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Casais, famílias com crianças ou até religiosas. Muitas pessoas concentraram-se nos locais de voto de Leiria, que em alguns casos foram alterados por força dos estragos causados pela tempestade Cristine. Jorge Lopes votou na Escola Básica de Marrazes e essa mudança não fez grande diferença.
Não, eu morro relativamente perto, é igual.
E o que lhe parece a afluência aqui, apesar de não ser o mesmo termo de comparação, porque o local é diferente, o que lhe parece?
A esta hora parece que é o normal.
É importante votar e por isso também Manuel Faria, presidente da Junta de Freguesia de Leiria e Pozos, diz que compreende, no entanto, se a abstenção acabar por ser mais elevada, tendo em conta os constrangimentos vividos na região.
É possível que algumas pessoas, devido à situação de terem que tratar das suas coisas, das suas preocupações, é possível que venham menos do que vieram. Haja menos pessoas a votar do que aquilo que aconteceu há três semanas. É possível, não sei. No final é que veremos. Todos devemos votar, todos devemos participar neste ato, porque isso é importante para o país.
Usar o direto também em São Simão de Litão, Pombal. Apesar de ter havido um apelo ao boicote, tudo corria com normalidade esta manhã e até com boa afluência, como adiantou à Rádio Observador o presidente da mesa, Raul Ferreira.
Está normalmente, tudo normalmente.
E a nível da afluência, como é que está?
Está bom, nunca pensei que houvesse tanta afluência.
E a nível das pessoas, estão, por exemplo, a estar interesse em votar e em estar aqui?
Tem interesse, claro. Apesar de tudo, apesar de não terem eletricidade, não terem água, não terem comunicações. Comunicações só tive aqui agora quando cheguei.
Ainda assim, as comunicações são o principal desafio neste local de voto, que ainda não tem rede móvel a funcionar com estabilidade