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Um dia deviamos fazer um Momentos de Glória com tudo o que se passa em off neste estúdio. Tudo! Era indigno.

Era o último Momentos de Glória.

Quando não quisermos fazer mais. Bom, vamos lá falar de coisas sérias. Quem é que está de parabéns? Quem é?

Pois é, pessoal, dia de aniversário, hoje, 43 anos, e eu queria vos agradecer muito continuarem aí. Desta vez faço anos mesmo aqui a terminar a campanha eleitoral, mas isso só me dá mais força e sentir-vos desse lado ainda me dá mais força. Hoje estava a pensar como é que acaba por ser fazer anos no meio de uma campanha eleitoral, mas sabem uma coisa? É muito bom.

É muito bom. André Ventura tem uma roupa nova. Distraiu. Ganhou uma farda.

Ainda por cima uma campanha em que não houve refluxo nem nada. Ainda bem.

André Ventura fez ontem 43 anos. No ano passado, a situação era completamente diferente. E Rita Matias fez-lhe uma surpresa. Acho que ela e o grupo parlamentar.

Estou a falar baixinho porque dentro em breve vai começar a festa surpresa de aniversário ao presidente André Ventura. Acompanhem tudo.

Mas ela começou baixinho e depois começou a subir o tom. E houve uma festa enorme na Assembleia da República, houve bolo, houve champanhe, uma festa à maneira.

Sabia a letra!

Cantaram os seus parabéns e também houve discursos. André Ventura, o ano passado, fazia 42 anos, mas ninguém lhe dava mais de 41.

Queria agradecer-vos a todos. É muito importante para mim estarem aqui. Faço 42 anos, como sabem.

Eu sei que parece mais novo, mas são 42.

Parecia mais novo. E este ano, o que é que se pode oferecer a quem tem tudo? É uma dúvida que sai. Pedro Frazão deixa uma indireta aos eleitores.

Parabéns, André Ventura, parabéns a quem nunca desistiu de Portugal, como tantos desistiram dos portugueses. Hoje, no teu aniversário, André Ventura, o melhor presente, mais do que palavras bonitas ou elogios, que até eram merecidos, André, o melhor presente são três factos, são três sondagens em três dias seguidos, em que tu, André Ventura, estás em primeiro lugar para passar à segunda volta das eleições presidenciais.

Em que tu, André. E, portanto, o presente é os eleitores que vão dar.

Eu ainda pensei que ele fosse dizer: "O melhor presente é estar presente", mas não.

Não. Deixou o presente para os eleitores. É já no domingo. A campanha eleitoral termina hoje. Não sei se vão ficar com saudades. Foram tantas promessas, estar na rua a falar com os eleitores e às vezes é preciso explicar as coisas com muito jeitinho. Aqui, agora, António José Seguro está quase a explicar a história da sementinha.

Contrário. Criar boas oportunidades para que os jovens portugueses se realizem, fiquem cá a trabalhar e também façam bebés. Por quê? Porque o nosso país está muito envelhecido e nós precisamos de mais nascimentos. E quem faz, naturalmente, esse contributo são os mais jovens. Se eles vão embora, nem ajudam na economia, nem fazem bebés.

Pronto. Quase que era não ir embora. Como é que se faz?

Ele disse: "Naturalmente, quem faz naturalmente esse contributo".

São os mais jovens.

Eu acho que Manuel João Vieira explicava isso melhor.

Mas António José Seguro não é Manuel João Vieira. Aliás, ele é uma pessoa com muita apresentação.

Está, minha senhora. Saúde.

Só quem aparece na televisão vale dinheiro esta cara. Só esta cara vale dinheiro.

Venha cá.

Só na televisão. A pessoa que melhor apresentação tem.

Obrigado, minha senhora.

Deus permita que ganhe.

Obrigado, minha senhora.

Aquilo foi um abraço, não foi até. Afastou o microfone. E o que dizer hoje? A nossa vénia aos 11 candidatos que andaram estas semanas em campanha eleitoral.