Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Sim?

Estou, João Carlos. Tudo bem consigo?

Está tudo ótimo.

Já comeu a espetada hoje do Funchal ou não?

Já, ao almoço. Sim, senhor.

Então, meu amigo tem um Renault Zoe. Está contente com o carro?

Estou.

Não diz isso com um ar muito convencido.

É um carro diferente, mas estou. Tenho aproximadamente há um ano. Impressionou no início, hoje já é normal.

Por que optou por um carro elétrico?

De início, a ideia foi na ótica de reduzir custos de manutenção dos automóveis que tinha em casa. Eu tenho três viaturas, então era, pelo menos, substituir a mais velha por um carro mais recente. E dentro daquilo que se encontrava no mercado a preço acessível, o Zoe batia a concorrência.

Foi isso que o convenceu?

Está claro, e o tipo de mobilidade que ele me oferece. Pagar imposto único de circulação, é ter uma manutenção reduzida. É um carro que surpreende, é um carro, ao contrário do que amigos meus diziam, que não dava piada conduzir, dá. É um carro que dá uma grande piada, principalmente no trânsito. Não sei se sabe, em Madeira é sobe e desce. E aí é que tem a grande piada. No para, arranca, para, arranca numa subida, quase que estamos a gozar dos outros carros. Não é estar a querer ser assim tão maldoso, mas dá um certo gozo conduzir, principalmente no trânsito congestionado. Portanto, eu também não faço circulações muito grandes diárias, aproximadamente 60 km por dia. Se calhar, não chega muitas vezes a isso e carrego o carro somente ao fim de semana.

Um carregamento por semana é suficiente pra si?

Sim, sobretudo porque aqui na Madeira tudo que sobe, desce. Se subo, depois compenso na descida. Obviamente, não é nada de outro mundo, mas pelo menos não gasto a descer.

João Carlos, e o interior do carro, o que acha do interior do carro? É um carro que lhe enche as medidas?

É um telemóvel com rodas.

Espero que diga isso em tom elogioso.

Sim, claro.

Então, o que quer dizer com essa expressão enigmática: "É um telemóvel com rodas"?

É muita tecnologia. Nem vamos falar dos vidros elétricos e tudo mais, mas há assistência a estacionamento, há assistência a mantermos na via. A forma como a integração com o telemóvel é agradável e funciona, as informações de trânsito como são dadas de uma forma bastante agradável, o ambiente da própria viatura, eu tenho a última geração, já com ecrã nove ponto qualquer coisa de polegadas. Portanto, a informação, a forma como ela me é disponibilizada, a forma como eu posso criar perfis do utilizador conforme eu entro na viatura ou a minha esposa. Então o carro adapta-se à informação como ela está disposta, desde os perfis do ar-condicionado ao utilizador que entrou na viatura, entre outras coisas.

Quando comprou o Renault Zoe, o que mais o impressionou?

À partida, era o elétrico, pra mim, o mais bonito que estava no mercado naquele momento.

João Carlos, tem alguma história engraçada relacionada com o seu Renault Zoe?

Por exemplo, situações do trânsito, que me começava a rir só por causa da facilidade com que as coisas aconteciam. Por exemplo, entrar numa certa via e a partir de um certo momento o som do rádio baixar gradualmente e o carro dizer-me que tem congestionamento na via à minha frente. Pra mim, era algo estranho. Olha, o bicho até sabe que tem tempo de trânsito ali à frente e está nos avisando. Olha que giro. Obviamente, há a capacidade de aceleração e tudo mais. A cara de parvo que faziam os meus amigos quando experimentavam.

Então, como assim? Ficavam muito admirados quando entravam no Renault Zoe?

Não admirados. Ao testar o carro e verem que é um carro, não é um brinquedo a pilhas, é um carro. Efetivamente anda. Muitas pessoas acham que estes carros não são carros, é assim umas coisas que vão aparecer durante uns tempos e depois irão desaparecer.

João Carlos Matos, tenho aqui uma pergunta de um ouvinte: quais são as maiores diferenças que sente em relação a um carro a diesel ou gasolina? Por exemplo, como é que é a questão do arranque do carro? Sente muitas diferenças?

Portanto, o meu carro tem aproximadamente 110 cavalos. Essa potência me é disponibilizada no momento que eu ponho o pé no acelerador. Obviamente que o carro tem um computador, uma centralina que controla a forma como eu ponho o pé no acelerador e não me dá logo a potência toda, porque senão o carro não saía de onde estava e patinava. Portanto, eu não preciso efetuar uma aceleração pra conseguir ir buscar binário. O binário está ali disponível. Portanto, acabo por ter arranques muito mais suaves do que num carro a gasóleo.

E torna a sua condução muito mais fluida, não é? É o que sente?

Se quiser fazer uma subida a 1 km/h pra passar uma lomba com toda a calmaria, com todo o conforto, faço. Um carro a gasóleo ou a gasolina, não é bem assim.

João Carlos Matos, muito obrigado pelo seu testemunho.

Nada, e até à próxima.

Obrigado.

Obrigado.