quando nós colocámos este objetivo, esta meta, muitos acharam que era quase impossível e portanto, é sempre positivo quando nós conseguimos alcançar os objetivos que temos.
Mas as vitórias também trazem responsabilidades, não é?
Muita.
E agora uma delas vai ser nomear o presidente ou a presidente da Associação Nacional de Municípios Portugueses. Quem é que deve ser?
Sim, neste momento essa decisão está nas mãos do líder do partido e primeiro-ministro, mas muito em breve tornaremos pública qual será a nossa decisão.
Tem favoritos ou não?
Não. Nem quero entrar nesse leilão de nomes. Não vale a pena, porque nós, felizmente, no PSD, e uma vez que ganhámos o maior número de câmaras e cabe ao PSD indicar o presidente da Associação Nacional de Municípios, temos muitos autarcas com capacidade de liderança e também de conciliação, que é muito importante.
E já houve algum a chegar-se à frente, a oferecer-se ou a dar a entender que está disponível para este cargo?
Não, eu faço parte do Conselho de Administração Nacional de Municípios e ontem tivemos uma reunião em Coimbra para fazer o balanço das autárquicas e também para discutir o orçamento de Estado e a posição dos municípios. E há sempre um espírito de união dentro da própria organização, que é muito positivo.
Quando se ganha é mais fácil haver essa união.
Sim, mas mesmo entre autarcas de diferentes partidos, e no caso em que era o Luís Salgueiro que era o presidente. O que eu lhe quero dizer é que houve sempre aqui um bom entendimento entre os autarcas, colocando os interesses dos municípios à frente dos próprios interesses partidários. E por isso é que o próximo presidente da Associação Nacional de Municípios, parece-me que uma das características que deve ter também é essa capacidade de conciliação, é isso que eu estava a dizer. Ou seja, de união dos municípios. É muito importante, e numa fase em que nós estamos a esperar a implementação do PRR, temos o Portugal 2030, que queremos continuar com ritmo acelerado de execução, é muito importante que os municípios estejam unidos e mobilizados. Até porque para o ano, já agora até partilho convosco, é um ano muito especial, porque nós vamos celebrar 50 anos do poder local em Portugal.
Claro.
E, portanto, é uma data redonda.
É verdade.
E por isso é que eu acho que essa decisão...
E até ganha mais papel e mais importância esse papel do presidente da Associação Nacional de Municípios. E vem muito a propósito da terceira pergunta que temos para si, e se calhar vem aí mais cinco pontos. Pedro Pimpão, quem disse, e isto foi mesmo antes das eleições autárquicas: "É preciso escolher muito bem os presidentes de câmara que estão mais qualificados, mais alinhados, para poder estabelecer uma relação de parceria com a governação do país."
Terá sido Luís Montenegro?
Foi. Suscitou até algumas dúvidas.
E críticas.
E críticas por parte de outras forças políticas. O facto do Pedro Pimpão ser do PSD vai lhe dar melhores condições para dialogar com o governo e conseguir aquilo que precisa para a sua autarquia?
Não, fui eu.
Não, foi Luís Montenegro. Acertou.
Ah, ok.
O que lhe pergunto é se é verdade, se concorda com esta frase: estar alinhado com o governo pode ser bom.
Vou lhe dar a minha perspectiva, e naturalmente eu sendo candidato do PSD, ter o apoio do presidente do PSD para mim também é importante.
E ter o apoio do primeiro-ministro.
Eu já lhe vou dizer. Outra coisa diferente, e eu acho que conhecendo o primeiro-ministro como eu conheço, ele vai tratar todos os presidentes de câmara por igual. E isso digo-lhe é a minha opinião sincera. Conhecendo o Luís Montenegro, ele não vai fazer diferenciação na sua ação governativa, favorecendo os autarcas do PSD.
Mas não foi isso que deu a entender com aquelas declarações, Luís Montenegro.
Eu acho que isso também tem sempre um contexto. E o contexto é de um presidente do partido que em umas eleições autárquicas quer o melhor resultado para o seu partido e, portanto, ele dizer que os autarcas do PSD ou os autarcas que ele propôs, porque nós fomos todos aprovados em Comissão Política Nacional do PSD. Ou seja, apesar de estatutariamente haver aqui também uma co-responsabilização das estruturas locais do partido, há uma decisão nacional.
Com certeza, mas não terá havido aí uma confusão entre o papel de presidente do partido e de primeiro-ministro?
Pode ter havido. Eu acho que o objetivo é valorizar os autarcas que são propostos pelo PSD, partindo do pressuposto, e isso é uma verdade, porque a maioria da população também o disse, ou seja, também votou nesses autarcas, quer dizer que os autarcas do PSD estão altamente preparados para as suas missões. Mas eu não queria confundir isso com a ação governativa. Aliás, eu nem me senti prejudicado quando foi o governo do Partido Socialista, com o qual também trabalhei, nem me senti mais beneficiado com o governo liderado pelo presidente do PSD, porque aí a decisão tem que ser, e eu acho que a distinção aí é inabalável.
Essa relação é neutra então, independentemente das cores partidárias que estão nos municípios em geral.
Sim, eu acho que sim. Estou lhe a dizer aquilo que é a minha perceção, e não é por uma conveniência de contexto. E se eu fosse primeiro-ministro, é assim que eu faço, tal como eu enquanto presidente de câmara, que também tinha freguesias que eram lideradas por autarcas de outras cores partidárias e o meu tratamento era igual para todas. Naturalmente, o relacionamento, o facto de nós conhecermos melhor as pessoas, termos mais afinidade com as pessoas, torna mais fácil o contato. Isso é verdade. Agora, do ponto de vista da decisão de políticas públicas, aí o tratamento para mim deve ser igual.
Pedro Pimpão, até o momento 15 pontos no pleno. Vamos para a quarta pergunta.
Obrigado.
De nada, o mérito é todo seu.
E faltam duas.
Ainda faltam duas e agora vamos passar aqui para uma área um pouco diferente. Esclareça-me só uma coisa. Eu li algures que foi ou ainda é dirigente associativo do Clube de Tênis de Pombal, é verdade?
Passei pelo clube de ténis, mas tive mais ligação aqui ao Sporting Pombal.
E praticar ténis nunca praticou?
Tive uns treinos, tive umas aulas.
Mas não prosseguiu.
Se calhar é melhor de bancada.
Pode ser. Então, qual o tenista masculino com mais títulos do Grand Slam?
Uí!
Pode pedir ajuda.
Se calhar aí é preciso ajuda.
Estes são os que têm mais, de facto.
Se não souber fica-se pelo mesmo.
Então, Rafael Nadal, Roger Federer ou Novak Djokovic?
O Nadal.
Não, Djokovic tem 24. O Nadal tem 22. Eles estão todos ali muito próximos uns dos outros.
Pois, eu sei, por isso é que eu não tinha essa perceção. Ainda por cima o Djokovic que tem aquele momento célebre em que usou a camisola do Benfica.
Está a ver? Devia ter memorizado.
Eu não sabia que tinha sido ele. Agora o que está mais na berra é o Alcaraz, não é?
Sim.
Agora ainda está a começar o Alcaraz.
Mas ainda vai demorar a chegar lá.
Pois, ainda não tem os títulos depois, mas foi acessível.
Pedro Pimpão, por falar em ganhar, Pombal é um autêntico bastião do PSD. O partido tem vencido praticamente sempre em autárquicas, legislativas e com uma margem bastante confortável. Com a erosão do centro político de que se fala, com o crescimento do Chega, até há alguma desilusão com os partidos tradicionais. O que explica estes resultados tão consistentes com estas vantagens tão significativas?
Em Pombal ou no contexto nacional?
Em Pombal.
Em Pombal, aquilo que eu lhe posso dizer, não falando de mim em particular, mas tem havido do ponto de vista autárquico aqui, um compromisso grande de mantermos uma relação de proximidade e de confiança com as pessoas. Isso é o elemento mais distintivo do poder autárquico, é a nossa capacidade de estarmos próximos das pessoas, das instituições, das empresas e podermos encontrar efetivamente soluções para os problemas reais que têm do dia a dia. Algo que com a administração central é muito mais difícil. E portanto, nós temos mantido essa relação de proximidade que nos permite que realmente as pessoas nos conheçam, sabem quem nós somos e sobretudo conseguimos implementar, do ponto de vista daquilo que é o nosso compromisso eleitoral, conseguimos implementar as propostas que nos comprometemos. Isso também é importante. Ou seja, nós quando apresentamos um programa eleitoral, nós concretizamo-lo. E as pessoas sabem que nós somos pessoas de palavra.
E Pedro Pimpão, para este mandato que está agora a começar, qual é o grande projeto, a grande aposta?
O grande projeto é nós termos aqui efetivamente uma escola superior em Pombal, que já há décadas que deveria estar aqui instalada, porque Pombal é um concelho empreendedor, um concelho muito dinâmico do ponto de vista económico e empresarial. Nós temos vindo a crescer, crescemos em número de empresas, crescemos em volume de negócios, em exportações e, portanto, o elemento distintivo que Pombal já precisa há muito tempo é precisamente uma escola superior do Politécnico de Leiria e temos estado a trabalhar com o Politécnico de Leiria nesse sentido. Já temos aí o estudo prévio também do novo polo de inovação e conhecimento onde vai ficar essa escola superior. Portanto, esse é o grande projeto associado a outros que temos do ponto de vista de desenvolvimento económico, novos parques empresariais que também já estão muito avançados e portanto, esses são uns elementos mais importantes.
São os grandes projetos. Muito bem, vamos para a última quinta e última questão.
Já não faz o pleno, mas pode fazer aqui um grelhador com 20 pontos.
Para o ténis.
15 pontos e eu acho que esta é oferecida. Bom, vamos lá então. Em que quinta morreu o Marquês de Pombal? Os últimos tempos de vida.
Dizeste que era oferecido e agora.
É a Quinta da Gramela, não é?
É a Quinta da Gramela, sim senhor, que ele recebeu de um tio, se não me engano, na altura.
O Marquês de Pombal morreu em Pombal.
É verdade, mas como é que vocês deixaram roubar para Lisboa um marquês que tem o vosso nome?
Pronto, mas é isso que eu ia dizer. O Marquês de Pombal, não deixámos roubar para Lisboa. O grande feito dele é a recuperação de Lisboa após o terramoto, mas o Marquês de Pombal, eu também posso dizer que ele escolheu Pombal para viver os últimos dias. Também é importante.
E já pensou em vir resgatar a estátua do Marquês de Pombal para Pombal?
Não, nós também temos aqui um busto do Marquês. Não é uma estátua como existe em Lisboa, mas temos aqui o busto do Marquês que também simboliza essa ligação. E para além do mais, já agora deixo-vos um convite, quando quiserem ou fazer este programa ou a título pessoal, virem a Pombal, porque nós temos o único museu monográfico alusivo ao Marquês de Pombal.
Muito obrigada pelo convite.
E está feito à nossa medida.
E também é um dos meus projetos a médio prazo, não tanto a curto prazo, mas um dos projetos que eu gostava de implementar, se ainda cá estiver. Nós também não sabemos bem as nossas vidas. Gostamos de fazer projetos mais concretizáveis no tempo, mas esse é um projeto a médio prazo. Não está previsto para nos próximos anos, mas queria já lançar pelo menos uma ideia de construirmos um museu futurista, um museu mais moderno, aproveitando as novas tecnologias para também fazer jus a esse grande legado do nosso Marquês de Pombal. E por isso convido-vos a virem cá visitar esse museu.
Quando ele estiver pronto.
Não.
Não, o atual que existe.
O atual.
E o outro. Depois vamos ao outro.
Chegamos lá para o outro. E já agora dizer-vos também que um dos projetos que nós temos agora para este mandato é recuperarmos a rede de territórios pombalinos. Já falei com o meu amigo Isaltino Morais.
Claro, Condes de Oeiras, Marquês de Pombal, Condes de Oeiras.
Exatamente. E nós vamos recuperar essa rede de territórios pombalinos Precisamente para valorizar esse legado do nosso Marquês de Pombal.
E o Marquês de Pombal foi uma figura polêmica, como sabemos. Mas foi também um reformista. Nós temos dificuldade, neste momento, em fazer reformas como a descentralização, por exemplo.
Vocês são muito interessantes nessas questões. Parabéns.
Já nos chamaram muita coisa, interessante também é uma delas.
Eu tenho dado muito esse exemplo do Marquês de Pombal, claro que foi polêmico, com questão dos jesuítas, etc. Mas não há dúvidas nenhuma que do ponto de vista desse espírito reformista, é um exemplo enorme, porque o Marquês de Pombal conseguiu na área da educação, na área dos têxteis, na área do vidro, na área do vinho do Porto, num conjunto de áreas diferentes, deixar uma marca que ainda hoje é visível e é aproveitada. Portanto, não há dúvidas nenhumas que o Marquês de Pombal é um exemplo a seguir do ponto de vista desse espírito reformista que conseguiu implementar. E também lhe posso dizer, respondendo diretamente à sua pergunta: é muito difícil implementar reformas estruturais no nosso país.
Nós temos percebido todos isso.
Pois, todos os governos colocam as reformas estruturais como prioridade. Mas é verdade também que nós sabemos que no nosso país ainda existem, em diversos setores de atividade, muitas resistências a essas reformas, porque naturalmente essas reformas estão sempre associadas a alguma perda de poder em determinados organismos e em determinados dirigentes. Mas nós vamos ter que fazer. E o nosso país, se quiser ser um país cada vez mais competitivo no contexto internacional, não tenho dúvidas nenhumas que precisa de reformas muito importantes, nomeadamente na administração pública.
Pedro Pimpão, muito obrigada por ter aceitado o nosso convite. Sai daqui com 20 pontos, correu muito bem.
É ótimo.
Só o ténis.
Foi só...
Peço imensa desculpa.
O próximo jogo que assistir vai olhar com outros olhos.
Tem que praticar mais ténis.
Obrigada, um bom dia para si.
Bom dia, obrigado.
Obrigado