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Actualizar as notícias. Jornal das quatro, com a edição do José Rafael Lopes. E José, aumentou o número de portugueses e lusodescendentes que morreram no duplo sismo que atingiu a Venezuela. São agora 110 mortos.
Número revisto em alta pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros. Além destes 110 mortos, há ainda 55 portugueses e lusodescendentes desaparecidos. Entre as vítimas mortais estão 20 crianças e 90 adultos. No total, o número de mortes depois dos sismos na Venezuela subiu para 4118. Há ainda quase 17 mil feridos, é o que se pode ler no mais recente balanço divulgado pelo governo venezuelano.
Os militares americanos estão reunidos com o exército libanês para implementar o acordo com Israel.
Uma delegação militar norte-americana esteve reunida em Beirute com o exército libanês. Segundo o acordo que estão a procurar implementar entre os países e Israel, os militares israelitas vão ter de desocupar as zonas-piloto perto da fronteira no sul do país, que continua ocupada por soldados de Tel Aviv. A tradução e implementação do acordo é o principal objetivo a que se propõe esta delegação militar dos Estados Unidos nesta ida ao Líbano, é o que avança a Agência France-Presse. Isto numa altura em que Israel continua a atacar o Líbano, apesar do cessar-fogo.
Em Almada, 10 zonas do concelho vão ficar sem água a partir das 10 da noite de hoje.
O corte vai durar até às 6h da manhã de domingo. Este corte abrange as zonas de Pragal, Monte de Caparica, Caparica e Feijó. A notícia foi divulgada nas redes sociais da Câmara Municipal de Almada. Já os Serviços Municipalizados de Água e Saneamento de Almada avisam que a água, quando regressar, vai acontecer de forma gradual. A Câmara Municipal avisa também que esta reposição pode chegar em momentos diferentes dentro das 10 zonas afetadas. Estão também, a partir de hoje, vários equipamentos desportivos municipais condicionados devido aos constrangimentos no abastecimento de água. Está proibido o uso de água que não corresponda a uso doméstico ou essencial. O município de Almada enfrenta uma crise no abastecimento de água. Segundo a Câmara Municipal, é o resultado de um aumento significativo do consumo. Almada está em situação de alerta decretado pela Câmara Municipal desde a quarta-feira passada.
A Associação Nacional de Freguesias vai propor ao governo a criação de um fundo de inovação e proximidade para situações de calamidade.
Anúncio feito hoje pelo presidente Francisco Branco de Brito, à Agência Lusa, no fim de uma reunião do Conselho Geral em Guimarães, Conselho Geral da Associação Nacional de Freguesias. Esta associação discutiu a proposta sobre a revisão das leis das finanças e o presidente diz que vão ser propostos novos fundos de financiamento, como por exemplo, o fundo de calamidade. É um dos exemplos levantados por Francisco Branco de Brito.
Nós neste momento temos na nossa proposta já, para as situações de calamidade. É exatamente esse o nome que nós estamos a adotar. Estamos a discutir neste momento qual é a porcentagem do valor total do Fundo de Financiamento de Freguesias que deve ser guardado para este fundo, mas entendemos que ele deve existir, porque estas situações, como verificámos no início do ano, infelizmente podem se repetir mais vezes. Infelizmente, todos os anos, nesta altura do verão, nós vemos que existem situações muito complexas do ponto de vista dos incêndios e por isso há sempre situações que fazem com que as freguesias tenham que gastar mais verba.
A verba inscrita no Orçamento de Estado para as freguesias está nos 2,5%. A ANAFRE quer passar para 5% até 2030.
A FENPROF considera patética a decisão do governo de pagar horas extraordinárias aos professores que estão a corrigir os exames nacionais do 12° ano.
Anúncio feito esta manhã, esse pagamento de horas extra aos professores pelo porta-voz do PSD, Sebastião Bugalho, que enaltece o esforço que está a ser feito pelos docentes. A decisão já foi comunicada ao agrupamento de exames do Júri Nacional de Exames. Confrontado com esta decisão, o secretário-geral da FENPROF, José Feliciano Costa, considera que o pagamento de horas extra aos professores que estão a corrigir exames não é a solução ideal.
Estão aqui em causa o processo escolar dos alunos, o percurso e a entrada no ensino superior. Era isso que eles queriam neste momento e isso não se resolve com horas extraordinárias. A resolução passa por outras políticas para a educação. E isto, de facto, não acontece ainda. E não é o problema das horas extraordinárias, é o problema de perceber que tem que haver mudanças profundas no sistema educativo e depois então vamos começar a tentar resolver o problema. Agora, este anúncio de horas extraordinárias parece-nos uma coisa, sinceramente, até patética.
A reação da FENPROF ao anúncio de Sebastião Bugalho, José Feliciano Costa, diz ainda na Rádio Observador que não há condições para que o ministro da Educação continue no cargo.
José Luís Carneiro não reagiu à medida, mas criticou a forma como o governo tem gerido o processo.
O secretário-geral do PS lembra que o governo tinha prometido apresentar as avaliações a horas, cenário que José Luís Carneiro diz que não tem acontecido e sublinha ao líder do PS essa promessa falhada pelo governo.
No dia 17, o governo prometeu apresentar as avaliações dos alunos. Mas no dia 17, há algo que eu posso garantir: é que ficarão muitos assuntos por resolver, nomeadamente a viabilidade das candidaturas de muitos alunos ao ensino superior. Estou convencido que está mesmo colocada uma crise de confiabilidade no modelo de avaliação e na classificação que foi feita por parte deste governo e do falhanço que resulta do governo.
José Luís Carneiro esta manhã em Braga, à entrada para o Congresso Federativo do Partido Socialista.
A líder da bancada parlamentar do Livre diz que no futuro o partido vai conseguir chegar ao governo.
Promessa feita por Isabel Mendes Lopes no Congresso do Livre, que acontece em Sintra, a porta-voz do partido encabeça a lista A para a eleição ao grupo de contacto, o órgão executivo do partido. No discurso de apresentação, a deputada defende que o Livre tem de apresentar propostas concretas para combater o executivo da AD. Sublinha Isabel Mendes Lopes que o partido não quer ficar pela oposição. Lembrando o crescimento do Livre nas últimas eleições, Isabel Mendes Lopes não esconde a ambição de um dia chegar ao governo.
Nós ouvimos muitas pessoas a clamar por uma refundação da esquerda, para a esquerda pensar no que tem de fazer para conseguir singrar. Ora bem, está aqui a refundação da esquerda. Da esquerda que quer crescer e quer crescer mais para ter o poder de mudar as coisas. Da esquerda que não tem medo de dizer que quer ser governo, quer ser governo nas freguesias, nas câmaras municipais, nas regiões autónomas e no governo da República. Porque é no poder executivo que nós mudamos mais diretamente a vida das pessoas e o rumo do país.
Palavras de Isabel Mendes Lopes, que diz que não é inevitável o país ser governado pela direita. Já Jorge Pinto, que pretende substituir Rui Tavares na dupla liderança do Livre, aponta o dedo à direita, critica o executivo de agir como se tivesse maioria absoluta quando é um governo minoritário e utiliza o setor da habitação como exemplo.
Não é inevitável termos um governo que, quando apresenta medidas para o setor da habitação, se calhar aquele onde mais coragem era preciso tomar decisões, todas e cada uma das medidas apresentadas pioram a qualidade de vida dos portugueses, pioram a balança entre o poder dos proprietários e o poder dos inquilinos. Isso não é inevitável. E lá estaremos, certamente, na Assembleia da República para dizer que conosco isso não vai passar.
Jorge Pinto no Congresso do Livre, ele que avança para o lugar de líder do partido de Rui Tavares, de liderança a dois no Livre, sendo que Rui Tavares vai deixar a liderança do partido.
Notícia de fecho do Jornal das Quatro.