Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
É meia-noite. As notícias com Nadine Soares.
Boa noite. António José Seguro promulgou a Lei da Nacionalidade, mas critica não ter existido um maior consenso nesta matéria. É o que se pode ler numa nota no site da presidência. António José Seguro deixa algumas críticas. Para o Presidente da República, uma lei desta importância deveria assentar num maior consenso. Critica também o facto destas alterações não se distanciarem daquilo que chama de marcas ideológicas do momento. O editor de política do Observador explica estes avisos deixados por António José Seguro esta noite, por detrás desta promulgação. Mais do que a Lei da Nacionalidade, são avisos para o futuro, diz Rui Pedro Antunes.
Quem estava à espera que António José Seguro fosse um completo presidente à esquerda, que vetasse a lei porque ela não integra nenhum partido à esquerda, ele não fez isso. Quem estava à espera que ele apenas assinasse e não desse nenhum aviso, também errou, porque ele faz estes vários avisos à navegação. Imaginem uma pessoa quando se está a sentar no sofá onde já estão outras pessoas sentadas, tenta ganhar espaço com o corpo. Está a tentar ganhar espaço no sofá para dizer: "Atenção que daqui pra frente, quando forem leis deste gênero, é bom que tentem esse maior consenso". Portanto, é um aviso sobre esta lei, que ele viabiliza, mas também é um aviso para o futuro relativamente a matérias que são aprovadas no Parlamento.
A análise de Rui Pedro Antunes na Rádio Observador. Recordamos que este diploma teve o voto favorável do PSD, Chega, Iniciativa Liberal e CDS, mais voto contra do Partido Socialista. António José Seguro, que avisa que a lei não deve ser permanentemente alterada, pede especial atenção aos menores de idade. E a Ministra da Agricultura defende que a redução de impostos generalizados sobre os combustíveis não é a solução mais eficaz para responder ao aumento dos preços. Em entrevista à Sic Notícias, Maria da Graça Carvalho garante estar a acompanhar o aumento dos preços nos combustíveis. No entanto, a Ministra da Agricultura prefere a estratégia de ajudar os setores do que criar um desconto generalizado.
Estamos a acompanhar a situação, estamos a fazer o desconto do ISP correspondente ao IVA dos aumentos do combustível e estamos a optar por ajudar os setores. A diminuição dos impostos do combustível não nos parece, para já, a melhor solução. Preferimos ajudar setorialmente. E uma das razões é que a ajuda setorial é mais eficiente do que uma ajuda generalizada. A ajuda generalizada tem também o impacto de incentivar a continuar a importar combustível.
Maria da Graça Carvalho, que defende ainda que não há motivos para alarme em relação à falta de combustível, diz que o país tem reservas suficientes e cadeias de fornecimento estáveis.
Não nos parece, isso seria um caso muito extremo, porque nós temos tido os contactos regulares com a refinaria, neste caso a Galp, também com as refinarias espanholas, e não há, neste momento, cenários de falta.
Mesmo que a situação se mantenha durante muito tempo?
Pelo menos até agosto, temos a situação, o que nos diz todas as refinarias, mesmo as da Repsol, as cinco espanholas, a Galp, que não há cenários de falta. Só no fim de agosto poderá haver uma pequena redução do jet fuel.
Declarações de Maria Graça Carvalho, entrevista esta noite à Sic Notícias, a Ministra do Ambiente, que garante que não estão previstas restrições no consumo de combustíveis em território nacional. Ainda a marcar a atualidade, a morte de Cândido Mota, as cerimônias fúnebres do radialista decorrem a partir desta segunda-feira em Lisboa. A informação é avançada pela família, à Agência Lusa. O velório do radialista, que morreu aos 82 anos, realiza-se esta segunda-feira. A cremação está marcada para terça-feira, às 13h. O cortejo fúnebre segue para o Cemitério do Alto de São João, em Lisboa. O antigo locutor de rádio morreu durante a madrugada, no Hospital Santa Maria. Na atualidade internacional, Donald Trump anuncia que vai lançar uma operação para escoltar navios retidos no Estreito de Ormuz. Anúncio feito através da rede social Truth Social. O presidente norte-americano escreve que esta operação se chama Projeto Liberdade e arranca já na manhã desta segunda-feira. Donald Trump deixa ainda um aviso ao Irão, diz para não interferirem nesta missão. O presidente norte-americano diz que é uma resposta aos pedidos de vários países para que Washington ajudasse a libertar embarcações retidas no Estreito de Ormuz. Ainda sobre os Estados Unidos, Donald Trump considera a proposta de 14 pontos do Irão um documento inaceitável. O presidente dos Estados Unidos falou com a Kan News, um meio de comunicação israelita. Garantiu já ter analisado a proposta, que diz ser inaceitável. Admite que o Irão está a esforçar-se para chegar a um acordo, mas mostra-se insatisfeito com a proposta apresentada. É uma posição dos Estados Unidos que já chegou a Irão. A delegação iraniana diz estar a analisar a proposta. Teerão insiste que vai deixar de fora, para já, as negociações sobre o programa nuclear. É um ponto que já se sabe que é uma prioridade na mesa de discussão para Donald Trump. Tempo ainda para olhar para o desporto neste jornal da meia-noite. No basquetebol, o Sporting venceu o Benfica e conquistou a Taça Hugo dos Santos, com o resultado final de 79 x 77. É um encontro jogado no Pavilhão Multiusos de Gondomar. Depois de conquistarem a prova rainha da modalidade frente ao Porto, os Leões conseguiram mais um troféu esta época. No final da partida, o treinador-adjunto do Sporting, Sérgio Ramos, fala num jogo difícil, mas diz que a equipa verde e branca ganhou nos detalhes.
Estes jogos ganham-se sem detalhes. Foi um jogo muito intenso
Talvez também muito difícil de arbitrar, algumas questões difíceis ao longo de todo o jogo. E depois foi questão de detalhes. Acho que a equipe teve muito coração, conseguiu, nos momentos difíceis, não se desorientar, conseguiu voltar ao jogo e acho que na parte final fomos mais equilibrados, procuramos as melhores soluções e tentávamos por ganhar com alguma justiça.
São declarações aos microfones da RTP. Do outro lado, o treinador dos encarnados, Norberto Alves, admite que faltou eficácia e lamenta uma derrota por dois pontos. Resultado final: o Sporting venceu a Taça Hugo dos Santos frente ao Benfica por 79 a 77. Ainda no futebol, Rui Borges quer um Sporting mais estável para o encontro com o Vitória Sport Clube. Na conferência de imprensa de antevisão, Rui Borges começou por dar os parabéns aos Dragões pela conquista do Campeonato Nacional. O treinador do Sporting defende ainda que as últimas semanas não apagam uma época com mérito para os jogadores leoninos. Quer, por isso, uma equipa mais estável.
Há um peso naquilo que é mental em todos, naquilo que era a exigência, naquilo que era onde nós estávamos inseridos e, de repente, saímos desses desejos e desses objetivos. E é natural que tenha mexido de alguma forma conosco e nós temos que saber dar a volta a isso. Por isso que eu digo que as últimas semanas não identificam aquilo que foi a época toda deste grupo e da excelente época que estão a fazer. Não apaga nada daquilo que eles fizeram, nada mesmo. Um orgulho enorme daquilo que eles têm conseguido. Agora há que estabilizar e voltar àquilo que é o nosso real valor naquilo que são os nossos jogos.
Já Gil Lameiras, o treinador do Vitória, diz que a equipa quer jogar olhos nos olhos com o Sporting.
Nós jogamos sempre de igual para igual com qualquer que seja o adversário. Obviamente que, por vezes, há circunstâncias no jogo que vão alterando e o jogo vai se alterando, uma equipa com mais crescendo, outra tem que defender mais um bocadinho, mas o ponto de partida será sempre disputar o jogo para vencer nesta casa. E é dessa forma que vamos entrar, como entramos até agora em qualquer jogo, também sempre para ganhar. Obviamente que estamos num momento em crescendo e isso dá-nos mais confiança para disputar os três pontos.
O Sporting-Vitória joga-se esta segunda-feira em Alvalade, com apito inicial marcado para às 20h15. Conta, como sempre, com relato e comentário em direto aqui na Rádio Observador. É o ponto final neste jornal da meia-noite. A informação está de regresso à meia-noite e meia, já com a edição do jornalista Martim Madeira.