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Vem aí mais um caneco para a seleção portuguesa. Estamos todos a pensar no mesmo e vamos dar destaque a isso mesmo na Rádio Observador e nesta edição de domingo de "E o Campeão É". No final, há notas de 0 a 20, já lá vamos, mas isto não se faz sem os comentários dos convocados para o dia de hoje. Não sei se entram em campo mais logo, mas estão convocados. Pedro Henriques, João Castro, Luís Pinto Coelho, bem-vindos, muito bom dia. Muito bom dia, meus caros, como estão todos? Confiantes?
Bom dia. Sempre.
Sempre.
Boa, fantástico. É isso que se espera para mais logo. Luís Pinto Coelho, temos Portugal-Espanha, final da Liga das Nações. É um troféu de bom memória para ambas as seleções, já venceram. Portugal tem uma equipa com ótimos jogadores, isso ninguém põe em causa. Temos dos melhores do mundo em várias posições. A minha pergunta para ti é se apenas isto é suficiente para vencer a Espanha ou é preciso um pouco mais.
É preciso sempre um pouco mais, é preciso a inspiração individual. Muitas vezes estes jogos definem-se em pequenos pormenores e há muitos talentos de parte a parte que podem decidir o jogo a qualquer momento. Eu acho que a Espanha, neste momento, está num patamar acima de Portugal. Eu acho que o favoritismo, eu diria uns 60/40 para o lado deles. Mas nós também temos uma excelente seleção, muito talento individual também. Normalmente somos uma equipa sempre organizada, por isso acho que vai ser um jogo disputado e mais difícil para a Espanha do que foi contra a França, embora aquela parte final a França recuperou um bocadinho. Mas acho que nós vamos criar mais problemas à Espanha do que a França criou. Eu acho que nós temos mais qualidade na circulação de bola e isso, tirando um bocadinho a bola à Espanha, também acredito que não se sintam tão confortáveis no jogo. E o nosso meio-campo tem capacidade. Precisamos depois também é de ser bastante objetivos no último terço, porque também não acredito que vão existir assim tantas oportunidades e temos que ser eficazes e bastante objetivos, mas acho que temos qualidade para jogar de igual para igual com a Espanha.
João Castro, tu és um especialista na observação de talentos, eu gosto de te chamar assim. Muito se fala de Yamal nesta final e também de Cristiano Ronaldo, mas Espanha não é só deste prodígio do Barcelona. Há aqui mais jogadores a ter em conta. Quem é que tu destacas?
Olha, destaco logo o Pedri no meio-campo e também o Williams na extrema esquerda, porque acho que também vão ser duas peças-chave neste jogo. Pelo Pedri, obviamente, por tudo o que faz a equipa jogar e circular a linha da bola no meio-campo. E depois o Williams, obviamente o Nico Williams, porque joga do lado esquerdo, vamos ver quem é o lateral-direito de Portugal. Porque dentro deste xadrez, que é um jogo coletivo, depois há vários jogos, entre aspas, individuais, um contra um, Yamal contra Nuno Mendes, portanto, um dos melhores do mundo ou melhor do mundo contra o melhor lateral-esquerdo do mundo. Depois, no meio-campo, vamos ter ali o Pedri versus Vitinha também. Depois do lado direito, o Williams, vamos ver se vai apanhar o João Neves, se vai apanhar o Nelson Semedo, o Pedro Henriques já nos vai dizer o 11. A verdade é que o jogo de futebol é muito aquilo coletivo, mas depois é muito duelos individuais. E eu acho que Espanha coletivamente é superior a Portugal nesta altura, e Portugal terá que, obviamente, subir um bocadinho em termos coletivos para travar esta Espanha. Depois há muito estes confrontos individuais, vai ter que haver um apoio sobre o Nuno Mendes a ajudar o Yamal a não poder vir para o meio à vontade e, portanto, o médio que joga ali daquele lado terá que fazer alguma compensação. Aquilo que o Luís disse é verdade, Portugal, se tiver mais posse de bola do que a que a Espanha está habituada, vai deixá-los desconfortáveis, porque é uma equipa que gosta de ter bola e não gosta de defender sem bola. E, portanto, eu acho que estes confrontos individuais todos vão ser fundamentais para decidir. Depois há a questão do detalhe, da inspiração, do erro, quem errar menos, mas acho que tem tudo para ser um grande jogo, sobretudo aqui, porque Portugal também tem muita qualidade e, portanto, vamos ver qual é o 11 apresentado. Às vezes as pessoas também olham para Portugal e desvalorizam um bocadinho.
Temos sempre tendência a achar que a galinha da vizinha é sempre melhor que a nossa.
Era isso que eu ia dizer. Fui bem lembrado, porque eu acho que se olharmos depois para muitas peças, obviamente que depende do 11, do selecionador, mas se olharmos para muitas peças, eu acho que Portugal tem perfeitas condições para se debater fortemente contra esta Espanha e superiorizar-se. Agora, depende muito destes fatores, destes duelos individuais que vão aparecer no campo e obviamente toda uma dinâmica coletiva que tem que aparecer desde o início. Não podemos deixar a Espanha, obviamente, fazer o que fez à França e ganhar aquela vantagem, que aí será muito mais difícil. E, portanto, acho que se Portugal até marcar primeiro, as coisas vão-se complicar um bocadinho para o lado de Espanha. Agora, que vai ser um grande jogo, isso vai.
Pedro Henriques, o João Castro está desejoso de conhecer as tuas apostas para o 11. Não vamos revelá-las para já, criar aqui um pouco mais de suspense, até para o João Castro sofrer aqui um bocadinho. Pode que sofra agora e não logo à noite. A minha pergunta para ti é: diz-se muitas vezes no mundo do futebol que as finais não são para se jogar, são para se ganhar. É esta a mentalidade para Portugal assim que soar o apito em Munique?
Sim, mas isto é para as duas equipas ou para as duas seleções. Acho que Portugal e Espanha percebem claramente que é uma final, que é uma final para ganhar, independentemente de jogares melhor ou pior. Eu acho é que vai ser difícil jogar-se pior, na perspectiva de que as duas equipas jogam muito bem. E são duas seleções que estão num bom momento, quer do ponto de vista individual, quer do ponto de vista coletivo. E eu acho que, por muito que se amarrem taticamente ao jogo, eu acho que vai ser difícil, até porque é a Liga das Nações, é a terceira competição mais importante para as seleções. Não é propriamente a final do Campeonato do Mundo, e isso faz com que eu acho que o jogo possa ter
De cabeça, na perspectiva de que não vai haver aquela coisa de termos medo de errar. E nessa perspectiva, acho que vai ser um jogo de qualidade, sob o ponto de vista do jogo jogado. Acho que vamos todos gostar muito deste jogo. Claro, em termos de bola, obviamente gostaríamos muito mais se ganharmos. Acho que hoje, havendo tanto talento espalhado pelo campo e qualquer um deles possa ser importante e decisivo no jogo, eu diria que hoje o fator diferenciador e que vai fazer com que uma das seleções vá ganhar será ou o Unai Simón ou o Diogo Costa. Portanto, a minha aposta hoje é que estará nos guarda-redes, se calhar, a diferença em relação àquilo que possa ser a seleção que vai ganhar. É só um feeling. Relativamente aos 11, queres deixar para mais adiante isso?
Sim, já lá vamos. Ainda temos muita coisa para falar sobre este encontro.
Ok.
Luís Pinto Coelho, volto a ti perguntar-te, até porque também és um homem experiente. Eu há bocadinho estava aqui a tecer elogios ao João Castro na capacidade de observação, mas tu também não ficas atrás e é por isso que estás aqui conosco praticamente todos os dias. Onde é que está a chave para Portugal desbloquear este jogo, esta final, que será certamente quentinho. Ainda por cima um jogo entre dois países vizinhos. Há aqui muita rivalidade à mistura.
Sim, não é fácil encontrar pontos fracos nesta seleção espanhola. Eu até considero que esta seleção espanhola é mais complicada do que aquela que foi duas vezes campeã da Europa e campeã do mundo de seguida, porque essa seleção tinha muito talento na posse de bola, com o Iniesta, o Xavi, o Fàbregas, só que não tinha extremos com esta objetividade e com esta velocidade que a Espanha tem. Por isso a Espanha consegue jogar das duas formas, em posse e depois também em transição, quando é preciso. Não é fácil, não queria estar na posição do nosso selecionador e da sua equipa técnica. Por isso é que todas as seleções têm muita dificuldade em preparar os jogos contra a Espanha. Agora, foi o que eu referi há pouco. Acho que termos bastante bola e fazer os espanhóis andar um bocadinho atrás da bola, desgastá-los sem bola, acho que isso pode ser essencial. A minha dúvida aqui é que nós temos quatro médios que são preponderantes nesta equipa. O Vitinho, o João Neves, o Bruno Fernandes e o Bernardo. Quem é que ele vai abdicar? Eu acho que o Vitinha, obviamente, vai ser titular. E o Bruno Fernandes também parece-me que sim.
O Pedro Henriques ali à distância já estava a dizer nenhum, mas Pedro, já lá vamos.
Vão jogar esses quatro.
Termina, Luís Pinto Coelho.
Eu não acredito que joguem os quatro, porque eu acho que também precisamos de alguém no corredor depois para esticar. Não sei, é difícil de arriscar quem é que ele pode deixar de fora. Agora, obviamente que Vitinha vai ser titular e vai ser o pêndulo e o gestor de ritmos de Portugal, mas é uma boa dor de cabeça para Roberto Martínez.
Antes fossem todos assim. João Castro, queria também perguntar-te: há aqui algum tipo de semelhanças entre este Portugal-Espanha face ao Portugal-Alemanha, ou este adversário é demasiado diferente para se poder fazer comparações com o que Portugal conseguiu fazer na meia-final?
Olha, acho que há muita diferença. Para já, Portugal é superior à Alemanha nesta altura. Mesmo a partir do banco, acho que somos mais fortes do que a Alemanha, que estava com bastantes baixas. Portanto, acho que é totalmente diferente jogares contra a Alemanha nesta altura do que jogar com a Espanha. A Espanha está acima da Alemanha e o futebol é diferente de ambas as seleções. Portanto, acho que é um desafio completamente novo para a seleção. E daí dizer-te desde já que é muito mais difícil defrontar esta Espanha do que esta Alemanha, mesmo sendo em casa como a Alemanha jogou e nós vencemos. Antigamente, sim, éramos inferiores. Quando ganhamos em Estugarda com o golo do Carlos Manuel, éramos claramente inferiores à seleção alemã. E aí, sim, foi uma vitória completamente histórica. Esta vitória acho que foi normal perante o valor da seleção. Obviamente que é sempre difícil vencer na Alemanha, os clubes portugueses também que o digam. Mas é que esta Espanha, lá está, daquilo que o Luís estava a referir, esta Espanha, comparativamente à Espanha que foi campeã do mundo e da Europa, é mais objetiva na busca do gol. Ou seja, a outra circulava muito mais a bola, muito mais paciente. Esta tem a capacidade de disparar muito mais rapidamente e ser mais objetiva. E o selecionador trouxe-lhes isso, fruto também, obviamente, da qualidade que tem nas alas e do talento que tem lá disponível. Mas a verdade é que é muito mais objetiva, o que faz com que seja mais difícil parar esta Espanha, porque tens que parar por meio, porque também tem jogadores para isso, e depois tens jogadores muito fortes nas alas. E, portanto, quando apanham seleções que têm dificuldade em defender certas determinadas zonas, como a França teve em alguns momentos, torna-se tudo mais complicado. Agora, defensivamente, eu acho que não é a melhor seleção de Espanha de sempre. Eu acho que aí é um ponto que Portugal tem que explorar. Aliás, quando a França fez aquelas alterações e meteu mais talento, mais circulação de bola, a verdade é que conseguiu descobrir caminhos para a baliza. Portanto, eu acho que aí será o ponto fraco desta seleção espanhola. Ela, não tendo bola, mais desconfortável a defender e, portanto, se Portugal conseguir assumir o jogo, acho que aí a Espanha vai se sentir sempre mais desconfortável, sobretudo no eixo defensivo, onde eu acho que deixam alguns espaços, porque é uma equipa que gosta mais de atacar do que defender.
Pedro Henriques, há bocadinho já percebemos que eventualmente estás em discórdia com o Luís Pinto Coelho no que toca ao onze.
Hoje há aqui discórdia.
E, portanto, estamos desejosos de saber quem são os teus eleitos e se quiseres também arriscar no onze do outro lado, não sei se consegues. Então vamos a isso, vamos em frente.
Vai ser o Cristiano Ronaldo na baliza, o Éder na frente, João Neves e João Félix os meias de frente que vão brincar. Ora bem, Diogo Costa, eu acho que hoje não vai ser para inventar e vai ser o onze mais básico e titular possível neste momento. Atendendo aqui também que há aqui alguns jogadores que estão indisponíveis, ou que eu acho que estão indisponíveis, como é o caso do Rafael Leão Diogo Costa na baliza, Gonçalo Inácio, Rúben Dias, Nuno Mendes à esquerda, Nelson Semedo à direita, João Neves, Vitinha, a fazer dois jogadores atrás de um trio, que eu acho que não deixa dúvidas para hoje, que é Bernardo Silva à direita, Bruno Fernandes ao meio, Pedro Neto à esquerda e lá à frente Cristiano Ronaldo. Eu acho que hoje a seleção vai puxar nisto. Relativamente à Espanha, também acho que não há grandes dúvidas, Unai Simón na baliza.
Unai Simón, sim.
Unai Simón, Cubarsí e Ününç, centrais, Marc Cucurella, direito e esquerdo. Depois, Joselu Giménez atrás do Pedri e do Merino e depois à frente, Yamal numa ala, Nico Williams na outra e Oyarzabal à frente. Eu acho que também não vai fugir muito disso.
Fica aqui as escolhas do Pedro Henriques.
Falhaste em dois na Espanha.
Ui!
Quais são?
Acho que o Fabián Ruiz vai jogar.
E qual é o outro?
E eu acho que o Porro não vai jogar.
Fazemos assim, para ser mais fácil. Cada um de vocês mete no WhatsApp os 11, tanto de um como de outro, e no final vemos quem acertou mais. Pode ser no nosso grupo do WhatsApp?
Pode ser.
Mais aqui um bocadinho, para acabar aqui entre nós. 11 de Portugal, eu gosto desse 11 e acho que até faz sentido. Agora, não sei.
É contestável ou não?
Sim, gostava desse 11. A minha dúvida é se não jogará Dalot para fazer aqueles movimentos que o Dalot tem feito. A ir para dentro, mas o 11 que o Pedro disse faz todo sentido, porque o Nelson Semedo é mais lateral de corredor e tendo o Bernardo à frente, o Bernardo vai fazer movimentos interiores, fazia sentido. Eu vou com o 11 do Pedro. Gosto.
Esperemos que esse seja um 11 vencedor. Meus caros, antes de irmos às notas e aos campeões do dia, como habitualmente fazemos aqui todos os dias no "Campeão", eu tenho uma pergunta para vocês, até porque Portugal pode hoje ganhar a Liga das Nações. Não será a primeira vez, porque em 2019, no Estádio do Dragão, com um golo do Gonçalo Guedes, Portugal frente aos Países Baixos, também importa dizer, Portugal já conquistou este troféu, na altura o segundo a ser levantado depois da conquista do Euro 2016. Vou começar pelo João Castro, que eu tenho aqui uma suspeita onde é que estaria o Luís Pinto Coelho em 2019. João Castro, vou começar por ti. Onde é que estavas em 2019 quando Portugal venceu pela primeira vez a Liga das Nações?
Isso foi em que mês? Só para me situar.
Onde é que viste o jogo?
Sim, eu recordo-me perfeitamente. Eu vi o jogo, eu acho que estava de férias. Eu acho que estava no Algarve e acompanhei o percurso da seleção e acho que estava realmente no Algarve a ver o jogo e estava a ver numa esplanada com muitos portugueses a festejar esse título. Acho que estaria aí no Algarve a ver realmente o jogo da vitória. Lembro-me perfeitamente que estava de férias, portanto quase que apostava que estava no Algarve.
Foi a 9 de junho de 2019 e no Algarve onde há muitos por norma, muitos neerlandeses.
Eu recordo-me que estava com muitos holandeses também. Mas supersimpáticos. E foi aí que eu vi o jogo, foi no Algarve e estava realmente muita gente a assistir ao jogo nas esplanadas. Acho que foi até das melhores participações de sempre de Portugal numa competição em termos de futebol jogado. Ou seja, acho que foi o melhor futebol que Portugal apresentou nos últimos anos. Se calhar, foi mesmo na Liga das Nações.
E tu, Pedro Henriques, lembras-te desse encontro?
Sim, estou sempre a trabalhar, não é fácil. Desde 2010 que eu saí da arbitragem e tudo o que é jogos de seleção, Benfica, Porto e Sporting, estou sempre a trabalhar. A trabalhar no sentido de estar ao serviço de uma rádio ou de uma televisão. E nessa altura vi o jogo nas antigas instalações da Bola TV, porque depois entrei em direto na Bola TV.
Para acompanhar, sempre a trabalhar o Pedro Henriques. Falta-nos o Luís Pinto Coelho, saber onde é que estavas tu quando foi essa final ganha por Portugal e onde é que viste esse encontro.
Ora imaginem.
Bem, começa com estádio e acaba em Dragão.
Exato, era o que eu estava a pensar. Ora bem, de cá escola ao peito. Sim, vi no Estádio do Dragão e concordo com o que foi dito, que foram belos jogos de Portugal nessa final four. E foi um excelente momento ver Portugal ao vivo a levantar um troféu. Foi uma boa exibição e merecida, uma conquista excelente de Portugal.
E mais logo temos essa grande final, Portugal-Espanha, final da Liga das Nações. Emissão especial a começar depois das 19h10, aqui na Rádio Observador, com relato em direto do Miguel Cordeiro e também do Diogo Varela, comentários do João Pinto e, como sempre, do Pedro Henriques, o nosso áudio-árbitro de serviço, que nos vai ajudar a analisar todos os lances. Esperemos que não sejam muitos e que seja uma final mais tranquila, mas suspeitamos que vai ser bem quentinho. Avançamos para as notas de campeão. João Castro, começo por ti. Vamos a isso.
Olha, hoje é fácil. Nota 20 para a equipa de andebol do Sporting. Segundo triplete consecutivo. Vence tudo o que há para ganhar a nível nacional pelo segundo ano consecutivo. Uma excelente participação europeia. E eu diria que é a melhor equipa de andebol que Portugal já teve, com todo o respeito pelas equipas do ABC e do Porto, que também dominaram a modalidade durante muitos anos e com grandes equipas. Mas esta equipa realmente é superlativa e, portanto, hoje a nota de destaque, nota 20 e depois para logo, obviamente, nota 18 para esta final, que eu acho que vai ser realmente muito bem jogada e que vai decidir quem é que fica com a Olivença.
Luís Pinto Coelho, vamos lá conhecer a tua nota e os teus campeões do dia.
Vou dar, obviamente, hoje para o grande jogo, um 19. Será 20 se Portugal conquistar o troféu, como assim espero. Mas acho que estamos todos ansiosos pelo grande jogo de logo. Acho que já fazia algum tempo que não estávamos assim se calhar tão ansiosos para ver um jogo da seleção, até pela qualidade da Espanha também. E eu acho que é uma boa maneira de terminar um fim de semana com um jogo destes, por isso um 19 para a grande final de logo.
Falta-nos ouvir as notas e os campeões do Pedro Henriques. Vamos embora?
Sim, vou dar seguimento àquilo que disse o Luís Pinto Coelho, porque realmente hoje é o jogo dos jogos. É um grande jogo, estamos todos exatamente com essa ansiedade, porque também vemos, por um lado, uma Espanha que é fortíssima, mas também um Portugal que deixou muito bons indicadores naquilo que foi a meia-final. E é só relembrar que esta competição é extraordinária, porque não só as meias-finais foram boas, como eu penso que vai ser a final, como também vamos chamar os quartos de final, aqueles quatro jogos de dupla jornada, foram todos eles extraordinários. E portanto, é uma competição que tem mesmo que continuar, porque faz todo o sentido. Nota 18 para a final da Liga das Nações, mas também vou já dar por antecipação e adivinhação, nota 19 para o golo do Cristiano Ronaldo. Que grande golo! Depois digam se não é verdade.
Esperemos que se confirme e que seja mais do que um, que é bom sinal. Está bem? Fica aqui prometido. E o "Campeão" fica por aqui. Mais logo essa emissão especial para acompanhar Portugal-Espanha, final da Liga das Nações. Amanhã e o "Campeão" está de regresso na hora habitual, depois do 12h30.