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Depois de assegurar a paz entre o partido e antes do pão, à hora de almoço, Pedro Nuno Santos fechou o congresso com medidas para a habitação, para a saúde e para a educação. Mas não só. A grande bandeira que fica do discurso de Pedro Nuno Santos é aumentar o salário mínimo até 1.000 € nos próximos quatro anos.

O governo atual havia definido como meta o aumento do salário mínimo nacional dos atuais 820, em 2015 eram 505, para 900 até 2026. Nós propomos que no final da próxima legislatura, em 2028, o salário mínimo atinja pelo menos os 1.000 €.

O novo líder do PS não se preocupa apenas com o mínimo e promete aumentar também os salários médios. Quanto às pensões, garante manter a estratégia de subida mínima para as pensões mais baixas. Para tudo isto, Pedro Nuno Santos explica que Portugal precisa de uma economia a crescer. O líder socialista defende que o Estado tem de saber fazer escolhas com um plano bem definido.

Devemos assumir um desígnio nacional para a próxima década, selecionar um número mais limitado de áreas estratégicas, onde concentrar os apoios durante uma década. Concentrar a maior parte dos apoios nestas áreas, na investigação nestas áreas, nos centros de transferência de conhecimento destas áreas, no desenvolvimento de produtos e tecnologias destas áreas e nas empresas com projetos que se insiram nestas áreas estratégicas.

A pensar no futuro, entre as propostas de Pedro Nuno Santos, não ficou esquecida uma das pastas que liderou, a habitação. Neste renovado PS, há intenções de criar um novo indexante de atualização das rendas, com ligação à evolução dos salários. Sobre saúde, Pedro Nuno Santos promete investir na valorização da carreira médica e na modernização dos equipamentos utilizados no SNS. Mas a grande bandeira vai para a criação da carreira de medicina dentária no serviço público. Quanto à educação, falou de professores para prometer melhores salários.

Queremos aumentar os salários de entrada na carreira docente, tornando, desta forma, entre outras medidas, a profissão de professor mais atrativa.

Apesar dos aumentos prometidos, nem uma referência ao tempo de carreira, um tema que marca a governação socialista dos últimos anos.

PS! PS! PS!