Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

No local está a repórter Inês Batista. Inês, há mais operacionais no local, as chamas voltaram a aparecer, mas a chuva começou a cair e pode ajudar no combate ao fogo.

Vamos descobrir as informações ao certo, Miguel. Agora num novo ponto de situação com o comandante dos sapadores bombeiros de Lisboa, Alexandre Rodrigues, que a esta hora está a responder a perguntas dos jornalistas.

Perda total não, mas uma perda elevada, sim, principalmente os elementos interiores do edifício.

Confirma uma perda a partir do segundo andar para cima, é isso?

E já existem algumas partes dos pisos inferiores que também já estão afetadas.

Agora em direto para a Rádio Observador, peço-lhe que repita. Na última hora, nas últimas duas horas, hora e meia, houve novos focos de incêndio. O caso complicou-se, diríamos assim.

Os elementos em madeira, como arderam, ficaram mais fragilizados. Deixou de existir condições para estarmos dentro do edifício. Tivemos que passar a fazer um combate defensivo a partir do exterior do edifício.

Sim, há pouco víamos chamas já no telhado deste edifício, na parte de trás e também cá em cima. São esses focos de reacendimento.

E no interior. Temos alguns focos no interior e estamos a combater através dos vãos de janelas, das portas, do exterior, a tentar eliminar esses focos de incêndio.

Mas continua a dar o incêndio como estando em fase de rescaldo ou está apenas controlado?

Está circunscrito.

A esta hora, quantos operacionais, quantas viaturas?

Temos 80 operacionais e 16 viaturas no terreno.

Há pouco dizíamos que já conseguiram perceber, mais ou menos, o foco deste incêndio, onde começou.

Há indícios que ele teve início num quarto, no segundo andar.

Têm um reforço de meios, são bombeiros que estão a ser rendidos ou é porque é preciso mais operacionais para o combate?

Como estamos muito tempo a trabalho, é preciso substituir as pessoas que já estão exaustas de trabalhar há tantas horas. O conceito será esse.

Alexandre Rodrigues, comandante dos sapadores bombeiros de Lisboa, que está aqui a responder às perguntas dos jornalistas que estão à frente deste Edifício 189. Um edifício que está destinado a ser um hotel, tem data marcada de abertura no verão, e a esta hora continua muito fumo. Há mais fumo do que quando chegamos aqui. Chegamos perto de 12h30, já vimos as chamas acesas do telhado deste edifício e também das traseiras. A esta hora o trânsito continua condicionado aqui entre a Rua Barata Salgueiro e o metro da avenida, entre a esquina da Avenida Liberdade e da Rua Barata Salgueiro e o metro da avenida. Continua a haver muitas pessoas que vão parando por aqui para ver o que se está a passar. Vemos também várias viaturas dos bombeiros a chegar, daí estarmos a perguntar se haveria alguma necessidade de reforço de meios. O comandante diz-nos que são bombeiros que estão a ser rendidos e explica-nos que as chamas que víamos no telhado, a esta hora é só fumo, e nas traseiras deste edifício deve-se ao facto de os bombeiros estarem agora a fazer um combate defensivo. Ou seja, não entram no edifício por medo de segurança. Dizia-nos também que há muito material inflamável, de madeira, e que facilmente pega fogo, e que é por isso que a esta hora o combate às chamas está a ser feito do exterior.