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Medina é o favorito nas sondagens.
Estou.
Olá, tudo bem?
Tudo bem.
O presidente recandidato à maior Câmara Municipal do país conversou duas vezes, em duas noites, com a jornalista Rita Tavares. O candidato soma quilómetros e visitas.
Num dia que começou cedo, começou em Alcântara, com uma visita à freguesia de Alcântara, com contacto com a população. Começámos no Largo do Carvalhário, percorremos as várias ruas de Alcântara, depois acabamos no jardim.
E acabou no clube que formou o Renato Sanches, do seu clube.
Exatamente, muito bem lembrado.
Há que fazer a história toda. E começou com outra águia do seu partido, não é? Quer dizer, é incontornável fazer a leitura para o futuro, ou não?
A outra águia é Pedro Nuno Santos.
Isso é incontornável.
Isso é um trabalho para vocês. Isso é um trabalho para jornalistas. Eu só sou candidato a presidente da Câmara de Lisboa, não tenho nenhum outro trabalho.
Mas o que conversa mais com ele nesta altura? Diga-me lá, é sobre comboios?
Comboios.
Ou é mais sobre habitação?
Comboios. Quer dizer, na área da habitação, a secretária de Estado é o contacto. Acabamos por trabalhar muito directamente com ela e com o ministro mais a dimensão da ferrovia.
Portanto, com o Pedro Nuno, o negócio é só comboios nesta altura.
Comboios. Para já, comboios.
Para já só comboios, diz Fernando Medina, numa viagem em que as sondagens o dão como favorito.
Eu acho que nesta altura há sondagens com diferentes valores, para diferentes gostos. Eu tenho dito sempre o mesmo e vou dizer o mesmo. Não há nenhuma sondagem que ganhe nenhuma eleição, nem há nenhuma sondagem que substitua o voto nas urnas. E por isso, tudo o que possamos fazer sobre isso são conjecturas. E cada um faz a sua interpretação de que isto influencia no sentido A ou influencia no sentido B. Eu acho que há elementos que têm sido mais ou menos constantes nas sondagens ao longo do tempo, pelo menos que independentemente dos valores mostram determinadas realidades.
Haverá muitas negociações por fazer, previsivelmente, não?
Pois, não sei, não consigo antecipar, não, mas quaisquer que sejam esses cenários, nunca se materializam no dia a seguir. Já nos conhecemos todos, creio que todos se conhecem, todos tornaram as suas posições claras relativamente àquilo que pensam. Acima de tudo, neste momento, é o momento dos lisboetas falarem. Eles falarão, dirão quem querem em presidente de Câmara, que força é que querem que a presidente de Câmara tenha, que solução política, no fundo. Isso depois haverá tempo para fazer este diálogo.
Fernando Medina, o candidato do PS e do Livre em Lisboa, em conversa com a Rita Tavares.
Adeus, até amanhã.
Até amanhã. Obrigado.
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