Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.
Um plano para a saúde que vai reforçar o setor privado, com mais médicos roubados do SNS e que mostra algo muito claro para Pedro Nuno Santos.
O governo desistiu do Serviço Nacional de Saúde, e é a palavra certa. Desistiu do Serviço Nacional de Saúde. E nós poderíamos achar: "Bom, eu quero é ser tratado." E isso é legítimo. Só que toda a reforma do governo parte de uma premissa errada. E prometem ao povo português que há uma solução para os problemas que enfrentamos e que não escondemos fora do Serviço Nacional de Saúde. Partem da premissa de que há capacidade excedentária no setor privado. O SNS, como dizia o primeiro-ministro: "Nós vamos esgotar a capacidade do SNS." A opção a seguir não é aumentar a capacidade ou melhorar a capacidade do SNS. Não, é aumentar a capacidade e reforçar a capacidade do setor privado.
O secretário-geral socialista suspeita que alguma empresa privada ajudou a elaborar o plano de emergência para a saúde e, por isso, deixa algumas perguntas ao governo.
Se o governo viu ou não algum conflito de interesses. Depois, a que informação do SNS esta empresa privada teve acesso. Terceiro, de que forma é que esta empresa foi contratada. Nós queremos começar desde logo por aqui, porque se exige transparência, a transparência que se exige sistematicamente ao Partido Socialista e à governação do PS. Este plano foi feito ou não com a cooperação de uma empresa privada na área da consultoria de saúde? De que forma é que essa empresa foi contratada? A que informação do SNS ela teve acesso?
O secretário-geral socialista discorda da visão do governo neste plano, diz Pedro Nuno Santos que o Executivo prefere apostar na reação e não na prevenção e avisa que isso vai sair mais caro ao Estado.