Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Não se fala de outra coisa ainda o macaquinho Punch. Paulo, sabes quem é este orangotango?

Ontem ouvi uma rádio que me explicou.

Para lá, eu tinha aqui uma coisa que dizia. Oh, não se fosse esse.

Gosto.

Pronto.

Há que saber.

Estamos a plantear outra. Pronto, é isto. Mas eles são um fenómeno não só pelos milhões de visualizações e likes nas redes sociais, mas tem sido a loucura de vendas do peluche da IKEA. O responsável da marca disse ao Washington Post que as lojas no Japão, Estados Unidos e Austrália, por exemplo, estão com o boneco completamente esgotado. Calma, Paulo. Eles já tranquilizaram os fãs que vão repor o stock.

Eu já estava a sair para ir para a fila da IKEA.

Ainda não se sabia porque é que os tratadores tinham escolhido o peluche, mas agora em entrevista dizem que primeiro experimentaram toalhas enroladas, fitas que imitassem o toque da mãe, outros bonecos, mas depois nada resultava e lembraram-se da ideia do orangotango por ter o pelo mais comprido e vários sítios onde é mais fácil agarrar, podia resultar e resultou, como se vê. Ele está a um nível de estrelato que muitos desejavam alcançar. Para ter uma ideia, a história chegou, por exemplo, ao The Late Show com o Stephen Colbert. O apresentador brincou com o abandono da cria, disse que a mãe que tinha ido comprar um cacho de bananas e nunca mais voltou. Aquela piada com o foi comprar tabaco e não regressou. Justin Sun, empresário chinês de criptomoedas, também não passou ao lado do fenómeno Punch. O fundador da Tron doou cerca de €85.000 para garantir o habitat e apoiar o crescimento do macaquinho. Ao mesmo tempo, nomeou Punch embaixador da HTX, a bolsa de criptomoedas de que é dono.

Já está a ir à boleia de marketing, claro.

Mas a presença do macaquinho no mercado das criptomoedas não se fica por aqui. Já foi mesmo criada uma Memecoin Punch, que na sexta-feira tinha uma capitalização de mais de €22 milhões, valor, Paulo, como tu sabes, mais simbólico do que outra coisa, mas ainda assim. Também os irmãos Andrew e Tristan Tate se interessaram por o Punch. Dizem que o querem comprar. Ofereceram €220 mil por ele, mas esta ideia dos Tate, que são acusados de tráfico de seres humanos, como podem imaginar, chocou alguns internautas. "Nem pensar, isso nem como piada tem graça. Podemos lançar uma petição para garantir que isto não acontece. Estão a tentar comprá-lo para o afastar dos bullies, para ir viver com bullies. No way". Portanto, as reações foram logo imediatas. Ias dizer, Paulo?

Não, nada.

Nada, é a dimensão que um episódio com o fim das redes sociais tem.

Redes sociais, claramente.

Redes sociais, mesmo. O jardim zoológico tem se desdobrado em pedidos de desculpa pelas longuíssimas filas que se têm formado para entrar no recinto com milhares de visitantes que querem ver o Punch e o orangotango. A espera chega a alcançar as duas horas, com o zoo a pedir às pessoas para reduzirem a visita no parque dos macacos, que agora estão limitadas a 10 minutos. As pessoas só podem permanecer ali a ver o Punch por 10 minutos. Neste momento, a Gioconda está muito triste, porque ninguém está a querer olhar para ela, querem todos ver o macaquinho.

Bem, isto é uma novela contínua.

Que novela, mesmo.

Meu Deus.

Bom, enquanto esta madrugada o presidente dos Estados Unidos discursava, e falava, e falava. Havia alguém num local secreto, longe do Capitólio, sob fortes medidas de proteção, a garantir a continuidade do governo dos Estados Unidos se alguma coisa acontecesse. E este é o sobrevivente designado, que não é só o nome de uma série, é também, e de facto, uma pessoa que é especialmente escolhida para dar continuidade à liderança do país, caso haja um ataque maciço, catastrófico, em que morram todos os governantes do governo. E que aquilo vá abaixo. Esta figura não está prevista na Constituição norte-americana, também não há uma explicação certa, mas começou a ser público que estas nomeações tenham começado na altura da Guerra Fria, em que os Estados Unidos temiam um ataque nuclear por parte da União Soviética e era preciso ter alguém a substituir o presidente. Há, claro, um certo fascínio por esta ideia, por esta figura, tanto que levou mesmo à criação de uma série. Mas pode perguntar-se então qual é o perfil dessa pessoa, quem é? Não é o vice-presidente. Normalmente, é alguém designado por um dos membros do gabinete do presidente. Acredita-se que até possa ser mesmo o próprio presidente ou o chefe do gabinete a fazer essa escolha. Há uma condição, este escolhido tem de ser elegível para ser presidente, o que significa que tem que ter, pelo menos, 35 anos. De resto, tudo muito em aberto. Ora, depois do 11 de setembro, dos ataques a Nova York, às Torres Gêmeas, este conceito, esta figura estendeu-se também para além do cargo de presidente e também os líderes do Congresso começaram a escolher legisladores que possam assumir essa função. Nesse caso, não são substituídos, obviamente, para substituírem o presidente em caso de desastres, mas sim para garantir a continuidade do poder legislativo. Portanto, haverá algum sobrevivente designado que aguentou a noite toda.

Em nervos.

Em nervos. E se acontece alguma coisa, serei eu.

Estou tramado.

Estou tramado.