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Sem falta da Rádio Observador. Noite de clássico no Dragão, o primeiro da época. À sétima jornada, o Foco do Porto recebeu e bateu o Benfica por três bolas a uma, num jogo com uma expulsão para o Benfica ao minuto 35 e que foi de vitória para o Foco do Porto por 3 x 1. Como eu dizia, a arbitragem foi de Miguel Nogueira, Pedro Henriques. Vamos analisar os lances desta partida. Temos muito trabalho pela frente, a começar pelo amarelo a Gabri Veiga, logo no minuto cinco, foi um dos lances que nas redes sociais mais está a ser contestado por várias páginas, com algumas comparações a outros lances. Vamos ao teu veredito sobre este lance.

Sim, eu sei que há uma tendência para comparar, sobretudo com imagens paradas, mas estes lances tornam-se diferentes uns dos outros exatamente pelos fatores que interessa analisar. Primeiro, tem que ser sempre um movimento normal. Por quê? Porque a zona de impacto, ou seja, a zona do contacto ser num peito do pé, é diferente de ser acima, completamente num tornozelo. A distância, ser mais próximo ou vir inteiro deslizante a varrer completamente. Ontem tivemos um caso do jogo do Sporting, da expulsão de Debast, que tem muito a ver com isso. Portanto, há uma série de fatores que tornam os lances diferentes. E depois, o fato de, neste caso concreto, ser de cima para baixo, um pisão num pé que está apoiado no solo, que é diferente quando vais já estar ao tornozelo ou no joelho, ou quando tens o pé noutra circunstância. Dito isto, para mim, cartão amarelo, no limite. O VAR aceita a decisão. Se o árbitro, porventura, desse cartão vermelho neste lance, estou convicto que o VAR validaria também a decisão, porque o protocolo diz ao VAR que para tu intervires, neste caso, para dares vermelho, que o árbitro deu amarelo, ou imaginemos que ele tinha dado vermelho e que o VAR pudesse achar que estaríamos num limite de amarelo para vermelho. Portanto, se tu não tens imagens claras e óbvias para, entre aspas, desmentir, no bom sentido da palavra, o VAR nunca vai intervir. Isto para o VAR. Eu não tenho protocolo e, portanto, eu nunca direi, ou dificilmente direi, só se me escapar sem querer, qualquer coisa como "aceito". Não é uma palavra que eu use muito, pode mais vezes escapar. Eu prefiro dizer: "Esta é a minha opinião, não estou abrigo de protocolo" e eu olhar para este lance com repetições, etc, dou amarelo ou vermelho, e eu dou cartão amarelo. É um pisão, é a fronteira entre a entrada negligente, que não tem em conta o perigo e as consequências do seu ato para o adversário, e aquilo que é o uso de força excessiva, que põe claramente em risco a segurança e integridade física do adversário. Portanto, isto são expressões para amarelo e para cartão vermelho, e que por si só, às vezes, são difíceis de acertar qual é a fronteira. Nós temos lances claramente para amarelo, lances claramente para vermelho, e este está muito enquadrado no limite. Mas por que o cartão amarelo? O pisão é no peito do pé que está apoiado no solo, é de cima para baixo, é de frente, não foi de lateral nem foi por trás, e não é uma zona mais subida do tornozelo. Digamos que há uma parte da biqueira da bota que está a bater de frente, já a subir para o tornozelo, mas grande parte do pé de quem faz o pisão, do Gabri Veiga, praticamente no pé do Alexandre Bah. Portanto, são estes pormenores. E depois vemos também uma situação diferente que é: não vem inteiro deslizante. Se repararmos, o jogador até tem momento que está com os joelhos no chão, com o pé mais para frente. Significa que faz uma entrada de relativamente perto. No meu ponto de vista, embora no limite, eu dou como entrada apenas, este apenas, entre aspas, negligente, passível de cartão amarelo, num lance em que pode, obviamente, até por parte de um árbitro em terreno de jogo, ter uma outra interpretação. Mas no meu ponto de vista, este enquadra-se claramente na negligência, não na força excessiva, e daí eu dar cartão amarelo.

Minuto nove, queixavam-se de um pênalti os homens do Foco do Porto sobre Martim Fernandes na área do Benfica. Resta saber se ficou alguma coisa para assinalar.

Não, bem decidido. Realmente, o Martim Fernandes já está em desequilíbrio quando há um ligeiro e inconsequente contacto da mão esquerda do Rafa Silva, que está em situação defensiva, nas costas do jogador do Foco do Porto. Ele já está em desequilíbrio, acaba por cair, mas não é por ação dessa mão nas costas. Portanto, boa decisão para mim, sem pênalti.

Temos depois, Pedro, ao minuto 25, o primeiro de dois amarelos para Lenglet.

E este cartão amarelo tem muito a ver com o local da falta, mais do que propriamente a infração. A infração é uma rasteira em que o Lenglet ao esticar o pé esquerdo, rasteira o pé direito do Victor João. A questão é que o Victor João já vai com perigo na direção da baliza adversária, embora houvesse mais jogadores do Benfica para intervir, como era o caso do Palhinha, e portanto nunca era uma clara opinável de gol, mas sim um ataque prometedor. Corta uma jogada de perigo, o chamado ataque prometedor e portanto, livre direto e cartão amarelo bem mostrado.

Ao minuto 32, temos o gol do Porto, marcado por Gabri Veiga, assistência de Pepe. Resta saber, acho que a única dúvida que aqui subsiste é um eventual fora de jogo, mas sem motivos para isso.

Sim, sem motivo. Na construção da jogada, há dois momentos, um do Pepe e depois também do Gabri Veiga. São os dois envolvidos. Nem um, nem outro estão em fora de jogo, gol legal.

Temos depois, ao minuto 34, na tua opinião, um amarelo que faltou e foi para Alberto Costa.

Sim, este é um dos três cartões amarelos que, no meu ponto de vista, vou já me antecipar, faltaram por mostrar à equipa do Foco do Porto. E o cartão amarelo é o seguinte: é aquele lance que depois o Prestean fica a pressa a sangrar. Ele vem reclamar com o árbitro, por causa da infração que o árbitro não assinalou, e daí ele, Prestean, ter levado o cartão amarelo. Mas depois percebe-se que o Alberto Costa, que está na disputa de lance, abre o braço esquerdo e acaba por acertar na cara do jogador do Benfica. É um comportamento antidesportivo e que fica por sancionar e ficou aqui cartão amarelo para mostrar ao Alberto Costa por este braço na cara do Prestean.

E não sei, Pedro, nós fomos vendo sangue na emissão, não sei se terá relacionado com isto.

Pode ter sido, o raspão do braço. Pode ter sido, como ele tem ali a zona da cara com borbulhas, etc. Pelo menos há essa ideia. Não quero estar aqui a entrar em detalhe.

Não, mas é um bom raciocínio.

Não, mas dá-me a ideia que há um braço na cara, efetivamente, mas não há uma agressão. Ponto de citação, não há uma agressão. É aquele braço antidesportivo, incorreto, aquele cheirinho que se dá no adversário e que deveria ter levado ao cartão amarelo.

Ao minuto 45, mais um amarelo por dar desta feita, mais um homem Foco do Porto, Kiwior.

Estás a pedir para o minuto?

Minuto 40 mais um.

Espera aí, é minuto 45 mais um, mas esqueci-me de pôr o lance mais importante, obviamente, que é a expulsão.

Do Lenglet, que foi ao minuto 35, é o segundo amarelo. Exatamente. Era tão óbvio, Pedro, que nós até acabamos por esquecer.

Para as pessoas perceberem, eu mando sempre os lances para ti que vais falar comigo ou para quem vem falar comigo.

Para ter uma noção do enquadramento. Sim, e aqui acabou por não. Mas não faz mal, Pedro, até porque sabemos que foi bem mostrado. Foi uma coisa um pouco imatura para um jogador tão experiente.

Claro. O Lenglet o que faz, usando uma expressão que não é de futebol, é dar um calduço. Abre a mão direita e acerta no pescoço, cabeça, meio por trás do jogador.

E até meio que na orelha, nesse caso foi um bom calduço, já que é para ser expulso.

Mas é um comportamento antidesportivo, é isso que importa. O André Silva vai dar um mexerinho ao Lenglet, um encosto, e o Lenglet, no limite de ter respondido com o corpo e não levantando a mão e dando aquele calduço, aquele acertar de mão direita bem aberta na cabeça, pescoço do André Silva. Isto é um comportamento antidesportivo e portanto cartão amarelo e obviamente como já tinha visto um amarelo, foi expulso. E para dizer que isto é importante para o jogo, porque estes dois cartões amarelos, ao minuto 25 e ao minuto 35 ao Lenglet, são os dois bem mostrados.

E, portanto, o Lenglet é bem expulso ao minuto 45 mais um, agora sim, amarelo, na tua opinião, por dar a Kyor do Porto.

Sim, é um lance que eu na altura também não valorizei muito no jogo, depois preciso sempre das repetições, de ver com calma. Hoje houve muitas incidências e muitas vezes no direto aceito na perspectiva não definitiva, eu não gosto de dizer a palavra aceito, muitas vezes aceito na perspectiva do direto, mas depois no final de rever os lances, gosto de dizer ou uma cor ou outra, ou sim ou sopas, como costumo dizer. E para mim ficou cartão amarelo por mostrar ao Kyor. Empurra o Ubah. É uma situação em que o Kyor não tem qualquer intenção de jogar a bola e vai mesmo com as mãos por trás empurrar. E o Ubah já está próximo da linha de baliza, mas está a atacar a área lateralmente, o que significa que se não fosse empurrado, já estava a refletir para o interior da área, mas lateralmente, embora um pouquinho afastado, poderíamos estar aqui perante uma jogada de algum perigo, já inserido no ataque promissor. Mas é sobretudo o empurrar para destruir a jogada e para parar a jogada. Entre isto e a jogada de perigo que é cortada, ficou aqui um cartão amarelo para mostrar.

E ao minuto 45 mais três, pediam amarelo para William Gomes, mas o árbitro fez bem em não mostrar.

Sim, sem cartão amarelo. É um lance importante, o banco levantou-se, queria cartão amarelo, que seria o segundo, obviamente, daí também haver essa reclamação, mas para mim não há cartão amarelo. Primeiro pelo local da falta, que é muito junto à linha lateral, longe da área. Mas se um jogador for a progredir na direção da baliza, sem muitos adversários já pela frente, poderíamos ter sempre aqui também uma jogada de perigo. Não é o caso. E o Presteani faz uma coisa, ele vai a correr e volta para trás. Faz aquela reviravolta para trás, típica de quem dribla bem. E o William Gomes já não consegue parar o movimento e com a perna esquerda aberta acaba por tocar e arrastar. Para mim entra claramente só na imprudência, ou seja, não teve em atenção para com o adversário e é uma infração que resulta da finta do drible rápido de regressar para trás. Ao vir para trás, já não vais na ação da baliza, já não vais criar uma jogada de perigo. O local junto à linha neutral, longe da área, para mim, tudo situações que eu considero para livre direto, que foi assim lavado e sem cartão amarelo.

Temos depois, Pedro, ao minuto 52, já na segunda parte, o primeiro gol do Benfica e único neste jogo, já a jogar com 10, marcado por Ubah. Resta saber se tudo legal, até do ponto de vista do fora de jogo, porque aparece nas costas deles.

É por isso. É o momento, o Presteani para o Ubah, que depois dá ali meio de cabeça e meio de ombro na bola e que faz o gol, se eventualmente haveria um fora de jogo, pareceu logo que não na primeira imagem e depois percebe-se que é o próprio Martim Fernandes que está a acompanhar o movimento ou que devia estar a acompanhar o momento do Ubah, que acaba por colocar o Ubah em jogo e portanto tudo legal, sem fora de jogo.

Temos depois ao minuto 54, o segundo gol do Porto, quase de rajada, em resposta ao gol do Benfica, apontado por Frold. Resta saber se também tudo legal neste gol.

Também em relação ao fora de jogo, digamos que na construção da jogada, há um primeiro passe do Pablo Rosário a rasgar para o André Silva, que depois acaba por fazer a assistência para o gol, e é esse o momento que conta. E o Siricahti é o jogador que está a colocar o André Silva em jogo e portanto sem fora de jogo.

Temos ao minuto 62 uma reclamação de pênalti do Benfica na área do Porto, desta feita sobre o Rafa. O árbitro bem também em não marcar.

Sim, bem em não marcar. É um lance com o Kyor, o Rafa já chutou a bola, portanto a bola já não está lá. O Kyor fez ali um tackle deslizante e digamos que não para o seu movimento, mas o Rafa quando desembarança-se da bola também não para o movimento. E vai ele próprio, Rafa, com o pé esquerdo, virado a biqueira para baixo, a arrastar, a deslizar pelo solo. E é este contacto que é mútuo, no meu ponto de vista, que é o Rafa não para o movimento com o pé esquerdo e o Kyor está a fazer tackle. E é por isso que é o contacto do pé na perna ou da perna no pé. Portanto, digamos que o contacto é mútuo. O International Board, para estes lances em que muitas vezes há pênalti por entradas fora de tempo dos jogadores, sobretudo quando fazem os tackles e que não param o movimento e derrubam os adversários na área, disse uma coisa muito clara que é: para ser pênalti, quando a bola já não está lá, é preciso que a entrada seja mesmo a varrer, tipo uma entrada negligente. O jogador está parado, o outro não para o movimento e é aquilo que leva à frente. Se não for, e tem que ser negligente, não pode ser só imprudente, tem que ser mesmo negligente, que o VAR vá lá para ir buscar o pênalti. E neste caso concreto, o que se percebe é que o tackle é feito ligeiramente pela frente do Rafa e o contacto é também por esse movimento do Kyor, mas é muito também pelo arrastamento do pé esquerdo do Rafa que vai, no fundo, bater com a coxa do seu adversário, entenda-se Kyor. E portanto, para mim, sem pênalti e boa decisão.

Temos depois, Pedro, ao minuto 79, um amarelo para Wang Inbeom.

Inbeom.

Que marcou o gol, estreou-se a marcar hoje.

Melhor escrita. Eu acho que é I-N.

Não, é Inbeom, é o primeiro nome, eu disse Inbeom, mas é o primeiro nome que eu estou a morrer. É Wang Inbeom.

Pronto, então é esse, eu não coloquei, só pus Inbeom.

É Inbeom, que estreou a marcar para o Porto. E se calhar não é Wang, é melhor eu verificar

Falta tática. Ou seja, agarra e rasteira o Cheikhou Koulibaly quando ele está a fazer uma transição ofensiva. Objetivo: parar a jogada de contra-ataque do Benfica e, portanto, cartão amarelo bem mostrado.

E confirma-se, é mesmo Mwepu Imbeum. Continuamos nestes lances, Pedro. Temos ao minuto 88, já quase a chegar ao fim, um lance sem pênalti por braço de Seis. Ficaram a reclamar, a bola acabou por bater, foi visível, mas é daquelas que é de ressalto.

Exatamente. A bola vai ao pé do Pablo Rosari e sobe para o braço direito do Borja Saine. Além disso, o braço está esticado, mas ao lado do corpo, junto e encostado ao corpo, sem volumetria. Portanto, o facto de ser ressalto já elimina a hipótese de pênalti, porque quando vem de ressalto do próprio corpo para o braço ou de um colega ou de um adversário que está muito próximo, como é o caso, e vai ao braço, a não ser que o braço esteja numa posição muito estranha, à partida não é motivo para pontapé de pênalti. Portanto, o ressalto por si só já é um ato nuante. O facto de o braço estar completamente encostado ao corpo retira qualquer hipótese, mesmo que a bola viesse do adversário. Portanto, sem pênalti, boa decisão.

E para fechar os lances deste clássico, 93 minutos amarelos para Petar Jevtić, Bah e Tomás Araújo. Na tua opinião, Samu também devia ter visto amarelo, até porque foi ele quem acabou por, de alguma forma, começar esta troca de carinho.

O Bah e o Petar Jevtić é por empurrões mútuos ou comportamentos desportivos mútuos. O Tomás Araújo é porque foi protestar, mas quem começa é o Samu e o Samu tem uma mãozinha na cara de um adversário. Portanto, se mostras ao Lenglet, e bem, o segundo amarelo por uma mão também ao nível da cabeça/cara, tens que mostrar também aqui ao Samu pelo mesmo comportamento antidesportivo. E portanto, ficou amarelo para o Samu por mostrar neste lance.

E para finalizarmos este "Sem Falta", Pedro Henriques, que nota merece Miguel Nogueira neste Porto 3, Benfica 1?

Eu vou dar nota cinco. Para a parte positiva, vou dar a expulsão, que é claramente correta, ou seja, os dois amarelos, e o lance que se calhar está aí mais a circular, que é o tal minuto cinco, que para mim, sendo só amarelo, não havia expulsão para o Gabri Veiga, pela tal falta sob o Alexander Bah. Portanto, para mim, estas duas decisões são muito relevantes e importantes para o jogo. Onde é que eu baixo a nota? Na irregularidade da mostragem da parte disciplinar. E ainda por cima, na minha opinião, obviamente, há três cartões amarelos que ficam por mostrar aos jogadores do Futebol Clube do Porto, por ordem: ao Alberto Costa, ao Chior e ao Samu. Portanto, em um jogo com oito amarelos, em que foram três mostrados ao Futebol Clube do Porto e cinco ao Benfica, um vermelho, 29 faltas, o principal, para mim, bem decidido, mas estes três cartões amarelos, que ficaram, entre aspas, "no bolso", foram decisões menos corretas. E isso torna a arbitragem, sob o ponto de vista disciplinar, por causa destes amarelos, irregular. Não acho que isso tenha impacto, obviamente, no jogo, naquilo que é a decisão do jogo. Dir-me-ão sempre: "Ah, mas um amarelo que depois não é mostrado, o jogador ganha moral, se calhar já até amarelo mostra o tipo de agressividade". É um fato, mas não estamos a falar propriamente de situações de vermelho, de pênaltis, de gols irregulares ou com faltas ou com fora de jogo. Estamos a falar de lances que são relevantes para o jogo, mas não são de impacto direto. E por isso eu dou nota positiva, nota baixa, nota cinco, com estas duas notas principais: expulsão correta e, para mim, só amarelo no tal lance ao minuto cinco. E ficaram três amarelos por mostrar, neste caso, aos jogadores do Futebol Clube do Porto. Nota cinco.

Está feito o "Sem Falta". O primeiro clássico do ano teve pano para mangas. Pedro Henriques, estamos de regresso. Agora com compromissos internacionais. Também não vai faltar "Sem Falta". Um grande abraço. E vamos também sempre ouvindo o Pedro Henriques, com notas de 0 a 20, aos protagonistas do dia no mundo desporto em sede. E o campeão é Pedro. Um bom descanso.