Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
O Real Madrid está em vantagem na eliminatória frente ao Benfica, na Liga dos Campeões. No Estádio da Luz, os merengues venceram pela primeira vez na história, 1x0, gol de Vinicius Junior. Um jogo que acabou por ficar manchado por casos extra futebol. A partida esteve interrompida por 10 minutos devido a um alegado caso de racismo. Vinicius Junior acusa Gianluca Prestianni de ter proferido acusações racistas. O jogo esteve interrompido, prosseguiu 10 minutos depois, sem que ninguém tenha sido sancionado. A UEFA diz que está a analisar. Foi emitido um curto comunicado. Pode ler-se: "O relatório oficial está a ser analisado. No caso de algo ser reportado, então será aberta a respectiva investigação e, em caso de sanções disciplinares, essas vão ser anunciadas no site da UEFA. Não temos mais informações ou comentários a fazer." Isto é o que diz a UEFA. No programa de hoje vamos falar deste caso e vamos essencialmente falar do jogo, do desporto em si. Eu sou o Miguel Cordeiro, comigo estão o Bruno Roseiro, o Gabriel Alves, o Pedro Henriques e o Augusto Inácio. Boa tarde a todos. Bruno, começo por ti e começo pelo jogo jogado. O Real Madrid mostrou que é melhor, mostrou também que está melhor do que estava há três semanas, quando perdeu na Luz. E o Benfica, apesar de tudo, está vivo pra segunda mão, sabendo que vai ser muito difícil no Bernabéu.
Sim, falar sobre o jogo é mais fácil, porque o jogo tem 50 minutos. Parece-me que depois daquele caso, o jogo acaba. Ainda mais depois de José Mourinho ter sido expulso, porque aí percebe-se que os próprios jogadores do Benfica perdem a noção, sobretudo do jogo sem bola, não sabem onde é que podem fazer a zona de pressão e isso, estando lá no estádio, consegue-se perceber. Eu dividiria os 50 minutos em três momentos. Um primeiro momento com uma entrada forte do Benfica, ou seja, a maneira como o Benfica consegue controlar o Real Madrid no sentido de provocar o jogo, constante jogo direto, que era constantemente ganho pelo Otamendi e pelo Tomás Araújo, e a importância de Áujans no meio-campo. Ou seja, é bom muitas vezes ver este tipo de jogos em plano aberto no estádio, porque se percebe que qualquer jogador do Benfica quando tem um problema, a única solução que tem é encontrar Áujans. Áujans é que manda em todo o jogo do Benfica. Há depois uma reação do Real Madrid que, na minha ótica, justifica esta vantagem. E por quê? Não tanto por Vinicius e Mbappé, que acho que um e outro, em termos de jogo jogado, não tem nada a ver com o gol e com tudo o que se passou, ficaram aquém, mas o meio-campo do Real Madrid consegue assumir o jogo. Ou seja, aquilo que Valverde e Camavinga fazem com e sem bola, a maneira como o Guler consegue ir buscar espaços entre linhas e a maneira como o Tchouaméni consegue estar sempre presente em tudo que é recuperações e transições, acho que acaba por colocar o Real Madrid num patamar que justifica a vitória com grande gol. Ainda assim, acredito que o Benfica esteja vivo. Mourinho vai fazer falta no banco. E em relação a tudo o resto, das poucas coisas que eu gostaria de dizer, sobre o racismo, um diz uma coisa, outro diz outra. Acho que tudo o que seja falar mais do que isso é entrar num terreno pantanoso, porque cada um tem a sua versão e acho que terão de ser as entidades competentes a ver que versão, de fato, é que aconteceu. Parece-me é que a UEFA deve aproveitar para ver tudo o resto que aconteceu além deste caso. E tudo o resto é o quê? Houve ou não atos racistas vindos da bancada? Há imagens. O que se passou no final do jogo, na zona dos balneários? Há imagens. E o que é que aconteceu para, eu nem vou à questão do Carreras não ter levado amarelo, que ficaria castigado pela simulação, mas faz muita confusão num jogo desta importância haver um jogador a dar um soco no outro e não haver o mínimo de intervenção do VAR. Portanto, parece-me que a UEFA tem de olhar, de fato, pra este caso e analisá-lo, mas deve analisar tudo aquilo que aconteceu para depois, a partir daí, tomar as respectivas decisões.
Dizes que a UEFA tem de fazer isso. Pela tua experiência, achas que vai fazer?
Acho que o Real Madrid, aquilo que mostrou foi: pode ser o clube ainda com mais Liga dos Campeões, de longe, sem comparação com Milan, nem Liverpool e Bayern, tem mais do dobro. Mas a imagem do Real Madrid, clube da honra, que defendia os valores, que estava acima de todos os outros, é zero. Hoje, é zero. Não é só a questão do comportamento, o Vinicius não celebrou o gol. Pra mim, o Vinicius faz muito mais do que isso, é uma provocação constante, e não foi só apenas no gol. Há dois cantos nos descontos, que depois eu quando cheguei à casa, reparei, puxei atrás e vi outra vez o jogo. As imagens não mostram porque começam a focar guarda-redes, o árbitro, o que é que se passa na área, etc. Há dois cantos que aquilo que Mbappé, Vinicius e o Alexander-Arnold fazem é estar a torear adeptos. Não há outra expressão, porque chutam a bola, põem duas bolas, depois chutam a garrafa, depois afastam a garrafa, depois põem a garrafa outra vez dentro. E sinceramente, ver aquele tipo de ações, jogadores com a camisola do Real Madrid, faz muita confusão, mas de fato é a confirmação de um clube que está em constante mutação, que agora até vai abrir capital em investimento externo.
O Real Madrid com o qual eu cresci, acho que em termos de valores, acabou.
Gabriel Alves, o que fica deste encontro e pode o Benfica ainda sonhar com o apuramento?
Boa tarde. Vou começar por dar aqui sequência ao que o Bruno estava a dizer. A questão de abrir capital externo parece que não é assim tão fácil, porque obviamente abrir, pode abrir, mas segundo aquilo que são as leis, há um certo medo de que 5% se possam tornar rapidamente em 52% ou 55% e quem investe 5%, ser o dono do Real Madrid, que é uma coisa que naturalmente os interesses instalados no Real Madrid não querem. Querem dinheiro, mas não querem mais do que isso. Depois, temos a questão que o Real Madrid parece não estar, sendo um clube rico, obviamente, nem se quer ponho isso em causa, mas o ser rico não quer dizer que navegue por boas águas, porque fez um grande estádio, fez um grande investimento. Cheguei ali na imprensa espanhola ao tempo que investia na pedra e não investia em jogadores. Portanto, não teve ali o consenso global, dentro daquilo que é o consenso ou não consenso da imprensa madrilena, não estou a falar da espanhola. A verdade é que fez do estádio um dos setores para maior rendimento os concertos. E a verdade é que o povo da Castilhana, o povo de Madrid, disse não. Portanto, não confundam muitas vezes madridistas com aquilo que são os madrilenos. As pessoas queriam fazer concertos numa área urbana com a dimensão que tem a Castilhana e tudo o que está à volta, no San Martín, que é no centro dessa zona, naturalmente não foi possível e perdeu um rendimento de alto calibre daquilo que era para financiar e, portanto, rentabilizar as finanças do clube. Esse rendimento passou para o seu adversário, que tem um estádio não em zona urbana, que é o Metropolitano, estão lá os concertos todos. E depois ainda há aqui uma outra terceira situação que vem dar com tudo isto, e eu estou atento àquilo que diz a imprensa espanhola, e que ela está e foca, é as pazes que Florentino Pérez, com o Real Madrid sem ganhar nada o ano passado, este ano com todas as dificuldades, embora agora esteja à frente da Liga com as perdas do Barcelona. A verdade é que fez as pazes com o Ceferin, com o presidente da UEFA e com o presidente-
O fim da Superliga, não é?
O fim da Superliga, de um momento para o outro, e parece que não quer ser derrotado, mas obviamente que aquilo que se vai lendo também na imprensa. Eu estou querendo focar na imprensa, nem estou a pôr a minha opinião, é uma perda. Naturalmente, foi necessário chegar a este acordo, porque senão os rendimentos são difíceis. Mas isto vem a ver com o seguinte: é que também há aqui o futebol inglês, porque os rendimentos hoje do futebol inglês são quase o dobro daquilo que é o espanhol. Isto mete medo, e mete medo ao Real Madrid, com todo o seu prestígio e com todo o seu enorme museu. E depois há aqui uma outra situação, o Sr. Ceferin, que a determinada altura de todo este processo, disse que não se recandidatava em 2027, portanto, outra vez à presidência da UEFA, porque Boban, um dos vice-presidentes, pôs em causa aquilo que viciava os estatutos da UEFA. Ora bem, neste momento já pondera, naturalmente, vir a ser de novo candidato à presidência da UEFA. Portanto, vejam bem a conjugação e conflitos de interesses que estão em jogo naquilo que é o futebol e, naturalmente, os nossos observadores, aqueles que são adeptos deste, daquele, de acolhe, tudo tem que perceber que isto é um negócio. Agora, resta saber que negócio é este. Isso é que é preciso começarmos todos a perceber. Só o dinheiro é que vale? Não sei. Quanto ao Benfica e as perspectivas em relação, que defenda a sua dignidade e jogo é jogo, e 90 minutos são 90 minutos, e tudo, como eu digo sempre, é no campo que se resolve. É ir com toda a possibilidade, porque o Real Madrid de ontem está melhor, mas o Real Madrid ainda não é aquele clube. E não é por acaso que em Espanha Arbeloa vai sendo considerado exame. Porque lá no fundo, o que o Real Madrid não quer é um Arbeloa, quer um grande treinador, um grande nome. Não sei se Mourinho ainda vai continuar a ser esse grande nome depois de tudo o que se passou ontem, mas sonham com Klopp, sonham com tanta coisa.
Augusto Inácio, tu analisaste esta prestação encarnada e este duelo com o Real Madrid.
Boa tarde a todos.
Boa tarde.
Eu aceito muito a prestação do Benfica nos primeiros 20 minutos. Acho que o Benfica teve atrevimento, teve coragem, dominou o jogo, esteve por cima do jogo e o Real Madrid, que só era passe em profundidade também para o Mbappé e para o Vinícius, inconsequentes, diria eu, mas depois a partir desse momento, o Real Madrid, como disse o Nuno Azevedo, e bem, tomou conta do meio-campo. Tomando conta do meio-campo, o Benfica não ligando o jogo, sofrendo mais a defender do que propriamente ter oportunidades para atacar, o Real Madrid começou a cercar um pouco mais da baliza do Benfica. Depois, na segunda parte, começa com aquele excelente gol do Vinícius e aí acabou o jogo, praticamente, porque as coisas tornaram-se feias. Já lá vamos depois ao resto. Tornaram-se feias, o jogo perdeu qualidade, o jogo perdeu interesse. Havia mais olhos para outras coisas do que para o próprio jogo. E o Benfica acaba por perder um jogo bem. O Real Madrid mereceu ganhar. Eu diria que não está tudo em aberto para a segunda mão. O Benfica tem menos vantagem na segunda mão, no San Martín, porque o Real Madrid está a ganhar por 1 x 0. Parece-me a mim que o Real Madrid é mais equipe, tem melhores jogadores do que o Benfica, o que é normal, mas no futebol tudo pode acontecer e o Benfica tem que ter essa esperança.
Pedro Henriques, as tuas notas de um jogo que parece que estava a correr bem até o minuto 50.
Sim, há um título que eu li que expressa bem o que aconteceu ontem, que é um jogo feio com um golo bonito. O golo realmente é extraordinário e acho que se analisarmos o golo, é uma obra de arte. Aliás, para mim, um dos melhores jogadores em campo foi o Tomás Araújo, que só não conseguiu resolver o problema do golo, porque de resto limpou tudo que tinha para limpar e o Turbim também fez ali outras defesas muito importantes. E o Vinícius, com tudo o que é qualidades e defeitos, acaba por fazer um golo bonito, acaba por ser um jogador que, se olhássemos só para a parte do futebol, para mim, se calhar, o man of the match. Depois há essa questão daquilo que se pressupõe ter sido ou não uma atitude de racismo. E acho que ela vai ser muito difícil de se provar, porque no fundo é a palavra de um contra o outro. O que nós temos? Temos que realmente há um momento em que o Prestianni tapa a boca com a camisola, terá dito alguma coisa, o Vinícius reage, vai ocorrer logo na atenção do árbitro, quando o jogo já ia recomeçar e a partir daí foi aquilo que nós todos verificamos. Portanto, será sempre a palavra de um contra o outro. Ninguém, de certeza, conseguiu ouvir, embora haja aqui um outro jogador que diz que chamou cinco vezes macaco. Ninguém ouviu, portanto só os próprios. Se calhar, podemos estar perante uma situação em que foi dita alguma coisa, não sei se de natureza racista ou só, entre aspas, "insulto", e acho que vai ser muito difícil provar. O resto, o árbitro, nesse particular, cumpriu o que está protocolado. Uma coisa é se o árbitro ouvir sons, mensagens, gestos ou palavras de alguém, e aí pode agir de acordo com aqueles três passos do protocolo, que é ponto um, paralisação do jogo e aviso no sistema de som. Ponto dois, a suspensão temporária da partida, com regresso às equipas ao vestiário, se permanecer. E ponto três, se continuar, terminar mesmo o jogo. Neste caso concreto, nunca poderia agir disciplinarmente perante uma queixa. O que tem que fazer, porque o árbitro não pode mostrar um amarelo ou um vermelho a alguém, só porque o outro disse que insultou. Tem que ser o árbitro a presenciar. E aí o árbitro não tem culpa. Agora, o árbitro o que faz? Tem que cumprir o protocolo, porque é isso que está escrito. A partir do momento que alguém faz uma queixa de situação de racista, aciona aqueles braços cruzados à frente, parece os chutes e pontapés, o X, e a partir daí tem que mesmo, e é isso que as pessoas não sabem. "Ah, mas por que o árbitro não recomeçou?" Porque é obrigatório que fique marcado aquele momento, mesmo que não se consiga resolver no imediato. As equipas irem até aos bancos, falar com os capitães. Faz parte desta parte protocolar, digamos, aquele, entre aspas, "gasto de tempo", por muito que as pessoas não gostem, por muito que não queiram, que é para marcar exatamente a situação. Agora, vai ser muito difícil, acho eu, se conseguir comprovar, porque será a palavra de um contra o outro. Portanto, eu acho que neste particular, dificilmente vai acontecer qualquer coisa. Depois, se houver agora outras coisas, como imagens que venham, não sei se houve, ou se há, que venham das bancadas, também nesse âmbito, aí já estaremos a falar de outra questão. Ou eventualmente questões que tenham passado nos túneis, já estamos aqui a falar de outra questão. Agora, em termos de arbitragem, para terminar, obviamente, é só ouvir o "Sem Falta" e nos espaços em que eu estou, há uma simulação do Carreira que teria sido cartão amarelo, porque é muito grosseira, é demasiado, mas também já estou como o diga o Bruno, não vou por aí. Mas há dois momentos que não podem passar em claro. Um deles que não pode passar em claro ao VAR e ao árbitro, que é a questão da agressão, ao minuto 83, do Valverde. Há ali entre o murro e o estalo na cabeça do Dalot, isto é evidente. O árbitro está de longe, não vê, segue a indicação do assistente, o assistente está demasiado em cima, vê o movimento dos braços, pode não ter bem a noção do que aconteceu, embora perceba que haja falta. Agora, o vídeo-árbitro tem que intervir aqui. E no meu ponto de vista, ao minuto 85, aquela falta não é pela falta em si, nem todos os árbitros ou os ex-árbitros concordam com isto que eu vou dizer, mas não é pela falta em si, mas é pelo local da falta e aquilo que corta, que é o chamado ataque perigoso, ou ataque prometedor, mais concretamente, far-se-ia um cartão amarelo para o Vinícius. E termino com isto: o Vinícius teve demasiados comportamentos desportivos incorretos que lhe poderiam ter valido, por várias vezes, o cartão amarelo, neste caso, o segundo, porque ele viu o cartão amarelo depois na conversão, porque realmente usou e abusou e isto não pode acontecer. E é nestas circunstâncias que a personalidade do árbitro tem que vir sempre.
Vamos às notas de campeão. Gabriel Alves, começo por ti, 30 segundos.
Olha, nota zero para o árbitro. Chamar a atenção a UEFA e a FIFA. A arbitragem está no olho do furacão em Espanha, na Inglaterra, na Itália. Basta ler as notícias. Tudo gira. E mais, há uma ordem da FIFA que só o capitão deve abordar o árbitro. Afinal, aborda toda gente. Aquela cena ridícula entre o Mbappé e o árbitro de ontem, a mandá-lo afastar na distância para os 9,5 m na marcação do livre, mas o quê? Estavam ali numa conversa em francês. Olha, zero para a arbitragem, zero para a noite europeia de futebol ontem nos estádios.
Augusto Inácio.
Claramente que a nota tem que ser de não ao racismo. Eu acho que essas coisas, embora não se possa apontar o dedo já, de qualquer maneira, tem que haver um inquérito para se perceber realmente de que lado é que vai o culpado. Eu diria que o Pedro Henriques tem razão, quer dizer, a palavra de um contra a palavra de outro. O árbitro não ouviu, porque se o árbitro ouvisse, as coisas seriam completamente diferentes. Mas seja culpado ou não seja culpado o Prestianni, eu diria não ao racismo e acho que todos nós temos o dever sempre de protestar contra tudo isso. Por isso, nota, não sei o que dar, porque não há notas para isto, mas claramente, com toda a força e com toda a energia, não ao racismo.
Bruno Rosário.
Uma nota 20 ao Rodri, médio do City. Ontem percebi que para ganhar a Bola de Ouro, de facto, não basta ser um dos jogadores mais talentosos do mundo, não basta ser o melhor jogador do mundo. De facto, são precisas outras coisas e consigo perceber por que ganhou o Rodri e não ganhou o Vinícius, apesar de toda a celeuma do Real Madrid. E uma nota zero para o Comitê Paralímpico Internacional. Aceitar que atletas russos e bielorrussos possam entrar nos Jogos Paralímpicos de Inverno com as suas bandeiras é o primeiro passo para uma normalização que a mim me preocupa bastante e que destoa um bocadinho daquilo que tem acontecido em termos políticos.
Pedro Henriques.
Sim, a minha nota vai exatamente também de zero para aquilo que aconteceu ontem. Por um lado, o racismo nunca pode entrar em campo, nunca. Temos toda essa consciência. O episódio de ontem deixa-nos muitas dúvidas, está sempre a palavra de um contra o outro e, portanto, não se pode tomar partido por ninguém nesta circunstância concreta. Mas também aqui, se o árbitro esteve mal, e que esteve, na gestão disciplinar do jogo em relação a determinados comportamentos e atitudes, os jogadores também têm uma parte importante e se calhar podemos agarrar em todos. Aquilo que o Prestianni e o próprio Vinícius fizeram, se calhar podia também, por parte deles, ter sido evitado em algumas atitudes e comportamentos e se calhar não estaríamos perante este episódio. E portanto, quando é estas coisas, para que se perceba, a culpa não pode morrer solteira e todos os intervenientes, árbitros e jogadores, podem fazer muito mais e muito melhor.
Está feita esta edição de "E o Campeão É...".