Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
As notícias com Nadine Soares.
Bom dia, Jornal das seis da manhã. António José Seguro continua hoje a presidência aberta. O Primeiro-Ministro vai deslocar-se até Tomar para se encontrar com o presidente da República. O encontro semanal entre o chefe de Estado e o chefe de Governo, em vez do Palácio de Belém, é a Casa dos Tetos de Tomar a acolher esta reunião. É o grande destaque deste segundo dia da iniciativa promovida por António José Seguro. O chefe de Estado continua a dedicar grande parte da agenda a ouvir as populações afetadas pelo mau tempo. Vasco Maldonado Correia.
É uma presença de peso no segundo dia da presidência aberta de António José Seguro. Luís Montenegro vem até Tomar e é na Casa dos Tetos, que está a ser usada pela presidência como quartel-general para esta semana, que o Primeiro-Ministro e o presidente da República vão cumprir a nova tradição semanal de reunirem à terça-feira. Por norma, não costuma haver declarações no fim destes encontros, mas a ocasião pode fazer abrir uma exceção. Também em Tomar, mas na central elétrica, o presidente da República vai marcar presença na assinatura de um protocolo entre a estrutura de missão para a reconstrução da região Centro, chefiada por Paulo Fernandes, e uma série de fundações. Na agenda de Seguro, estão ainda dois contactos diretos com as populações que mais sofreram com as tempestades no início do ano. Vai visitar habitações afetadas em Ourém e em Mação. Numa agenda muito preenchida, a saltar de um local para o outro, está também prevista uma visita ao Centro de Meios Aéreos em Ferreira do Zêzere.
Vasco Maldonado Correia, a acompanhar a presidência aberta de António José Seguro, que decorre até sexta-feira. A reunião com o Primeiro-Ministro está marcada para às 17h. O prazo para apresentar candidaturas aos apoios destinados à reconstrução de habitações próprias afetadas pelo mau tempo termina esta terça-feira. Um prazo estabelecido pelo ministro da Coesão Territorial, Manuel Castro Almeida, publicado em Diário da República. O objetivo é acelerar o processo o mais rápido possível, explica o ministro no despacho que a Agência Lusa teve acesso. No entanto, admite que o dinheiro está a demorar a chegar. Das 30 mil candidaturas apresentadas até o dia em que passaram dois meses da tempestade Cristina, só estavam decididos 3200 processos, pouco mais de 10%. E termina também esta terça-feira o prazo para a entrega das listas para os órgãos externos da Assembleia da República. Isto depois ter sido novamente adiado na quinta-feira passada com a justificação da tolerância de ponto da Páscoa. O presidente da Assembleia da República, José Aguiar Branco, diz que a extensão do prazo estende-se até à hora de almoço. As listas devem incluir os nomes para três juízes do Tribunal Constitucional, que estão em falta, e cinco membros a indicar pelo Parlamento para o Conselho de Estado. O governo aprovou a alteração temporária do regime do imposto sobre produtos petrolíferos, isto para prolongar o alívio fiscal nos combustíveis. Os preços continuam a subir na sequência do conflito no Médio Oriente. De acordo com o comunicado, o Conselho de Ministros aprovou uma proposta que altera de forma temporária o regime jurídico do ISP. O Executivo vai descer os limites mínimos do imposto. O comunicado do governo explica ainda que a alteração temporária permite continuar a reduzir o ISP através da devolução da receita adicional de IVA. Mudamos de tema. A ministra do Trabalho diz que a reunião com a UGT e os patrões correu bem. Acredita que está tudo encaminhado para chegar a um acordo. São palavras de Maria Rosário Palma Ramalho, que adianta que as negociações do pacote laboral vão continuar. No final da última reunião, a ministra revelou o próximo passo. As partes envolvidas têm de consultar os órgãos associados. A ministra do Trabalho, que destaca um encontro positivo com a UGT e os patrões. Foram 53 reuniões até agora com as alterações ao Código do Trabalho em cima da mesa. A UGT reúne na próxima quinta-feira o Secretariado Nacional. Na atualidade internacional, uma madrugada marcada por ataques em Teerão, uma notícia avançada pelos media locais que citam as Forças de Defesa de Israel. As forças israelitas dizem à Al Jazeera e ao jornal Haaretz que concluíram uma onda de ataques aéreos contra infraestruturas do regime do Irão, na capital e noutras zonas do país. Foram registadas explosões perto do Aeroporto Internacional de Mehrabad, a sul da cidade. Já a agência de notícias Fars escreve que foram identificados bombardeamentos na cidade de Karaj, uma zona mais a oeste de Teerão. São ataques que surgem depois de Donald Trump ter voltado a ameaçar o Irão. O presidente norte-americano diz que o país pode cair numa só noite e uma noite que pode ser já amanhã. Palavras de Donald Trump na Casa Branca.
"The entire country can be taken out in one night."
O país todo pode ser tomado numa noite e essa noite pode bem ser amanhã. Todas as pontes no Irão vão ser dizimadas amanhã à noite, às 12h. Todas as plantas de poder no Irão vão ser desfeitas, queimadas e destruídas. Nunca mais vão poder ser usadas. Vai ser uma demolição completa às 12h e, se quisermos, vai acontecer num período de quatro horas. Nós não queremos que isso aconteça.
O presidente norte-americano defende que esta madrugada é o prazo limite para o regime iraniano aceitar um novo acordo e reabrir, por isso, o Estreito de Ormuz. Caso não aceitem estas condições, os Estados Unidos admitem atacar pontes e centrais energéticas. O Irão, que já respondeu e rejeita esta retórica de Donald Trump, um porta-voz do exército iraniano garante que as ameaças dos ataques e o discurso do presidente norte-americano não têm qualquer efeito na continuidade das operações ofensivas. Falam até de uma retórica arrogante e rude por parte de Donald Trump. Tempo ainda para falarmos de desporto. O Benfica empatou a um golo com o Casa Pia. José Mourinho diz que os encarnados estão fora das contas do título. O Benfica estava a vencer com o golo de Richard Rios aos 68 minutos. Mais de 10 minutos depois, Rafael Brito, do Casa Pia, marcou pela equipa da casa. Após o encontro, José Mourinho criticou a atitude dos jogadores, assumiu que o Benfica está fora das contas do título. Já Álvaro Pacheco, treinador do Casa Pia, realça a resposta da equipa quando estava a perder. O Sporting joga esta terça-feira com o Arsenal para a Liga dos Campeões. Jogo em Alvalade, a partir das 20h, conta como sempre com relato e comentário. São os destaques para ouvir já a seguir no Vamos à Bola, o jornal de desporto da Rádio Observador. E fechamos com o novo podcast Plus do Observador. A investigação ao homicídio de Carlos Castro em Nova Iorque é o tema do novo podcast Plus do Observador. São milhares de ficheiros que fazem parte do processo judicial aberto pelo Ministério Público de Nova Iorque e que estão na base do podcast Os ficheiros do caso Carlos Castro juntos permitem reconstruir a investigação ao crime cometido por Renato Seabra em janeiro de 2011. Entre os ficheiros estão relatórios policiais e médicos, fotografias, transcrições de testemunhos, mas também as comunicações áudio da polícia no dia em que o cronista social foi encontrado morto num quarto de hotel em Times Square.
No código da polícia, é um DOA, dead on arrival. Foi encontrado morto à chegada das autoridades. O agente faz a descrição física de um homem que foi visto no hotel, o possível suspeito. Os detalhes são anotados pela telefonista no papel, para depois serem transmitidos a todas as unidades da polícia. É um homem de origem hispânica, possivelmente branco. Chama-se Renato Seabra. Soletra o agente.
O novo podcast Plus do Observador é um excerto do primeiro episódio dos ficheiros do caso Carlos Castro, que já está disponível. Esta é uma série narrada pela atriz Joana Santos e que tem música original do pianista Júlio Resende. A investigação e os guiões são da jornalista Tânia Pereirinha. Fica por aqui o jornal das 06h. Deixe-se ficar já a seguir de conferência de imprensa.