Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
É uma hora. As notícias com Carlos Pedro.
Boa noite, Jornal da Uma, na Rádio Observador. A começar pela política, o primeiro-ministro está confiante na promulgação do diploma que define a nova Lei da Nacionalidade. A decisão está agora do lado do Presidente da República. O acordo cumpriu-se. PSD, CDS, CHEGA e Iniciativa Liberal votaram a favor da nova Lei da Nacionalidade. PS e a restante esquerda votaram contra. Os sociais-democratas cederam na perda da cidadania para lá dos 10 anos, caso tenha sido obtida de forma fraudulenta. Já o CHEGA cedeu na perda automática da nacionalidade, que só será possível por decisão judicial. Luís Montenegro fala assim numa lei equilibrada e assegura que o objetivo é unir os portugueses. O chefe do Executivo falou no Palácio de São Bento após confirmada a aprovação do diploma. Montenegro passa agora a responsabilidade para Marcelo Rebelo de Sousa. João Gama.
Um dia marcante para a democracia portuguesa. É como Luís Montenegro descreve a aprovação do Orçamento do Estado, na generalidade, e a nova Lei da Nacionalidade. O primeiro-ministro lembra que conseguiu o apoio de 70% dos deputados e rejeita qualquer desconforto.
Esses são os nossos objetivos e nós tentamos prossegui-los independentemente dos cartazes que qualquer partido político possa ter na rua.
O CHEGA que colocou cartaz onde se pode ler que Portugal não é o Bangladesh. O governo conseguiu aprovar a Lei da Nacionalidade e Luís Montenegro deixa críticas a quem ficou de fora, como o Partido Socialista.
Continuar a não reconhecer o erro cometido nos últimos anos.
Uma lei que serve a Luís Montenegro de mote para explicar o que é ser português.
Para trabalhar em Portugal, não é preciso ser português. Mas para ser português, é preciso muito mais do que trabalhar em Portugal.
E o primeiro-ministro promete não ficar por aqui.
Em breve, apresentaremos também a Lei de Retorno para podermos ter um mecanismo de repatriamento e melhor a cooperação com os países de origem de imigrantes que não respeitem as regras que estão estabelecidas.
Luís Montenegro não adivinha o que irá fazer Marcelo Rebelo de Sousa quando o documento chegar a Belém, mas confiança não falta ao primeiro-ministro.
E respeitaremos aquela que for a sua decisão, embora a minha e a nossa convicção é que há todas as razões para se proceder à promulgação do decreto que sairá da Assembleia da República, à sua publicação e à sua entrada em vigor.
Marcelo quis remeter para o Tribunal Constitucional a Lei de Estrangeiros. Também houve tempo para a aprovação do Orçamento do Estado. O primeiro-ministro deixa avisos à oposição com foco no CHEGA e no Partido Socialista.
Mas estes, em particular, têm a responsabilidade de não desvirtuar o orçamento, nem pôr em causa o rumo virtuoso das contas públicas.
Luís Montenegro, na sala da Loureira do Palácio de São Bento, afirma que o governo está a trabalhar para unir os portugueses.
A reportagem do jornalista João Gama com a conferência de imprensa de Luís Montenegro no Palácio de São Bento. Ora, antes disso, no debate ao início da noite, na Assembleia da República, o secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, criticou o discurso utilizado pelo governo.
Para nós é inaceitável que continuem a utilizar uma linguagem das portas escancaradas. E quero, por isso, deixar ficar um convite ao senhor ministro, que já lhe fiz particularmente, é que nós, e eu estou muito disponível, para que com todas as forças e serviços de segurança, em que também podem e devem participar os líderes parlamentares, que pelo menos desde 2012 e 2013, acompanharam a avaliação Schengen nas fronteiras de Portugal, podermos discutir aberta, francamente e lealmente, como é que o país ficou mais ou menos seguro com a reforma da arquitetura dos Serviços de Estrangeiros e Fronteiras.
Já o CHEGA, pela deputada Cristina Rodrigues, cantou vitória com a aprovação deste texto, criticando os portugueses criados pela burocracia.
Hoje é um grande dia para Portugal e para os portugueses, mas para os portugueses que têm mesmo sangue português a correr nas veias. Não é os portugueses feitos na AIMA. São os portugueses que nasceram aqui, são os portugueses filhos de portugueses, netos de portugueses. São esses portugueses. Não são aqueles que foram feitos burocraticamente.
Cristina Rodrigues, no debate que aprovou a Lei da Nacionalidade de forma definitiva. O diploma segue agora para as mãos do presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa. O dia foi mesmo de aprovações no Parlamento. Também o Orçamento do Estado foi aprovado na generalidade. O PS absteve-se. Os socialistas dizem que não querem ser a desculpa para o falhanço do governo. PAN e JPP seguiram as pisadas do Partido Socialista. Já o CHEGA, a Iniciativa Liberal, o PCP, o LIVRE e o Bloco de Esquerda votaram contra. No encerramento do debate, o governo vincou a necessidade de estabilidade política depois de um ciclo de várias eleições. Miguel Viteiro Dias.
A ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, puxou dos galões e lembrou que o país decidiu continuar com este governo. Isto para vincar a necessidade de manter a estabilidade e fazer um balanço positivo do mandato de Luís Montenegro.
Este orçamento é mais um passo seguro numa estratégia que tem dado resultados, porque há algo que é hoje inegável. Portugal está hoje melhor do que estava há um ano e meio.
O governo viabilizou este orçamento com a abstenção do PS, que não quis ser o álibi do primeiro-ministro.
Não será o PS que dará, neste orçamento, a este governo, uma desculpa para o seu falhanço.
Quem pôde, assim, votar contra sem pôr em causa a aprovação foi o CHEGA, com André Ventura a colar este documento ao Partido Socialista.
Este é um mau orçamento para Portugal
É um mau orçamento, porque continua a fazer o mesmo que o Partido Socialista fez: tirar a uns e dar aos outros.
Mas também à direita surgem críticas de um orçamento comparado a um fruto.
Não a este orçamento toranja, laranja por fora, rosa por dentro.
Mariana Mortágua, do Bloco, criticou o PS por assinar esta política, que diz que é definida pelo Chega.
Miguel Viterbo Dias com os destaques do debate do Orçamento do Estado, que segue agora para a discussão na especialidade e que é definitivamente votado no final do mês de novembro. Olhamos agora para as presidenciais. Paulo Portas não vai ser candidato a Belém. A confirmação foi dada pelo presidente do CDS-PP, Nuno Melo. Deste modo, fica aberta a porta nos centristas para a discussão sobre o candidato a apoiar nas eleições presidenciais. A decisão não vai ser tomada já no Conselho Nacional, que decorre esta noite no Largo do Caldas, fica para a próxima semana. Aos jornalistas, Nuno Melo revelou a decisão de Paulo Portas e lembrou a coligação que faz governo entre PSD e CDS.
Até este momento tivemos o doutor Paulo Portas como possibilidade, mas agora está esclarecido que não será candidato nestas eleições presidenciais. Há também, ao longo deste tempo, quem no CDS fosse tomando aqui ou ali posição em relação a outros candidatos. Falta ainda uma posição que seja institucional do partido, sabendo nós também que o CDS é um dos partidos que integra a AD e está no governo. Por isso, o que eu farei será, no final, ouvidos todos os conselheiros nacionais e termos muitas inscrições, pedirei mandato para que numa reunião muito próxima da Comissão Executiva do partido, seja então decidida essa candidatura.
Nuno Melo, que quis apenas frisar que o CDS vai apoiar um candidato que seja a expressão de um Estado de direito e sem extremos. Na atualidade internacional, o furacão Melissa está a deixar um rasto de destruição nas Caraíbas. Já passou no Haiti e na República Dominicana, está agora na Jamaica, antes de seguir para as Bahamas e para Cuba. Mortes, casas destruídas, inundações e árvores caídas é o cenário atual no Haiti e na República Dominicana. Agora, o fenômeno, que é considerado já pelos especialistas como a tempestade mais forte do ano, está a afetar fortemente a Jamaica. Ao Observador, o climatologista Mário Marques esclarece o que pode ter causado a intensificação deste fenômeno.
Ganhou muita intensidade e, neste momento, é categoria cinco e vai atravessar a Jamaica como categoria cinco. E o principal fator de destruição que pode ocorrer é mesmo a capacidade de atravessar, de uma forma muito lenta, o território da Jamaica, o que faz dele um potencial ciclone, neste caso, furacão destruidor, porque ele vai atravessar quase a 10 km/h o território da Jamaica.
O climatologista Mário Marques, em entrevista à Rádio Observador. Melissa é, nesta altura, uma tempestade de categoria três. Já esteve no nível cinco, mas entretanto foi perdendo força. Está atualmente a menos de 300 km a sudoeste de Guantánamo, em Cuba. A Turquia acusa Israel de cometer uma violação flagrante do cessar-fogo em Gaza. O Ministério dos Negócios Estrangeiros da Turquia diz-se profundamente preocupado com as notícias de que civis palestinianos perderam a vida como resultado dos mais recentes ataques israelitas. O novo balanço das autoridades de saúde do enclave aponta para 18 mortos e 50 feridos. A Turquia apela ainda ao cumprimento integral do cessar-fogo, que considera de vital importância para a preservação de uma perspetiva de paz duradoura em Gaza. O grupo criminoso Comando Vermelho paralisou parte do Rio de Janeiro como represália por uma megaoperação policial. De acordo com a Rio Ônibus, várias vias importantes do Rio de Janeiro foram cortadas e pelo menos 50 autocarros do transporte público foram roubados e utilizados pelos traficantes para bloquear as ruas e as avenidas. Danos causados na sequência de uma megaoperação policial levada a cabo pelas forças policiais do Rio de Janeiro, que causou mais de 60 mortes e cerca de 80 feridos. No desporto, o Sporting venceu o Alverca por 5-1, no Estádio José Alvalade, num jogo a contar para os quartos de final da Taça da Liga. Os jovens de 18 anos, Giovanni Kenda e Salvador Blopa, bizaram na partida. Fótis Ioannidis fez o quinto e o último do Sporting. O Alverca acabou mesmo por marcar. Sandro Lima fez o gol de honra para os ribatejanos. Para além dos cinco gols, a exibição do Sporting ficou marcada pela estreia de cinco jovens da formação leonina. Por isso, no final da partida, o técnico dos Leões, Rui Borges, elogiou a exibição dos jovens e agradeceu o trabalho do treinador da equipe B, João Gião.
A malta que é da equipe principal deu uma resposta fantástica nesse sentido, todos muito ligados, todos muito disponíveis, vê-se bem que a energia é coletiva. Os miúdos, é mérito deles e deixar aqui também um agradecimento e enaltecer o trabalho do Mister Gião naquilo que é o trabalho da equipe B também. Na segunda liga, estão cada vez mais maduros, mais competitivos. É mérito deles, é mérito do trabalho deles, naquilo que é o seu dia a dia, no seu habitat, que é a equipe B, à espera de uma oportunidade para a equipe principal e todos eles corresponderam da melhor forma.
Com esta vitória, o Sporting carimba o passaporte para a Final Four da Taça da Liga, que vai ser jogada em Leiria nos dias 6 e 7 de janeiro. Os Leões podem ter como adversário na meia-final o Futebol Clube do Porto ou o Vitória Sport Clube. Esta quarta-feira joga o Benfica, às 20h45, na Luz, contra o Tondela. Antes disso, o Sporting de Braga e o Santa Clara discutem também a presença nesta Final Four da Taça da Liga. Fica por aqui este jornal. A informação regressa com a síntese da 13h30. Até já.