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Jornal das 11, na Rádio Observador, com edição da jornalista Diana Rosa. Diana, o Ministro da Economia e da Coesão recusa constrangimentos no turismo em Portugal por causa do aumento do preço dos combustíveis.
Afirma que o combustível para aviões não vai ser um problema. Com as constantes subidas nos preços, Manuel Castro Almeida garante que pelo menos falhas não vai haver. E quanto aos portugueses, o ministro apela a que façam férias cá dentro.
Com os dados que nós temos hoje, não será um problema o turismo por causa do efeito do combustível dos aviões. Reparo que o nosso ponto é acentuar esta realidade que as pessoas não devem esquecer. Houve um problema grave no centro do país, na região de Leiria e nos territórios próximos de Leiria, e o país é muito solidário. Na hora de fazer escolhas, apelamos a que o país se lembre de que é solidário e que esta região precisa mais do que as outras.
Relativamente ao poder de compra dos portugueses com este aumento de preços, o ministro Manuel Castro Almeida lembra que cada um faz as férias que pode fazer.
E o líder do Chega insiste em manter a descida da idade da reforma em eventuais negociações com o governo no âmbito da reforma laboral.
Ainda que André Ventura não especifique qual o tempo de redução.
Vamos descer a idade da reforma. Nós temos que descer a idade da reforma, ela está num patamar muito elevado. As pessoas merecem ter uma idade da reforma, por exemplo, que possa ser feita a partir dos 40 anos de descontos, que era o que tínhamos antes. Era a regra que tínhamos antes e que era consensualmente aceite.
É uma linha vermelha para André Ventura, que esclarece que travar a subida da idade da reforma este ano não basta para mudar o sentido de voto em relação à reforma laboral.
E os cinco elementos da Comissão Nacional de Eleições que suspenderam a participação no plenário voltaram hoje às reuniões, mas denunciam um descontrole financeiro dentro da CNE.
Foi-lhes disponibilizada a informação sobre as contas que na altura da suspensão diziam que estava a ser negada. Teresa Leal Coelho, membro da CNE que cancelou a participação nas reuniões, diz que o regresso é condicionado e explica que muita da informação recebida está truncada.
Regressamos com condicionalismos. Deram-nos, através de um sistema de marca d'água, acesso a um conjunto de documentação que temos vindo a solicitar há meses, como nos foi facultada através do sistema de proteção de dados e informação, embora com alguns dados truncados e alguns dados que nós entendemos que não são dados sensíveis. Nós disponibilizámo-nos para participar na reunião de hoje e nas próximas, a menos que agora detetemos eventual boicote a que possamos aceder a tudo o que vamos necessitando.
Em relação à informação recebida, Teresa Leal Coelho denuncia um descontrole financeiro na CNE.
O nosso entendimento é o de que há descontrole financeiro. Está ali uma cultura claríssimamente de obscuridade, de proteção, vamos lá saber de quê. Nós vamos saber de quê, já começamos a saber de quê. De pagamentos de valores absurdos, no nosso parâmetro de Portugal, do erário público, não só a funcionários, como também a alguns membros da comissão.
Teresa Leal Coelho deixa ainda um aviso.
Nós tentámos durante meses esclarecer estas questões no recato da Comissão Nacional de Eleições. Não foi possível, porque nos boicotaram sistematicamente o acesso à informação. Se virmos que há indícios que justificam remeter para o Ministério Público, é exatamente isso que faremos.
É garantia de Teresa Leal Coelho à Rádio Observador.
E António José Seguro convidou o Papa Leão XIV a visitar Portugal no próximo ano.
Quando se comemoram os 110 anos das aparições de Fátima e quando se assinalam os 500 da formalização da Nunciatura Apostólica em Portugal. Daí o convite, é uma informação hoje divulgada no site oficial da Presidência da República. Para já, antes de se falar neste convite, Leão XIV vai realizar uma visita oficial a Espanha entre os dias 6 e 12 do próximo mês. É a primeira viagem de um pontífice em 15 anos ao país vizinho e vai incluir passagens por Madrid, Barcelona, Gran Canária e Tenerife.
Diana, "É Tuga ou Nada", assim se chama a canção de apoio à Seleção Portuguesa de Futebol no Mundial deste ano.
Foi apresentada hoje, dia em que foram também conhecidos os convocados de Roberto Martínez. Sam the Kid criou a música e convocou, Ricardo Lopes, quatro rappers para criar a letra e dar voz a esta canção.
Yeah! É tuga ou nada. Bora!
"É Tuga ou Nada", é este o mote que dá nome ao tema oficial de apoio à seleção. Sam the Kid fez de selecionador nacional e convocou quatro rappers para entrar em campo.
Chamei o Papillon, chamei o Bispo, o Sir Scratch e o Gsan.
Como qualquer selecionador, explica as decisões e admite que outros nomes também encaixariam na tática definida.
Eu sabia que queria dois rappers, dois rappers e alguém no refrão. Neste caso, o Gsan também ficou no refrão e numa das pequenas partes. Se houvesse para esse quinto e ocupar-se do refrão de verso, seria o Plutónio.
Gsan, que ficou encarregue do refrão "Orlhudo", recorre ao passado para projetar o futuro.
Acho que é incrível. Eu estou me a lembrar agora do Euro de 2016, em que fomos campeões. Estou me a lembrar e é claro que daqui a 10 anos eu quero
Com os meus putos, os filhos do Scrat, lembro que eles escreveram aquela cena. Com uma música que fez Portugal ganhar o mundial.
Com as expectativas em alta, Sir Scratch lança um desafio.
Eu já imagino a cantarmos esta música na final. Agora já fizemos a nossa parte. Agora o desafio que a gente faz aos jogadores é: nós queremos cantar, seja no balneário ou com a equipa, na final.
A caminhada da seleção das Quinas começa já a 17 de junho. Até lá, cabe-nos a nós decorar este hino de apoio.
Ricardo Lopes, que acompanhou a apresentação da música de apoio à seleção portuguesa de futebol. Diana, vamos também às notícias de âmbito local. Passamos da música da seleção para o concerto Bad Bunny, que vai criar constrangimentos na cidade de Lisboa, nomeadamente no estacionamento. O parque de estacionamento do Colégio Militar vai estar condicionado entre domingo e quarta-feira, por causa do concerto no Estádio da Luz. Em um e-mail enviado aos utilizadores, a ML garante que ainda assim os assinantes vão poder continuar a estacionar neste parque, mas a entrada e a saída de viaturas vai ser feita exclusivamente pela Rua Doutor João Couto. Já os clientes da Navegante não podem utilizar o parque. A alternativa é o Parque dos Condes de Carnide. O acesso vai ser assegurado automaticamente. No Seixal, seis pessoas foram detidas durante uma operação de prevenção criminal da GNR. Em comunicado, a autoridade detalha que três pessoas foram detidas por tráfico de droga, duas por posse de arma proibida e uma por condução sob efeito de álcool. Um dos detidos ficou mesmo em prisão preventiva. O Centro Cultural e de Congressos das Caldas, o CCC, recebe no próximo dia 13 de junho um concerto solidário de apoio às vítimas das tempestades que afetaram a região de Leiria. David Fonseca, Carolina Deus e Joana Almeirante são os protagonistas do evento solidário. A iniciativa resulta de uma parceria entre os municípios das Caldas e de Leiria. Aveiro volta a dar voz aos mais jovens com mais uma assembleia municipal jovem, que é promovida pela autarquia. A iniciativa decorre entre hoje e quinta-feira. Tem como objetivo promover o exercício da cidadania e a participação democrática. A sessão de hoje foi dirigida aos alunos do terceiro ciclo. Amanhã e quinta-feira destina-se a alunos do secundário. O PS acusou hoje o Executivo Municipal de Vila Nova de Gaia, liderado por PSD, CDS e L, de ter transferências em atraso às instituições que integram os programas Gaia Aprende, mas a autarquia nega e garante que cumpre o estabelecido. Durante a reunião pública da Câmara de Gaia, o vereador socialista João Paulo Correia afirmou que a insensibilidade social da autarquia começa a notar-se. Segundo o deputado, estes programas estão a ser desmantelados porque a autarquia deve dinheiro às instituições particulares de solidariedade social que os integram, criando grandes dificuldades. Dizendo estar a ser a voz de muitos pais, João Paulo Correia entende que o objetivo do Executivo Luís Filipe Menezes é colocar as IPSS em dificuldades. Terminamos, Filipa, em Óbidos, que volta a ser palco do Festival de Teatro. No próximo mês, entre os dias 5 e 28, a vila vai receber dezenas de peças de companhias profissionais e amadoras destinadas a todas as idades. Há ainda espaço para oficinas e formações artísticas para escolas e para o público em geral. Notícia de fecho do Jornal das 11.