Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
As notícias com Miguel Pina Andrade.
Boa noite. Os líderes da União Europeia aprovaram por unanimidade renovar sanções à Rússia pela primeira vez em um ano e meio. A última vez que uma cimeira do Conselho Europeu tinha aprovado de forma unânime conclusões sobre a Ucrânia tinha sido em dezembro de 2024. Os líderes dos 27 Estados-membros estão reunidos em Bruxelas para debater apoio à Ucrânia, numa fase de avanço do alargamento do bloco. Uma porta-voz de António Costa, presidente do Conselho Europeu, dá conta que as conclusões foram aprovadas por unanimidade e que as sanções à Rússia são renovadas por mais um ano. Quanto às sanções, o Conselho Europeu reitera a importância de reduzir ainda mais as receitas energéticas de Moscovo, de travar as operações da frota paralela e de restringir o sistema bancário russo ainda mais. São medidas que constam no pacote número 21 de sanções contra a Rússia, que está atualmente em discussão. Na análise, o especialista em relações internacionais, Orlando Samões, considera que podemos estar numa fase de reequilíbrio de posições entre a Rússia e a Ucrânia, não só no campo de batalha, mas também no campo diplomático.
Agora no G7, com esta imagem, que não é surpreendente, mas que deve ser sublinhada, de termos Zelensky sentado no conjunto do acordo entre as maiores economias e com a presença da União Europeia. E Trump apenas falar ao Putin pelo telefone, faz com que possamos argumentar que algum reequilíbrio se estabeleceu.
Declarações do especialista em relações internacionais, Orlando Samões, que acrescenta ainda que a Ucrânia está atualmente apetrechada com um nível tecnológico muitíssimo avançado. O Irão está disposto a dar uma resposta esmagadora aos Estados Unidos, caso Washington viole os pontos do memorando de entendimento ou desenvolva uma ambição excessiva. O aviso foi feito pelo presidente do Parlamento iraniano e principal negociador de Teerão. Na rede social X, afirma que os Estados Unidos, e cito: "Já levaram uma bofetada na guerra uma vez e podem levar uma bofetada ainda maior caso queiram regressar às hostilidades". As portagens no Estreito de Ormuz estão suspensas nos próximos 60 dias. O Irão compromete-se com as operações de desminagem do estreito. A informação é avançada num comunicado do Conselho Supremo de Segurança Nacional do Irão, citado pela agência de notícias iraniana Tasnim. Os navios retidos no Golfo Pérsico voltaram esta quinta-feira a navegar pelo Estreito de Ormuz, mas apenas em duas vias. De acordo com a CBS News, a principal rota ainda está fechada e estima-se que terá cerca de 80 minas que precisam ainda de ser retiradas. Entretanto, Steve Witkoff, o negociador norte-americano, anunciou que Teerão terá convidado inspetores da Agência Internacional de Energia Atómica para visitar as infraestruturas nucleares do país. Na atualidade internacional, o diretor de Recursos Humanos da ULS Lisboa Ocidental foi suspenso e está a ser alvo de um processo disciplinar. André Coelho Dias é acusado de prender uma funcionária a uma cadeira com fita-cola e de ter proferido expressões intimidatórias. A informação foi confirmada pela instituição à Agência Lusa, na sequência de uma notícia avançada pela TVI. No Conselho de Administração da ULS Lisboa Ocidental, garante que o responsável vai ficar afastado de funções enquanto decorrer o apuramento deste e de outros casos. De acordo com o Jornal Público, também a Inspeção-Geral das Atividades em Saúde instaurou um processo para esclarecer as denúncias que envolvem o diretor de Recursos Humanos da ULS Lisboa Ocidental. O governo está a preparar uma reforma no Ministério da Saúde. O plano vai ser conhecido no próximo mês. A informação foi avançada pelo ministro da Reforma e do Estado e também pela ministra da Saúde, à margem de uma iniciativa sobre inteligência artificial na saúde. O ministro Gonçalo Saraiva Matias adiantou que as linhas mestras estão a ser ultimadas. No próximo mês, o plano vai ser revelado.
Serão anunciadas as linhas dessa reforma. É uma reforma que tem como objetivo a colaboração do Serviço Nacional de Saúde com os privados e nessa colaboração inclui-se, naturalmente, também a questão dos dados. A questão dos dados é muito importante, a questão da interoperabilidade, a garantia de que os dados estão disponíveis para todos. Nós hoje já temos no SNS24 os meios complementares de diagnóstico, em larga medida disponíveis, mas é importante que esse alargamento também se dê aos privados e, portanto, nós consigamos constituir aqui uma capacidade de resposta à saúde entre o Serviço Nacional de Saúde e também os vários atores privados.
O ministro Gonçalo Saraiva Matias explica ainda que a reforma que está em andamento no INEM está integrada nesta transformação do ministério. E Ana Paula Martins garante que o SNS está a postos para o período de maior calor que se avizinha. A ministra da Saúde assegura que o plano para o verão está em marcha.
O plano de verão já está feito há algum tempo. A Direção-Geral de Saúde e a Direção Executiva, da parte da saúde, coordenam a resposta durante o verão, como aliás coordenam durante o inverno. O SNS24, naturalmente, tem aqui, e o INEM, um papel também determinante, assim como todas as unidades locais de saúde e centros de saúde. Isto é muito complexo, como aqui ouviram.
A ministra Ana Paula Martins numa iniciativa sobre inteligência artificial na saúde em Lisboa Nove membros do grupo neonazi Movimento Armilar Lusitano são acusados do crime de terrorismo. Planeavam um atentado contra o primeiro-ministro. Luís Montenegro era um dos alvos mencionados na lista, a par de Marcelo Rebelo de Sousa, Cavaco Silva e António Costa. Segundo a acusação do Ministério Público a que o Observador teve acesso, um dos elementos deste grupo chegou mesmo a conseguir a morada de Luís Montenegro e a informação de que a PSP vigiava permanentemente a casa do primeiro-ministro. Nas conversas do grupo, os indivíduos ponderaram raptar Montenegro, mas desistiram da ideia. O plano passou depois a ser disparar uma granada para o interior da casa do primeiro-ministro através de uma janela. Além do crime de terrorismo, os nove neonazis do Movimento Armilar Lusitano estão ainda acusados de incitamento, recrutamento, posse de arma proibida e tráfico de armas. A UGT não exclui uma nova greve geral se as alterações às leis laborais forem aprovadas no Parlamento. Mário Mourão assistiu nas galerias ao debate desta quinta-feira, que terminou com a ideia de que o Chega deverá viabilizar as propostas de reforma do governo para depois avançar para a discussão na especialidade. Caso isso aconteça, o líder da UGT, Mário Mourão, diz que há espaço para novos protestos.
Vamos acompanhando e evoluindo, porque aquilo que foi hoje aqui discutido, amanhã se calhar podem ter outras opiniões. Alguns partidos que fizeram ali algumas declarações, já nos vêm habituando a isso. Portanto, vamos assistir com toda a serenidade. Dizer o seguinte: a UGT não vai desistir de lutar. A UGT vai continuar a lutar contra este pacote laboral. E não está excluída nenhuma forma de luta, incluindo uma greve geral.
Mário Mourão, líder da UGT, que avança que a central sindical vai pedir reuniões com os vários grupos parlamentares. O secretário-geral da CGTP, Tiago Oliveira, juntou-se aos trabalhadores que estavam concentrados no exterior. Em declarações aos jornalistas, garante que esta sexta-feira, data da votação da proposta do governo de alterações às leis laborais, na generalidade, é quando é votada na generalidade esta proposta, vai estar também presente e faz um apelo à responsabilidade de todas as bancadas parlamentares. Tempo ainda para olhar para o Mundial de Futebol. A esta hora joga-se o último encontro da noite entre México e Coreia do Sul. Antes, o Canadá goleou o Qatar por 6-0 numa partida do grupo B. Mais cedo, a Suíça ganhou por 4-1 à Bósnia no grupo A. A acompanhar este México-Coreia do Sul está o João Lourenço, agora comigo em estúdio. Boa noite, João. A bola já rola no estádio de Guadalajara.
E com oito minutos nesta partida entre o México e a Coreia do Sul, uma partida que certamente vai definir qual das equipas que vai liderar o grupo A rumo à terceira e última jornada da fase grupos deste Mundial de 2026. É uma partida que já teve uma ação faltosa, um cartão amarelo admenstrado a Kang-in Lee, o médio extremo do Paris Saint-Germain, que levou já cartão amarelo. De um lado da seleção mexicana, há duas caras conhecidas do futebol português, desde já Raúl Jiménez, o avançado agora dos quadros do Fulham, que pertenceu ao Sport Lisboa e Benfica, também há Jorge Sánchez, um lateral direito que neste momento é titular e que esteve uma temporada ao serviço do Futebol Clube do Porto. Caras conhecidas ou, neste caso, a língua de Camões fala-se no banco da Coreia do Sul, concretamente através do treinador adjunto João Aroso, ele que passou também pelos quadros do Vitória de Guimarães, e Pedro Roma, antigo guarda-redes da Académica de Coimbra, é neste momento treinador de guarda-redes desta seleção asiática, que em tempos, e não tão longínquos, foi orientada pelo técnico português Paulo Bento. Minuto nove desta partida do grupo A, estádio completamente cheio de mexicanos em Guadalajara, México zero, Coreia do Sul também zero.
O João Lourenço que vai continuar a acompanhar o jogo do grupo A entre o México e a Coreia do Sul. João, estás de volta às 14h30.
Estou sim, senhor.
Hora em que voltam também as notícias. Até já.
Até já