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Estou?
Estou. Luís Filipe Morgado?
Sim.
Olá, fala da Rádio Observador. Viva, como está?
Olá, viva。 Tudo bem。
Tudo bem。Luís Filipe, já saiu à rua com o seu Renault Zoe hoje?
Hoje ainda não.
Hoje ainda não. Mas costuma habitualmente conduzir o seu Renault todos os dias?
Sim, normalmente, na vida do dia a dia, sim.
Quantos quilómetros faz por dia, Luís Filipe?
Olhe, normalmente entre 20 e 30 km por dia. Depois ao fim de semana é que faço mais.
E ao fim de semana, quantos quilómetros faz habitualmente?
Ao fim de semana, eu normalmente desloco-me ali para a região de Tomar e faço cerca de 150 km para cada lado e depois por lá ando com o carro.
Para cada lado significa que faz mais do que 300 km, é isso?
Pode acontecer, se for e retornar no mesmo dia.
E um carro elétrico é suficiente para fazer tanto quilómetro ao fim de semana, Luís Filipe?
Sim, o Renault Zoe faz isso perfeitamente.
Quantos quilómetros costuma fazer com uma bateria?
Olhe, eu nunca deixei a bateria baixar dos 30%, mas sei que pelas indicações que o carro me dá, normalmente consigo fazer pelo menos 400 km e até já fiz mais de 400 km com o meu carro.
Esse valor surpreendeu?
Vamos lá ver, não me surpreendeu porque eu antes de comprar o carro já tinha feito uma análise das várias opções que existiam no mercado e já sabia que o Renault Zoe tinha essas características. Quer dizer, vamos lá ver, o que vem na especificação é um pouquinho menos. 375 é garantido. Mas de facto, eu tinha a expectativa que com uma condução adequada, pudesse ir mais. E de facto, isso é verdade. Mas mesmo com uma condução normal, consegue-se ter uma autonomia de cerca de 400 km.
Normalmente, quando conduz o seu Renault Zoe vai preocupado com o nível da bateria ou faz uma condução despreocupada?
Olhe, no início, a pessoa tem uma certa atenção porque não sabe exatamente ainda com o que conta. Mas depois de eu ter visto como é que o carro funciona, tenho plena confiança, porque de facto, não só a informação que o carro dá é fidedigna, como efetivamente eu verifico que ele tem aquela autonomia mesmo.
Há muitas dúvidas sobre conduzir e abastecer um carro elétrico. É um problema ou nem por isso?
Não. Eu acho que do ponto onde estamos já não é problema absolutamente nenhum. Olhe, em casa é muito fácil. O carro traz um carregador que se liga à tomada normal, nem sequer é preciso o wallbox. Se a gente quiser ter o wallbox, pode ter, mas ele liga-se à tomada normal e funciona e carrega perfeitamente sem qualquer problema. E depois, na rua, há muitos postos de carregamento e é muito prático. Por exemplo, os postos de carregamento normais carregam cerca de 20 kW e num prazo relativamente curto, o carro fica carregado. Eu tipicamente ando com a bateria sempre entre 50 e 90%. Portanto, em qualquer situação que a pessoa necessite carregar, precisa de carregar na rua, basta carregar meia hora, por aí fora, e resolve as suas necessidades.
Luís Filipe, o que é que o levou a comprar um carro elétrico?
Olhe, eu e a minha esposa, já há bastante tempo que nós pensávamos em comprar um carro elétrico. Logo à partida, por questões ambientais, que nós achamos que esse é que é o caminho. De facto, os carros a combustão têm aquelas questões todas que nós sabemos em termos de poluição e, sobretudo, com as situações que têm surgido agora dos próprios fabricantes de automóveis, nem sequer cumprem a regulamentação que está definida. E, portanto, nós já tínhamos essa ideia, mas tínhamos uns critérios que estávamos à espera de ser satisfeitos. Basicamente, eram dois critérios. Um deles era a autonomia e outro era um preço razoável. E nesta última versão do Zoe, nós verificámos que esses dois critérios estavam disponíveis. Portanto, ficavam. E de facto, experimentámos o carro e gostámos do carro e comprámos.
E agora passeia mais do que antes?
Vamos lá ver, a gente gosta sempre de passear, mas com este carro é muito mais agradável. Este carro para passear é excelente.
Por quê?
Por várias razões. Primeiro, é completamente silencioso. Depois, tem uma vantagem para passear enorme, que é nós podermos ir a passo, mas mesmo a passo, que podemos ir praticamente parados, estar a apreciar a paisagem. Já fizemos isso, em enquadramento natural, inclusive, por exemplo, numa serra. A pessoa vai a subir a serra, vai a ver a paisagem e pode ir quase parada e para o carro é indiferente, porque ele realmente responde muito bem.
Fantástico. E o interior do carro, está satisfeito com o design e o equipamento interior do seu Renault Zoe? O que é que sublinharia?
Olhe, eu estou satisfeito com o carro, na generalidade, de facto. Esta versão que eu comprei, que é a Exclusive. É muito agradável o interior. Tem tudo o que é necessário nos locais adequados. É difícil estar assim a pormenorizar, porque a sensação é global. É de facto uma sensação agradável, é uma sensação de que o carro está bem concebido. Depois tem toda aquela tecnologia de apoio à condução, que também é muito interessante. Desde manter o carro na faixa, avisar se o carro sai de faixa, avisar a questão do ângulo morto, todas essas situações. Portanto, olhe, em resumo, eu tenho dificuldade em destacar algo, porque de facto o carro é muito agradável
Diga uma coisa: quando entra dentro do seu carro, sente-se a entrar no futuro?
Eu não diria isso.
Porque já é o presente, não é?
Pois, porque já é o presente, exatamente. Mas um bocadinho. Por acaso, o carro tem uma coisa interessante, que é sem ter as coisas de forma a chamar muito a atenção, ele cumpre completamente com isso. Portanto, dá, de facto, uma sensação de a pessoa entrar no carro e ser um carro tecnologicamente avançado.
Luís Filipe Morgado, tenho aqui uma pergunta de um ouvinte dirigida a si: já alguma vez tinha conduzido um automóvel com caixa automática? Qual é a sensação?
Eu já tinha conduzido um automóvel a combustão com caixa automática, mas só pontualmente. Portanto, não tinha experiência em conduzir um automóvel com caixa automática. E no caso do Zoe, a sensação é-- como é que eu hei de dizer?
Parece que vai nas nuvens, é isso?
Pois, é uma liberdade total. O carro tem uma série de modos extremamente úteis, tem o modo de travagem automática, de facto, não é travagem automática. Tem o modo em que a gente pode tirar o pé do travão e ele segura o carro e portanto a gente só precisa de ter o pé no acelerador e ele anda, e a condução é muito agradável. Aliás, se a gente tinha dúvidas quando foi a decidir para comprar o carro, no momento em que eu o conduzi, disse: "Pronto, as dúvidas estão esclarecidas. A gente vai comprar esse carro."
Muito bem. Então decidiu a compra no momento em que o experimentou, foi?
Quase. Pensando bem agora em retrospectiva, ainda não tinha pensado nisso, mas no momento em que eu experimentei o carro, eu disse: "Eu vou comprar este carro".
Muito bem.
Porque a experiência é muito boa.
Luís Filipe Morgado, muito obrigado pelo seu testemunho e bons passeios no seu Renault Zoe. Obrigado.
Obrigado. Boa tarde.
Obrigado. Boa tarde.