Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Ela já votou e vai começar agora a falar. Ela que está na Escola Secundária Almeida Garrett. Vamos ouvir essas primeiras declarações da líder do Bloco de Esquerda.
Nas mesas de voto, nas mais variadas tarefas, a garantir que temos um dia de voto que é participado, que tem segurança para toda a gente. É tão importante e é bom assinalar. É sempre um trabalho tão importante, mas num período que estamos a viver pandémico, seguramente, este é o momento de agradecer aos milhares de pessoas que por todo o país, num gesto generoso para com a democracia, estão a garantir que este processo eleitoral decorre da melhor forma. Em segundo lugar, queria apelar a todas as pessoas para virem votar. Estamos a viver um momento difícil, sabemos, e nos momentos difíceis a democracia responde e responde indo votar. E isso é que é preciso, que ninguém fique em casa, que ninguém se esqueça do voto, para que depois também não haja um governo que se possa esquecer dos problemas do país. Isso é que é mais importante, que todas as pessoas venham votar, venham construir soluções. Fazer um apelo também a tanta gente que hoje está isolada com Covid, que venha votar. Tem esse direito, foi decidido que tinha esse direito e deve exercer esse direito, cumprindo todas as regras de segurança. Mas está tudo preparado, como viram, para que votar seja seguro para toda a gente. Ninguém deve ficar em casa. Toda a gente deve vir exercer o seu direito ao voto.
Nas últimas legislativas, a cifra da abstenção fixou-se num valor recorde em democracia, 51,4%. Está preocupada? Acha que este valor pode eventualmente diminuir ou até ser suplantado?
O apelo que faço é sempre o mesmo, é que se venha votar. Na democracia, ninguém está dispensado de vir com o seu voto, construir as soluções para o país. E é por isso tão importante que toda a gente venha votar. Sim, a abstenção não é solução. A abstenção é deixar que outros escolham por nós. É muito importante vir votar e repito, estão todas as condições garantidas para que haja segurança no voto e, portanto, toda a gente deve vir votar, incluindo as pessoas que estão isoladas, que têm esse direito e que, cumprindo todas as regras que lhe foram pedidas, deve vir também exercer esse seu direito ao voto. O voto é seguro. Há milhares de pessoas hoje mobilizadas em todo o país, nas mesas de voto e em todas as tarefas à volta das mesas de voto, para que votar seja seguro, não deixe de exercer o seu direito.
Por votar sempre aqui. Sentiu que havia mais ou menos gente desta vez?
Eu costumo vir votar de manhã, nunca há muita gente à hora que eu venho.
Já vi em filas aqui noutras ocasiões.
Sim, também já vim votar um pouquinho mais tarde do que venho hoje. O que é importante é que as pessoas venham votar, guardemos com toda a serenidade os resultados da abstenção, da participação e fica este apelo. Apelo a que venham votar. Votar é seguro. Quem está isolado tem reconhecido o direito a vir votar. Venha votar nas condições que foram pedidas pela segurança de toda a gente. É muito importante este dia. Há um agradecimento que o país todo tem de fazer a toda a gente que está a trabalhar hoje nas mesas de voto, em tudo, para que o voto decorra com segurança. Não deixe ninguém de vir votar.
Concorda que amanhã possa ser um dia de negociações à esquerda?
Eu não vou fazer mais comentários. Eu julgo que o único papel que eu devo ter hoje é mesmo apelar ao voto. O voto deve ser feito com tranquilidade. As pessoas pensaram, têm a sua opinião, hoje devem vir votar. Isso é que conta e deixo este apelo: venham votar. Quem está isolado exerça também o seu direito, que foi reconhecido, a vir votar com todas as condições de segurança que existem e, naturalmente, respondendo aos apelos dessa mesma segurança que foram feitos sobre horários, sobre máscaras, sobre todos os cuidados. Mas como vimos aqui, votar é seguro. Estão pensados circuitos para que não haja ajuntamentos, para que haja circulação de ar. Toda a gente usa máscara, há desinfetante. Votar é seguro, que ninguém fique em casa, que toda a gente hoje exerça o seu direito.
Como é que vai ser o resto do seu dia?
Obrigada. Vou ficar com a família, não vai ser diferente dos outros. Estarei com a minha família e também estarei em Lisboa ao final do dia, como já sabem.
Obrigada por ter ouvido este podcast. Se gostou, pode subscrevê-lo, pode partilhá-lo e também pode ouvir a Rádio Observador online em 98.7 em Lisboa e em 98.4 no Porto.