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"E o Campeão É..." último programa do ano na Rádio Observador. Fazemos um balanço daquilo que foi 2025, o melhor e o pior deste ano civil. Eu sou o João Costa e Silva e reunimos para esta última dança. Eu não sei se eles sabem dançar, mas eles vão tentar. Luís Pinto Coelho, Augusto Inácio e também Pedro Henriques, sejam todos muito bem-vindos. Já está tudo pronto pra passagem de ano, meus caros.
Já estamos preparados.
Muito bem. O fato de gala também já está pronto. Espero que sim.
O pijama.
Sem dúvida.
Temos muito pra falar sobre este ano 2025. Foi um ano que aconteceu muita coisa ao nível de esporte, até pra nossa seleção nacional. Foi um ano bastante positivo, quer seja nos mais jovens, como na seleção A. Mas hoje queria propor fazermos aqui um balanço deste ano. Vamos ao melhor e ao pior deste 2025. Vamos começar pelo melhor e começo por ti, Augusto Inácio. Para quem vão os teus destaques?
Boa tarde a todos. Um bom ano a todos pra quem está a ouvir também. Eu diria que o melhor foi o Campeonato do Mundo Sub 17, que Portugal ganhou. A Liga das Nações, que Portugal também ganhou, foi muito bom pras seleções nacionais. O Sporting, que é bicampeão, ganhou a dobradinha, e isto é um fato muito assinalável. O PSG, que ganhou a Liga dos Campeões, foi a melhor equipe e teve o melhor treinador. O Chelsea, que é campeão mundial de clubes, da primeira vez que se edita esta competição, é o grande vencedor. A Bola de Ouro do Ousmane Dembélé, porque acho que é sempre um fato assinalável. Também aos 32 anos, o Harry Kane ganhou o primeiro título da sua carreira ao serviço do Bayern de Munique. Nunca é tarde pra ganhar um título. Harry Kane, um jogador fantástico, só tem um título. E também, por que não dizê-lo, a novela que foi o Victor Gyökeres, da transferência do Sporting para o Arsenal.
Isso esteve na parte boa?
Esta realmente é a parte má.
Mas já vamos à parte boa.
Tá bem, mas à parte boa. Tens razão, eu tinha aqui isso apontado.
Eu acho que a parte boa foi o dinheiro que entrou nos cofres do Sporting, não é?
Sim, tens razão. Eu tinha que me espalhar um bocadinho em 2025. Já não me vou espalhar mais, mas também assinalar o fato da morte de Jorge Nuno Pinto da Costa, que desapareceu um grandíssimo presidente. Jorge Costa também, um grande capitão do Futebol Clube do Porto.
Mas isso não é parte boa.
Sim, também não é parte boa, mas eu já estou a misturar tudo, Pedro. E do André Silva, e essas são as partes que realmente são as melhores.
Mas Augusto, falaste aqui de vários acontecimentos. Se tivesses dar um globo de ouro ao nível do desporto, qual seria esse acontecimento que teria esse teu destaque pela positiva? Só um. Falaste aqui em vários.
Sub 17 campeão do mundo. Ao vim e à equipa.
Muito bem, tá atribuído. Luís Pinto Coelho, vamos agora até a ti. Eu vou fazer aqui este resumo, porque o ano passado tu andaste possivelmente um bocadinho triste com o teu Futebol Clube do Porto. Terceiro lugar, acabas este ano civil agora em primeiro, com uma vantagem considerável sobre Sporting e Benfica. É esse o teu destaque ou vais me surpreender?
Ora bem, agora este ano ninguém me atura. Depois de andar a sofrer bastante, agora ninguém me atura. Eu vou aqui até fugir um bocadinho à questão do futebol. O Augusto já tocou aqui naqueles pontos principais, obviamente, a nossa seleção ganhar a Liga das Nações, principalmente esse. Vou também aqui um bocadinho às outras modalidades e falar aqui de três atletas. O João Almeida, que faz uma época no ciclismo incrível. Ganha a Volta à Suíça, Volta ao País Vasco, Volta à Romandia, segundo lugar na Volta à Espanha. É um dos melhores ciclistas do ano, até está nessa eleição, e por isso, também para ele aqui um grande destaque. Depois pro Pedro Pablo Pichardo, que voltou a ser campeão do mundo, mantém uma regularidade incrível. E depois pro Isaac Nader, que foi campeão do mundo dos 1500 metros e que é uma especialidade no atletismo de um nível altíssimo, uma competitividade incrível, e ele ser campeão do mundo, até da forma que foi naquela corrida incrível. Atinge aqui um patamar soberbo e faz uma grande época ao ser campeão do mundo. Destacaria esses três atletas. Depois, obviamente, há aqui as nossas seleções, individualmente também o Vitinho, o João Neves, Nuno Mendes, com épocas incríveis no Paris Saint-Germain, mas vou aqui pra esses três atletas que acho que fizeram épocas absolutamente incríveis e fugir um bocadinho ao futebol.
O destaque aqui do Luís Pinto Coelho, também muito pras modalidades. Estivemos em alta este ano, com muitos prêmios, muitas vitórias. Pedro Henriques, tu que falas muitas vezes de Cristiano Ronaldo, fazes muitas vezes também essa contagem e lembras muitas vezes dos gols que faltam atingir até ao gol 1000. Esperas que seja até ou durante o Mundial 2026. É também um dos teus destaques pela positiva?
O meu destaque pela positiva é a Federação Portuguesa de Futebol. Pode parecer um paradoxo, e sobretudo o seu presidente, porque eu sei que as pessoas vão sempre dizer que os títulos que nós estamos a conseguir têm a ver com tudo que é feito no passado. Pronto, e vamos andando assim enquanto o Pedro Pinto lá andiver, porque as pessoas acham que as coisas acontecem por acaso. Seis finais, desde que o Pedro Pinto está lá. Cinco títulos
Liga das Nações, Europeu Sub-17, Mundial Sub-17, futebol feminino a nível de futebol praiano na Liga Europeia, pela primeira vez ganhamos à Espanha e ganhamos um título, obviamente, e o feminino Europeu Sub-19. Não podemos esquecer que fomos campeões europeus. Portanto, são cinco títulos em seis finais, só perdemos uma. Vamos para os Globe Soccer Awards. Podem dizer o que querem dizer, porque é na Arábia. O que quiserem dizer. Acabamos por limpar o melhor jogador de Médio Oriente, CR7, melhor médio, Vitinha, o melhor agente desportivo, o melhor diretor desportivo e a melhor seleção nacional. Portanto, este trabalho é possível, obviamente, com todos os que já passaram pela Federação, mas com todos aqueles que lá estão atualmente. Há muita coisa para resolver no futebol. Claro que sim, temos muitas problemáticas, todos os dias andamos aqui a discutir os preços dos bilhetes, os horários, essas coisas todas, mas estamos a destacar positivo e este é realmente, claramente, para mim, o aspeto positivo. Esta Federação Portuguesa de Futebol, o elenco que a compõe e com estes títulos que estão neste momento a ser conseguidos. E o segundo aspeto, este seria, para mim, o aspeto mais relevante, mas se me dissesse assim: "Não, mas tens que atribuir um Globo de Ouro", como estavas a dizer.
Tens de atribuir um Globo.
Se eu tenho que atribuir um Globo de Ouro, não é para a Federação Portuguesa de Futebol, mas é para a Rádio Observador, pelas emissões da Rádio Observador no desporto, com todos os seus podcasts e com todas as pessoas que compõem o painel do desporto e, obviamente, para aquilo que é o mais importante, são as pessoas que nos ouvem e têm feito com que a Rádio Observador tenha estado cada vez mais em alta, no que diz respeito a bater recordes em relação a outras rádios. Portanto, eu acho que isso, para mim, é mesmo o Globo de Ouro. Então, se é o Globo de Ouro, a Federação Portuguesa de Futebol fica em segundo lugar com o Globo Prata e o Globo de Ouro vai para a Rádio Observador com essas emissões de desporto e que esperemos que o ano 2026, já que estamos também aqui a formular votos, seja também mais um grande ano para nós todos, em termos de Rádio Observador. De certeza que vai ser. Hoje é quarta, depois de amanhã já estamos com uma dupla emissão em termos futebolísticos, com o Santa Clara, com o Futebol Clube do Porto e depois com o Gil Vicente Sports.
É isso mesmo. E aproveitando aqui a boleia do Pedro Henriques, vou aproveitar para dar nota 20 a várias pessoas, ao Luís Pinto Coelho, ao Pedro Henriques, ao Augusto Inácio, ao João Pinto, ao João Castro, Gabriel Alves, Mariana Fernandes, Bruno Roseiro, que fizeram parte e fazem deste "E o Campeão É". Acreditem mesmo que eu tenho um gosto enorme em fazer este programa convosco, porque é de facto um programa em que falamos de desporto e em que há fair play, há certamente rivalidades entre o Luís, o João Pinto e o João Castro e também o Augusto Inácio, que são adeptos dos seus clubes, mas é de facto um programa em que-
Eu não sou adepto, eu só sou comentador.
Sim.
Por separar as águas.
Explicamos muito bem as coisas e acho que mediante qualquer tipo de rivalidade e de qualquer questão que haja, há sempre fair play no final do dia e em cada programa, em que às vezes há uma discussão mais tensa. Lembro-me muitas vezes que aconteceu entre o Luís, por exemplo, e o Pedro Henriques, mas resolve-se sempre tudo. Portanto, é uma nota 20 para vocês. Eu estou mais convosco durante o fim de semana e nas manhãs, mas em nome de todos os meus colegas, fica aqui esta nota 20 para vocês. E entretanto, vamos avançar, porque o Augusto Inácio há bocadinho já se estava a antecipar. Augusto, vamos agora para o lado mau. O que marcou pelo negativo este 2025?
Eu vou-te dizer uma coisa, eu atrapalhei-me todo, tinha aqui tudo escrito, comecei a ler de cima para baixo e foi tudo direito. E esqueci-me de separar as coisas e é verdade. Claramente que este ano que passou ou que vai passar, está interligado sempre a acontecimentos que a gente não queria que se passassem, mas que têm que passar, porque a vida é assim mesmo e a gente nunca sabe quando é que as coisas acontecem. Estou-me a referir a Jorge Pinto da Costa, como é evidente, grandíssimo presidente, o presidente dos presidentes, o presidente mais titulado, que desaparece e que deixa um legado bastante grande no Futebol Porto, no futebol português e no futebol mundial. Claramente que a referência a Jorge Costa, que foi meu júnior, inclusivamente, quando eu comecei a treinar, capitão da equipa e que fez uma carreira fantástica, mesmo com todas as lesões que teve gravíssimas, foi sempre a alcunha dele e demonstra bem o espírito dele, que era o Bicho. E depois aquilo que foi o inesperado, aquilo que acontece de vez em quando, no sentido de que nós estamos assim tão bem num lado ou no outro e de repente apanhamos de surpresa uma notícia que nunca queremos ouvir, que foi a morte do acidente do Diogo Jorge e do seu irmão, André Silva. E claramente aqui são coisas que marcam profundamente e que ainda hoje, ainda neste último jogo do Liverpool com o Wolverhampton, foi realmente uma coisa que tocou fundo a todos aqueles que estavam a assistir. E claramente que eu aqui vou abrir um parêntese e vou dar, eu não sei qual é a nota, mas 1000, 2000, 3000 para o Liverpool. Têm sido fantásticos, extraordinários e que nunca se esquecem do seu jogador. Por isso, essas são as notas negativas. E depois a novela, a grande novela que foi do mercado de verão.
Agora sim.
Agora sim, foi uma grande novela, foram coisas que não deviam ter acontecido. Aconteceram de forma que não dá uma boa imagem ao próprio Vitor Diogo Quaresma e claramente que ele podia ter sido para o Arsenal como outra forma, mas não daquela que assistimos, que foi uma autêntica novela mexicana.
Uhum. E não está a ter dias fáceis, pelo menos com o rendimento, se calhar, que se esperaria. Ainda ontem Gabriel Jesus entrou e passado poucos segundos acabou por marcar e o Arsenal, aliás, teve uma vitória importante frente ao Aston Villa ontem, 4x1, e reforçou ali o primeiro lugar Luís Pinto de Coelho, vamos aos teus destaques, desta vez pela negativa.
É impossível fugir a estes temas que o Augusto referiu. Foi o pior do ano, obviamente. Ainda por cima, são pessoas que me dizem muito, principalmente porque estão ligadas também ao Futebol Clube do Porto. Mas dentro das três tragédias, eu penso que a questão do Diogo Jota e do André Silva pela idade, obviamente, e Jorge Costa também, algo completamente inesperado. Jorge Nuno Pinto da Costa, sabia-se da doença, também já com uma idade relativamente avançada, era algo expectável. Mas Jorge Costa, da forma que foi, onde foi, e ainda por cima ele tinha regressado onde queria regressar, estava a fazer um bom trabalho, e foi um murro no estômago duríssimo. E depois, obviamente, o Diogo Jota e o André Silva. Eu vi muitas vezes o André Silva jogar, até bastantes mais vezes do que o Diogo Jota, e foi algo também duro de superar. É difícil fugir a essas três perdas grandes, mas principalmente dos mais jovens, e de Jorge Costa, que foi também algo completamente inesperado. Principalmente para as famílias deles e para os pais do Diogo Jota e do André Silva, que acredito que tenha sido terrível, nem quero imaginar. Para eles, principalmente, que encontrem um pouco de paz e que tenham um 2026 um pouco melhor.
Pedro Henriques, fechamos contigo esta parte dos destaques pela negativa. São momentos que marcam estes que falaram o Augusto Inácio e também o Luís Pinto de Coelho.
Sim, eu aqui destacaria sobretudo, aliás, era também o meu lado negativo, porque independentemente dos resultados desportivos melhores ou piores, eu não sei bem explicar se isso é uma desgraça, é uma catástrofe, não sei bem, porque as pessoas dizem que tudo na vida faz algum sentido e tem algum sentido. Eu não sou assim tão crente, mas é a minha maneira de ser e de estar. Eu acho que há coisas que não fazem absolutamente sentido nenhum. E dois jovens morrerem num acidente não faz sentido nenhum. E com tanto futuro e todas as pessoas merecem viver, obviamente, mas depois há pessoas que nós percebemos claramente que pela sua bondade, pela sua maneira de ser, por aquilo que são em termos de sociedade, é, se é que se pode dizer, de uma injustiça que nem sequer se consegue qualificar. E por isso eu diria que Diogo Jota e André Silva e as perdas destes dois jovens da maneira como foi, passa muito para além do desporto. É aquilo que o Luís também estava a dizer, tem a ver sobretudo com as famílias, com os filhos, com a mulher, com tudo, e com os pais. É qualquer coisa inqualificável. E obviamente também a questão do Jorge Costa, porque embora com outra idade, acaba por ser uma pessoa jovem ainda, e jovem no sentido com muito para fazer e para dar. E como já aqui algumas vezes até referimos, quando olhamos para o banco do Futebol Clube do Porto, aquela experiência que ele dava.
Era uma referência.
Era uma referência, tudo isso que nós já aqui falamos. Eu acho que claramente estas três mortes, estas três perdas, para mim, são o meu destaque completamente negativo. E já agora, um parêntese de 15 segundos para deixar aqui um recado às pessoas, porque eu acho que isso também tem muito a ver com aquilo que é o menos positivo e que tem a ver também com o desporto, e tem muito a ver com as redes sociais e com tudo mais que nós vemos, que é quando te dizes e dás uma opinião, aparece logo 50 mil pessoas não a falarem da tua opinião, mas sobretudo a tentarem destratar, dar alta, baixo, como se tu fosses a pior pessoa do mundo. E eu relembro aquela frase que é: se cada um de nós pensar em limpar o seu próprio quintal, claramente que o mundo era composto de quintais todos mais limpos. Mas nós insistimos em manter o nosso quintal sujo e olhar para o quintal do vizinho para fazer a crítica da folha ou do papel que lá está e que está sujo. E aquilo que acho que era importante é que cada um de nós pudesse olhar cada vez mais para dentro, tentar fazer aquilo que pode fazer para a limpeza do seu próprio quintal, porque garantidamente o produto final será melhor. E quando alguém dá uma opinião, e porque há pessoas que se expõem publicamente como todos nós, possam criticar essa opinião, mas da mesma maneira que nós erramos, as pessoas possam fazer críticas sem entrar no aspecto pessoal, sem entrar no aspecto daquilo que é a idoneidade. E infelizmente, o desporto, porque estamos a falar de desporto, está cada vez mais carregado disso mesmo. Basta um treinador, um presidente, um jogador, um comentador dizer qualquer coisa que as pessoas em vez de analisarem o que ele disse e acharem correto ou incorreto, vão é tentar destratar as pessoas. E portanto, para este tipo de pessoas, e há aí muitas, um 2026 bastante bom. Olhem, estudem, façam qualquer coisa para serem melhores. Vão treinar, façam exercício, ou então comprem neurônios, uma coisa qualquer, mas melhorem, por favor, o comportamento e a atitude.
No fim do dia, são só opiniões. Estamos aqui a dar todos as nossas, neste caso vocês, e cada opinião é uma opinião. E se for dada com respeito, tem que ser sempre respeitada. Nos destaques de ontem tivemos, já disse, essa vitória do Arsenal, 4 x 1 frente ao Aston Villa. O Manchester United, de forma surpreendente, empatou com o último classificado, com o Wolves, que está em claras dificuldades, tem apenas três pontos nesta edição. Ontem conseguiu mais um, precioso ou não, não se sabe, e também não se percebe como é que o Manchester United de Rúben Amorim não consegue vencer este jogo. Mas para já avançamos para as vossas notas, de certeza mais ligadas aqui a temas da atualidade. Luís, começo por ti.
Vou dar aqui ao Arsenal. É uma equipa muito forte, muito difícil de bater. E ontem estive muito atento, porque o Aston Villa é aquela equipa que me preocupa um bocadinho na Liga Europa.
Para o Futebol Clube do Porto.
Sim, e porque tem aquele treinador que ganha Ligas Europas com alguma facilidade, e acho que se calhar é aquele grande candidato até a ganhar a Liga Europa. Mas o Arsenal é um rolo compressor, quando embala, aquilo é complicado de parar. E acredito que este ano vão conseguir chegar ao título. Parece-me que é a equipa mais competitiva, que falha menos, pois também é muito forte nas bolas paradas e decide muitos jogos aí. Acho que este Arsenal vai ganhar a Premier League, por isso um 18 para o Arsenal.
O City que tem um jogo difícil nesta jornada, joga dia 1 de janeiro frente ao Sunderland, que também está a fazer uma boa campanha, está no sétimo lugar da Premier League. Augusto Inácio, as tuas notas.
Tenho que dar, infelizmente, uma nota negativa, que não gosto nada de dar, gosto só de dar positivos, mas tenho que dar nota 5 ao Manchester United, porque realmente o Manchester nunca mais acerta. De repente faz um jogo e ganha, quando depois no outro jogo parece que vai ganhar e perde ou empata, como foi o caso ontem. O Wolverhampton só tinha dois pontos, vai empatar ao Manchester, faz o terceiro ponto. É realmente um momento muito complicado em que se nota que o Manchester parece que tem um caminho, mas parece desviar do caminho, depois quer voltar ao caminho e nunca mais acerta. E não há estabilidade nenhuma. Por isso, nota 5, que infelizmente espero dar nota 20 ao Ruben Amorim no final da época, para dizer que ele realmente conseguiu fazer alguma coisa de jeito no Manchester United.
Pedro Henriques, em 30 segundos.
Nem preciso de tanto, é a nota de campeão para o campeão, para nós todos e para as pessoas que nos estão a ouvir. Saúde, paz, alegria, amor, todas essas coisas que são palavras, mas mais do que palavras, coloquem isso no dia a dia. E olhem que 2026 seja um grande ano. Portanto, é isso que eu neste momento desejo. E não consigo pensar em mais nada agora senão um bom ano para todos e um 2026 cheio de tudo aquilo que nós queremos.
O nosso sentimental, Pedro Henriques, sempre a apelar aqui à paz. Um bom 2026 para todos. Temos encontro marcado já no dia 2. Um grande abraço a todos.