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Sim, boa tarde.
Boa tarde. Marta Filipa?
Sim.
Olá, fala da Rádio Observador. Marta, já chegou a casa?
Já cheguei.
Como é que está o tempo no Porto?
Hoje esteve muito bom. Teve solinho, aquela temperatura de outono.
Maravilha. Marta, chegou a casa a bordo do seu Renault Zoe?
Sim.
Há quanto tempo é que tem o Renault Zoe?
Tenho o Renault há, 21 de junho, portanto faça as contas.
Muito bem.
Deixe-me fazer as contas.
E está contente com o carro?
Sim, muito contente, muito mesmo. Foi a melhor compra que fiz. Estou mesmo muito satisfeita.
O que é que mais a impressiona no Renault Zoe?
Como tirei a carta há pouco tempo, ainda era um bocado aquele receio de andar nas autoestradas, em locais com muitos carros. O Porto é uma cidade com muito trânsito e o carro é mesmo muito fácil de conduzir. Para já, por ser automático, acho que é espetacular. Mas tirando isso, ter um elétrico é espantoso. Desde o ecrã, a ausência de barulho, o conforto, o facto de ele ser 80% reciclável, é algo que me fascina muito.
Por quê? Foi um critério? Pesou na decisão de comprar o carro?
Sim. Tendo em conta que atravessamos uma fase complicada a nível ambiental, sem dúvida que pesou. E como o carro também foi oferecido pelos meus pais, eles tiveram muito em conta isso também. Porque temos que pensar a longo prazo e os carros a gasóleo vão deixar de fazer sentido na vida das pessoas.
Onde é que carrega o seu carro, Marta?
Carrego em dois sítios, aqui na casa que tenho no Porto e na minha localidade, na Régua. Mas sim, maioritariamente em casa.
Trabalha e vive maioritariamente no Porto, mas depois desloca-se para uma segunda habitação na Régua, é isso?
Exato, sim.
E faz a viagem Porto-Régua ida e volta, sem qualquer problema?
Sim, sem qualquer problema. 140 km, sem qualquer problema. Acelera imenso, atinge velocidades muito boas. Muito bom.
Qual é a autonomia do seu Renault Zoe? Já conseguiu perceber?
Sim, ele está a fazer uma média de 390 km. Por vezes, quando ando mais na cidade, faz-me 400 e pouco.
Ficou surpreendida com essa autonomia?
Fiquei muito surpreendida. Muito mesmo. Já cheguei a ter 420 km, fiquei muito surpreendida.
Vê-se a conduzir um automóvel movido a combustíveis fósseis?
Já não me imagino a conduzir. Acho que já não faz muito sentido. Penso que isso não se põe em causa, tendo um Zoe agora, já não faz sentido.
Marta, tem 22 anos. Os seus amigos gostam do seu carro?
Sim, eu acho que os meus amigos gostam mais do meu carro do que eu.
Então!
É uma desculpa para ir a todo o lado. "Vamos no carro da Marta, vamos no Zoe." Os carros deles estão parados nas garagens, já nem sequer saem do sítio.
Porque toda a gente quer andar no seu Renault Zoe, é isso?
Exatamente. Toda a gente quer andar no Zoe.
E o que é que eles dizem do carro?
Eles adoram. O carro é muito confortável. Apesar de ser material reciclável, tem um conforto fora do normal. É um pequenino, é um bolinhas, como eu lhe chamo, mas é muito confortável, mesmo muito confortável. Eles adoram.
Marta, tenho aqui uma pergunta de um ouvinte da Rádio Observador. Conduzir um carro elétrico tem alguma dificuldade acrescida?
Não. Dificuldade não tem, muito pelo contrário, tem é facilidade. Isto só facilita a vida das pessoas. Qualquer pessoa que esteja com aqueles medos iniciais de conduzir, que eu tinha, como tirei a carta há pouco tempo, eu acho que é a coisa mais acessível de sempre, conduzir um elétrico. Acho que o futuro vai passar por não termos que tirar uma carta de condução tão extensa.
Quem sabe? Já não assustam as subidas, já não é preciso fazer o ponto de embreagem, não é?
Exato, isso é mágico. Garanto ao ouvinte que se comprar um carro elétrico, ele vai adorar fazer subidas.
Marta, muito obrigado pelo seu testemunho.
Obrigada eu.
Até à próxima.
Até à próxima. Obrigada.