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Desconfiança em relação às instituições, a desinformação e as desigualdades territoriais em Portugal foram alguns dos temas lançados para cima da mesa pelos 25 jovens que vieram de norte a sul do país para apresentar propostas, mas também perguntas ao Presidente da República. Na intervenção inicial, antes da conversa, António José Seguro deixa um apelo: quer que os jovens continuem a ter uma participação ativa na vida política.
Que continuem a participar, que continuem a interrogar, que continuem a sugerir, porque das vossas propostas há muitas que têm de ser colocadas em prática. Não quer isto dizer que tenham todas de o ser. Por isso, uma área em que eu me interesse muito nestes anos de mandato, e por isso integra o plano de ação de mandato, mas também integra o plano de ação de futuro, que foi precisamente
António José Seguro, que no final não quis responder às propostas e perguntas dos jovens, diz que vai guardar as notas que tirou, tal como fez no encontro a 9 de março. O Presidente da República promete ainda dar voz e pôr em prática as ideias das gerações mais novas.
Para mim é muito importante como Presidente da República dar-vos espaço e que este espaço seja também vosso e que desse espaço e das vossas ideias exista consequência. Caso contrário, será sempre uma conversa que dá as malas daqui a pouco sem consequência. E, portanto, eu darei voz às vossas propostas, às vossas ideias e, sobretudo, à vossa curiosidade, que é muito importante que vos tenha.
Os jovens vão ser ouvidos, a garantia deixada por António José Seguro, que afirma que o próximo encontro tem de acontecer o quanto antes.
Alguém me sugeriu para que daqui a um ano nós voltássemos a estar aqui, um ano que é tal demais. Tem de ser antes.
António José Seguro fecha assim as celebrações do Dia da Liberdade no Palácio de Belém, que durante a tarde abriu as portas dos jardins ao público