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É a edição de domingo de O Vencedor é na Rádio Observador, com notas de 0 a 20 para os protagonistas da atualidade. A análise hoje está a cargo da Mafalda Pratas, cientista política e colunista do Observador, e também do Henrique Burnay, consultor em assuntos europeus, com a atualidade muito marcada por este incidente no jantar de correspondentes da Casa Branca. Era madrugada em Portugal, ouviram-se disparos no hotel onde decorria este evento. Não aconteceram estes disparos na sala onde estava Donald Trump, Melania Trump e também a comitiva da administração de Donald Trump, mas foi todo um aparato e o presidente norte-americano acabou por ser retirado em segurança, tal como toda a comitiva. Neste "O Vencedor É", vamos ainda depois a outros temas: a reforma laboral, ainda a polêmica em torno de Cristina Ferreira, mas vamos começar mesmo por aqui, Mafalda Pratas, pelo que se passou esta última noite nos Estados Unidos. És grande conhecedora da realidade norte-americana. Nas reações internacionais que estamos também a dar conta na Rádio Observador, todos os líderes internacionais condenam a violência política. As posições estão cada vez mais extremadas para que Donald Trump, em menos de três anos, já tenha tido aqui três episódios deste tipo?
Sim, bom dia. Eu acho que essas reações dos chefes de Estado e chefes de governo estrangeiros são, apesar de tudo, muito expectáveis. Quer dizer, acho que são as únicas reações possíveis neste contexto. Acho que mesmo líderes que se têm oposto bastante às posições de política externa de Donald Trump, como Pedro Sánchez, obviamente não vão dizer: "É ótimo estarmos a fazer este tipo de ataques políticos e de violência política". Portanto, nesse aspecto, acho que não há grande notícia nas reações dos líderes políticos estrangeiros. O que pode acontecer, obviamente, é internamente este incidente, tal como o incidente que ocorreu durante a campanha eleitoral, no início da campanha eleitoral em 2024, bem como, de forma um bocado diferente, o incidente que também decorreu em torno do assassinato de Charlie Kirk, que este tipo de incidentes acabe por contribuir para Donald Trump, em particular, mas é evidente que isto se aplica a ambos os partidos. Eu acho que, apesar de tudo, acaba por haver uma instrumentalização muito grande deste tipo de incidentes por parte do próprio Donald Trump, que tenta, no fundo, mostrar que: "Estão a ver como eu sou uma ameaça a certos grupos, a certas elites, a uma certa ideologia ou modo de vida. Sou o alvo deste tipo de ataques", quando muitas vezes este tipo de ataques, como se viu, aliás, eu creio que acabou por se verificar, quer no ataque que foi feito a Donald Trump durante a campanha, quer no ataque, por exemplo, a Charlie Kirk, a grande maioria destes ataques não são, na verdade, ataques do tipo terrorismo político. Não é uma questão que é organizada por uma associação, seja uma associação radical, mas uma associação de várias pessoas organizada para atingir estes líderes e com isso ter algum ganho político. Não parece que estes casos sejam isso. Estes casos são muito mais aquilo que nos Estados Unidos se chama lone wolf. Portanto, pessoas que têm algum problema, muitas vezes. Lobos solitários. Exatamente. Muitas vezes problemas mentais graves, obviamente, problemas sociais também, e que acabam por fazer este tipo de ataques, mesmo que eles próprios também sejam ideologicamente radicais. O que acontece é que não são ataques planeados por uma organização política. O que acontece é que depois, obviamente, quanto mais estes ataques são vistos e midiatizados, mais pode haver uma espiral em que suscitam mais ataques deste tipo. Ou seja, pessoas que acabam por ficar inspiradas ou, por outro lado, que acabam por ficar: "Bem, se estão a tentar atacar o meu lado político, eu também quero participar e defender as minhas ideias e atacar o outro lado". Portanto, pode haver uma espécie de espiral de violência. E eu acho que tem aumentado um pouco a violência política. Os Estados Unidos sempre foram, no entanto, um país com bastante mais violência e violência política do que a maioria, por exemplo, dos países europeus.
E contra os seus vários presidentes, não é?
Exatamente. Eu acho que, apesar de tudo, temos que ter alguma calma, no sentido em que não estamos aqui perante uma guerra civil. Parece, para já, um lobo solitário que tentou infiltrar-se nesta festa, não conseguiu, isto foi tudo passado junto a um ponto de segurança fora da sala principal, ele nem sequer conseguiu chegar a entrar na sala principal, em grande medida também obviamente por ação dos serviços secretos e da segurança deste tipo de eventos, e com isso conseguiu conter-se este evento. Agora, o problema é se a coisa tende a entrar numa espiral em que mais e mais gente se começa a inspirar neste tipo de acontecimentos para continuar este tipo de ações até eventualmente serem bem-sucedidas. Mas para já, não parece que este tipo de ataque tenha sidoMuito significativo do ponto de vista político. O que pode acontecer é o ataque ser também instrumentalizado por vários actores, mas obviamente pelo próprio Donald Trump, a dizer que com isto é preciso ir mais longe nalguma coisa ou está-se a sentir até psicologicamente atacado e, portanto, vai fazer finca-pé quanto a uma série de outras coisas porque se sente assim ameaçado. Mas para já, eu acho que é importante também contermos estas ações de violência para aquilo que realmente elas são e não estarmos também desesperados por expandir esta violência para a sociedade em geral, quando não é isso que acontece. A grande maioria do público norte-americano não é a favor, obviamente, de violência política e não participa em atos de violência política. Os democratas não são a favor que se faça este tipo de violência contra os republicanos e vice-versa. Portanto, eu acho que é importante mantermos essa ideia. Mesmo que haja muita polarização, não há um aumento grande e significativo da aceitação da violência política.
Então deixa-me chamar também aqui o Henrique Borné, o avaliador de fim de semana. Bem-vindo, Henrique.
Bom dia.
Tens o mesmo entendimento que a Mafalda Pratas?
Tenho. E para não repetir o que a Mafalda disse, e que no essencial concordo, acrescentaria aqui só três notas, uma delas histórica e só por curiosidade. Primeiro ponto, parece-me ser isto que a Mafalda diz, e antes de qualquer ponto, obviamente, isto tudo é condenável, seja um louco solitário, seja outra coisa qualquer, e como seria de esperar, todas as pessoas dizem isto. E isso mostra também a unanimidade que há à volta deste tipo de circunstâncias. Mas o que a Mafalda estava a sublinhar e que me parece importante é que este ato em si não corresponde, normalmente, à violência política organizada. De resto, na história dos presidentes americanos que foram assassinados, só há um caso que parecia ser uma coisa organizada, o assassinato do Lincoln, que previa, além do Lincoln, tentar matar o vice-presidente. Porque, é um detalhe histórico, não, é um detalhe quase constitucional, mas como nos Estados Unidos, na hipótese de morte do presidente, lhe sucede o vice-presidente, enquanto ato político organizado, não seria muito eficiente, porque ao matar o presidente, a administração mantém-se. E portanto, não há na história dos Estados Unidos um caso destes e portanto, tirando com Lincoln, que houve uma tentativa e depois falharam porque tinham planeado matar o vice-presidente e não mataram. Os outros três presidentes que foram mortos foi Garfield, McKinley e Kennedy, claro. E depois há o detalhe, que vocês contaram há pouco, que houve uma tentativa de assassinato a Reagan, precisamente à porta daquele hotel, por coincidência. O que fez com que Reagan faltasse ao jantar da Associated Press, dos correspondentes da Casa Branca, precisamente passado um mês, mas participou por telefone e fez umas piadas por telefone.
Mas é preciso distinguir isto que aconteceu com o Donald Trump, dessas tentativas de assassinato. Hoje foi um incidente e foram disparos na sala ao lado, não é?
Eu acho que, sobretudo, o que faz sentido distinguir, mais do que ter tido sucesso ou não ter tido sucesso, é distinguir quando é violência política organizada de solitários que, por alguma razão de instabilidade emocional ou doença mental, fazem este tipo de ataques. Isso não deixa de ser grave, não deixa de ser perigoso e não deixa de ser uma das razões pelas quais os líderes políticos devem ser particularmente protegidos, porque pode pôr em causa a normalidade constitucional. Estou só a dizer que não é normalmente violência política organizada e, portanto, isso não legitima, evidentemente, que se parta destas circunstâncias ou destes factos para um discurso sobre o outro lado promover a agressividade, etc., porque não é isso. Agora, há de facto um tom na política americana nos últimos anos, que tem sido em crescendo de polarização e de partilha de ódio, e isso tem tudo para poder correr mal. E nesse sentido, se quisermos, a única coisa que podemos ver é que isto pode estar encaixado num tom generalizado de partilha de ódio na política americana e muitas vezes de enorme visibilidade que sucede este gênero de dados. E portanto, muitas vezes pessoas desequilibradas procuram essa visibilidade do ato, até do que lhe aconteça depois. E portanto, eu encaixo aqui, ato condenável, sem dúvida, não há nenhum mas que se possa, não há nenhuma adversativa que se possa colocar na condenação de um ato destes, na sua localização, no espectro da política, dir-se-ia, normalmente não corresponde à violência organizada para depor o poder político existente, até por este detalhe constitucional, mas normalmente corresponde a pessoas que isoladamente resolvem fazer estes atos. Há uma outra nota só, já agora de contexto também, que me parece que não é desinteressante recordar. É que esta seria a primeira vez que Donald Trump ia participar neste jantar dos jornalistas, que começa por ser dos jornalistas acreditados na Casa Branca e depois tem mais uma quantidade de gente a participar, e que tem por hábito ter dois momentos de humor, um feito pelo presidente e outro feito por alguém sobre o presidente. E que isso normalmente é suposto revelar alguma graciosidade de quem está no poder político, que se sujeita a ser gozado, o termo é este, é um roast, a ser gozado, e também a gozar com quem faz a comunicação social. E é evidente que os presidentes que participaram nisto, nem todos tinham um sentido de humor apurado, fino, sobre o fato de serem vítima de notícias de que não gostam, mas encaixam esta ideia. Trump nunca participou neste jantar. E houve uma coisa que Trump disse hoje e que é um outlier em relação às coisas que Trump diz normalmente. Ele diz: "Nós fomos todos levados por um lado e foi muito bonito, porque estivemos juntos democratas e republicanos, progressistas, conservadores, liberais". E isto foi dito por alguém que nunca diz coisas destas, porque se há uma coisa que eu acho que se tem notado neste gênero de ocorrências que se têm andado à volta da administração Trump, quando foi a morte do Charlie Kirk, quando foi a tentativa em Butler, Pensilvânia, é que não há uma frase de reconciliação. Esta administração não tem normalmente expressões de reconciliação da ideia de queApesar do que nos divide, nós estamos todos juntos, isto é uma maioria, o país é isto e a democracia é isto. E nunca tinha havido. Portanto, houve aqui uma expressão, eu não sei se corresponde a uma revisão de pensamento, para ser sincero, tenho a maior das dúvidas, mas se fosse, seria um sinal positivo. Como poderia ser um sinal positivo Trump ir a este jantar, não sabemos, mas também sabemos que disse dentro de um mês faremos um novo jantar, e isso seria um sinal positivo de uma relação com a comunicação social que, pelo contrário, não tem sido muito correta. E deixem-me só recordar aqui três coisas. É que esta é a mesma administração que retirou a Associated Press das pools do presidente, porque a Associated Press passou a usar a expressão Golfo da América, em vez de Golfo do México. Esta é a administração que exigiu aos jornalistas, para estarem creditados no Pentágono, que fizessem um juramento de lealdade ao Pentágono e que não publicassem notícias sem ser por fontes oficiais, coisa que qualquer jornalista razoável obviamente não aceitaria. E esta é a administração que passou a creditar bloggers como se fossem jornalistas, e entre eles foi aquele que é marido da Marjorie Taylor Greene, que perguntou a Zelenskyy por que ele não usava um fato e que muitas vezes são escolhidos pela Karoline Leavitt para fazer as perguntas na Casa Branca. Isto, portanto, para dizer: esta não é uma administração que trata a relação com a comunicação social, a quem normalmente chama fake news, trata com a relação que se deve tratar a comunicação social. Comunicação social diz, com certeza, normalmente coisas que as administrações não gostam. O papel da comunicação social não é dizer coisas que a administração gosta. E esta administração não tem uma relação particularmente simpática e de liberdade de imprensa com a comunicação social. Portanto, esta é uma nota à margem.
Mas vês positivo este reagendamento, pelo menos?
Acho positivo o reagendamento, acho positivo Trump ter dito participar e acho positivo ter dito que foi bonito irmos todos para uma sala onde estivemos todos juntos. Tenho a maior das dúvidas que corresponda a uma mudança, mas por isso, se quiseres uma nota, eu dou um 10 ao que possa sair daqui, porque pode melhorar. Das reações, o 10 não é obviamente à tentativa de assassinato como se calcula.
Claro. Já agora, Mafalda, a tua nota também para este tema.
Sim, eu para já acho que concordo com o 10 relativamente à reação ao assassinato, que para já não parece de todo tão polarizadora como foi, por exemplo, a reação ao assassinato de Charlie Kirk, que foi de fato muito polarizadora e muito pouco reconciliadora. Para já, nada disso parece estar a acontecer e portanto isso é um sinal positivo. O 10 também fica aqui como um bocadinho que pode virar tanto para a negativa como para a positiva, dependendo agora dos próximos dias, das próximas semanas.
Agora temos que ser rápidos se ainda quiserem ir aos outros temas. Por falar até em reações, Mafalda, queres trazer aqui Cristina Ferreira, a forma como reagiu, foi reagindo à polêmica em que está envolvida depois das declarações que fez no programa das manhãs da TVI sobre a violação de uma menor. Foi pior a emenda do que o soneto?
Sim, eu acho que foi ainda pior. Ou seja, por muito chocantes que tenham sido as declarações iniciais, que foram, eu acho, de fato, que é ainda mais grave, a pessoa, no fundo, não conseguir ter o mínimo de autocrítica sobre si própria, sobre aquilo que disse, de ouvir as reações e muitas vezes ouvir reações de pessoas que passaram com experiências diferentes da sua e perceber onde é que errou e até pedir desculpa. E não foi isso que se passou. Portanto, Cristina Ferreira, e eu acho que isto também se deve muito a um certo modo de ataque e de uma certa cultura de ataque e muitas vezes a expressão cancelamento, apesar de aqui obviamente não se aplicar, mas que está muito associado às redes sociais também, que é há um ataque e a pessoa sente quase que o ataque é tão generalizado e é tão grande que, no fundo, se retrai e continua a fazer fim de fé na sua posição, em vez de tentar uma abordagem mais sensata, em que analisa o que diz e percebe que, de fato, não pesou, neste caso, a experiência da vítima como devia ter pesado, e sim, deu demasiada leniência aos perpetradores de um crime horrível. O que isto tem a ver com o tema mais político como aquele que eu tento trazer, mas eu acho que este episódio é muito revelador de uma coisa, é que muitas vezes nós, pessoas que comentamos política na rádio, na televisão, nos jornais, muitas vezes não prestamos grande atenção a estes programas de entretenimento da manhã e da tarde, e muitas vezes também que servem até mais já para umas pessoas com mais idade e o equivalente, que são muitas vezes figuras nas redes sociais que fazem este tipo de declarações. Mas a verdade é que elas muitas vezes retratam aquilo que grande parte da população que não está representada nos programas de comentário político ou nos próprios partidos políticos, o que muita gente pensa, e nós não temos grande experiência e grande contato direto com isso. E eu acho que o fato de Cristina Ferreira, que obviamente é uma pessoa com imenso mediatismo, mas também uma pessoaQue tem obviamente bastante experiência de televisão e de vida, pensar desta forma e sair daquilo naturalmente revela que muita gente ainda pensa assim em termos privados e por isso era tão mais importante que a entrevista posterior dela tentasse não só uma certa autocrítica, mas uma certa educação também para muita gente sobre o que foi dito ali que estava errado e como é que se deve, em contrapartida, olhar para este tipo de ataques e de crimes. Portanto, obviamente, eu vou dar uma nota negativa à Cristina Ferreira, vou dar um quatro à Cristina Ferreira.
Henrique Burnay, queria dizer também ainda a cimeira informal que aconteceu nos Chipres. 30 segundos, conclusões.
30 segundos para dizer que no meio de tudo o que está a passar e todas as críticas que são feitas aos líderes europeus, os líderes europeus reuniram-se informalmente, ou seja, quer dizer que dali não sai nenhuma decisão formal, em Nicosia, que é a presidência rotativa da União Europeia neste momento, os Chipres, e portanto reuniram-se ali. E para dizer que para mim foi uma desilusão, porque sim, lá aprovaram os 90 mil milhões de euros para a Ucrânia, e isso é bom. Começa-se a falar de uma coisa que havemos de ouvir falar nos próximos tempos, o artigo 42.7 do Tratado da União Europeia, que fala sobre a dimensão de segurança e de solidariedade na segurança entre os europeus, segurança e defesa. E nós vamos começar a ouvir falar disto cada vez mais, porque os europeus estão a começar a perceber que têm que construir uma resposta que complementa a NATO e as eventuais dúvidas sobre a NATO. Mas a mim o que me desiludiu mais foi que havia um documento que se chamava "Uma Europa, um Mercado", circulou uma versão espalhada do que seria este documento, que era bastante mais robusta do que aquilo que foi aprovado, a versão que circulou. Os temas são os mesmos, as agendas, os temas de economia e legislação que a Europa se propõe aprovar nos próximos dois anos são os mesmos, mas na primeira versão havia um compromisso entre os vários líderes de pegar num conjunto de assuntos e dizer: "Isto é aquilo que nós precisamos tratar do ponto de vista legislativo e político para conseguirmos, no prazo de dois, três anos, ter uma Europa economicamente mais robusta, explorar melhor o mercado interno e termos mais força internacional". Isto é das coisas que é mais importante a Europa fazer, se quer responder à circunstância internacional, mais do que andarmos todos os dias a discutir Trump ou a relação com os Estados Unidos e a última coisa mais escandalosa que o presidente dos Estados Unidos fez, é como é que a Europa se robustece para responder à situação econômica e tecnológica em que está. E os líderes europeus mantiveram os temas, mas com muito menos compromisso. Ora, a mim, o que me choca é que os chefes de Estado e de governo da União Europeia estejam todos a ver a mesma coisa que se está a passar à sua frente. Percebam que a Europa só existe se os 27 governos colaborarem entre si, porque Bruxelas não existe no sentido de não se poder impor aos governos, e aqui são quem tem o poder de decisão maior, e não serem capazes de dar um passo mais em frente. Eu não quero federalismo, quero, por isso, mais consciência política comum, que foi fraca nesta cimeira. E, portanto, se quiseres é um oito, podia ser melhor. É um oito, porque pode ainda ir a oral um dia.
Sim, e a nota para Cristina Ferreira, acho que não deste, Mafalda. Deste.
Foi um quatro, porque realmente acho que sim. E concordo absolutamente com isto de os líderes europeus terem que se focar talvez menos nas declarações escandalizantes de Trump e mais naquilo que eles próprios podem fazer como resposta e também como garantia para o futuro.
Três temas neste "E o Vence Serei". Obrigada, Mafalda Pratas, Henrique Burnay. E o "Vence Serei" que está de regresso amanhã nas manhãs 360 depois das 08h30 e também na tarde política depois das 18h00.