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Está no ar o Sem Falta, o programa de análise do Pedro Henriques. Nesta edição vamos analisar o trabalho de Cláudio Pereira no jogo entre Santa Clara e Benfica. As Águias venceram nos Açores por 2 x 1. Jogo com muitas faltas, 30. Jogo com muitos cartões e com dois vermelhos já para lá dos 90 minutos. Pedro Henriques, já lá vamos a esses vermelhos. Vamos lance a lance. Começamos na primeira parte, aos oito minutos, ao primeiro cartão amarelo, é para Bah, do Benfica.

Sim, cartão amarelo bem mostrado. Abraçou e agarrou o Brenner quando ele fugia pelo corredor esquerdo, da forma como atacava o Santa Clara. E o árbitro começou aqui com critério apertado, mas justo, que se manteve ao longo de todo o jogo no que diz respeito aos agarrões. Cartão amarelo bem mostrado.

Vamos ao minuto 10. Há um cartão amarelo, nesse caso, para o treinador do Benfica, Marco Silva.

Não colocámos aqui todas as situações de outros elementos que também acabam por ser advertidos ou expulsos. Não conseguimos controlar isso tudo. Vamos aos principais protagonistas e sempre que um treinador principal é advertido ou expulso, nós colocamos aqui. O Marco Silva protestou e o árbitro mostrou-lhe cartão amarelo.

Seguimos nesses lances. Ao minuto 30, a grande penalidade que depois vai dar golo do Santa Clara.

Um dos momentos mais importantes em termos de decisão de arbitragem, pelo resultado, porque é um golo e houve três. E este pontapé de pênalti é bem assinalado. Na altura ficámos com dúvidas se seria no Dalot ou no Lenglet, que aparentemente também teria levado uma bola no braço. É uma bola de pontapé de canto, mas o pênalti, que é bem assinalado, é exatamente em relação ao Dalot. O Dalot não cabeceia a bola, falhou a sua interceção e acaba por tocar na bola com a sua mão direita. Tem o braço completamente para trás, afastado do plano do corpo, a tal volumetria extra, posição não natural, e acaba por isso por tocar a bola com a mão. E a própria lei vai falando em alguns aspetos que dizem uma coisa como isto: quando colocas a mão ou o braço numa posição que possa estar com a tal volumetria fora do plano do corpo, colocas-te sempre a jeito de que, se a bola te tocar, sejas penalizado. É novo, não é novo de hoje, mas é dos últimos anos, de entendimento em relação a esta questão das mãos, que foi mais experienciado com a questão da visualização televisiva, em que aparece mais vezes e com mais facilidade essa observação. E por isso, à luz das leis e daquilo que é a interpretação atual, pontapé de pênalti bem assinalado.

Vamos ao minuto 34, situação de possível pênalti sobre Tiago Ribeiro. O que dizes deste lance?

Era um lance em que jogadores do Benfica e jogadores do Santa Clara estavam a pedir. Isto é na área do Santa Clara, é bom referir isso. Fica toda a gente a pedir mão. O Santa Clara a pedir mão ao Palhinha e os jogadores do Benfica a pedir mão do Tiago Ribeiro. Se o Tiago Ribeiro, que estava em posição defensiva na sua área, tocasse a bola com a mão, se aquele braço que tocou na bola fosse o dele, era pontapé de pênalti. Mas não, quem tocou foi quem está a atacar, foi o João Palhinha. E foi isso que o árbitro assinalou. O João Palhinha tocou a bola com a mão. Como os dois braços estão entrelaçados e colados, Tiago Ribeiro e Palhinha, ficou-se na dúvida quem teria tocado. E portanto, a infração existe, é para ser penalizada. Se fosse Tiago Ribeiro, seria pênalti, mas foi o Palhinha, em situação atacante e, portanto, bem decidido por parte do árbitro. A falta era atacante e foi isso que ele assinalou.

Falta a favor do Santa Clara. Minuto 35, cartão amarelo para um homem do Santa Clara.

Sim, Manuel Moreira viu o cartão amarelo de forma correta por agarrar o Rafa Silva. Mais um agarrão, foram quatro ou cinco destes. Não tem qualquer interesse em jogar a bola, apenas no intuito de parar a jogada e destruí-la, e por isso foi bem advertido.

Há outro aos 40 para Pacheco.

Exatamente. Com ambas as mãos, agarrou pela cintura Pavlidis, impediu a sua progressão, aqui até numa zona mais central, já próximo da área do Santa Clara, e uma vez mais, dentro do critério dos agarrões, o árbitro mostrou bem o cartão amarelo.

Entramos na segunda parte. Ao minuto 48, um lance a envolver Brenner, o atacante do Santa Clara, em que consideras que faltou aqui um cartão amarelo.

Certo. Houve tantos, não é? Houve nove, mas este realmente é uma daquelas que não tem gestão. Era aquele lance que até, se bem te recordas, o nosso comentador afeto ao Benfica, o João Pinto, até fez "ui" e depois retificou. Sofreu as dores do Alexander Bah. E realmente é a tal situação, o Brenner tem uma entrada fora de tempo e com o pé direito de cima para baixo, sólido, com os pitões, pisa mesmo o peito do pé do Bah. É uma entrada negligente, que era merecedora de cartão amarelo, que ficou por mostrar.

Vamos seguir, esse ficou por mostrar. Vamos ao minuto 59, a um que não ficou por mostrar, Pavlidis. O árbitro deu mesmo amarelo.

Mão esquerda, agarra, puxa e faz cair o Fernando com o propósito de parar e destruir a jogada. Aqui até se pode considerar uma falta tática, mas mais um agarrão penalizado com cartão amarelo.

Seguimos para o que acontece no minuto 64. Pede-se pênalti novamente, neste caso sobre Bah. O que tens a dizer sobre este lance?

É aquele lance em que, também foi curioso, o Benfica pede pênalti de Lucas Soares, supostamente o braço a se ter acertado na cara ou peito do Bah. Os jogadores do Santa Clara pedem cartão amarelo ao Bah por simulação. E estamos aqui no meio-termo. Não há pênalti e, para mim, não há simulação. Eu vou para o meio. Não há pênalti porque realmente o Lucas Soares tem um contacto ligeiro e completamente inconsequente, ou seja, está colado ao Bah. Não é aquela situação em que tu rodas e vens com o braço aberto e acertas na cara. Não, está mesmo colado, o braço está mesmo junto. E é naquele movimento em que um está a marcar ou estão ambos a marcar-se um ao outro, que há esse contacto. Ponto. Não há pênalti, contacto ligeiro, inconsequente, não é aquelas mãozadas para trás que acertam na cara dos adversários. Nada disso. Ponto número um. Ponto número dois: é lógico que o jogador, neste caso o Bah, de alguma maneira tenta tirar partido daquele contacto. Agora, dizer que é uma simulação, que se manda para o chão porque sente o contacto e quer ganhar o pênalti, é também muito exagerado. E eu, nestas situações de contacto, em que há realmente uma parte física de um jogador a tocar com a outra, tenho sempre muita dificuldade, não quer dizer que não aconteça de vez em quando, em dizer que o jogador simulou, porque está lá o contacto. Para mim, a simulação clara é quando não sofre qualquer tipo de contacto e projeta-se claramente para o solo. Aqui há esse contacto, sabemos que tenta tirar partido ou proveito, mas não é aquela simulação clara e evidente. E eu acho que o árbitro fez bem, que nem assinalou pênalti, nem assinalou a simulação, deixou a bola seguir e a bola saiu pela linha de baliza, passou de um pontapé de canto para um pontapé de baliza e esta, para mim, foi a decisão correta.

Portanto, boa decisão de Cláudio Pereira. Minuto 68, há golo do Benfica, tudo legal.

Exato. E é o segundo golo, e é um golo importante, porque é com isso que o Benfica ganha. O golo é de Prestianni. Aqui a questão estava no Lukebakio, se ele teria tocado a bola com o braço direito. Aliás, o Petit, eu por acaso não coloquei aí, mas também foi advertido no banco e por ser treinador também é importante colocar. Mas como estava aqui neste do minuto 68, acabei por não colocar nos elementos que mandei para ti. Mas isso para dizer o quê? Que realmente o Lukebakio toca na bola, mas com o ombro direito. E é fácil, nós quando olhamos aquilo diretamente, em movimento corrido, fica a ideia que poderia ter ajeitado a bola com o braço direito, porque há uma ilusão da bola. Imagina a bola no ar, o braço direito esticado e parece que a bola vai mesmo ao centro do bíceps, mas depois percebe-se pela imagem que nesse momento a bola ainda não tocou. E quando efetivamente toca, e paramos a imagem no momento em que contacta com o corpo, é no ombro do Lukebakio, claramente no ombro. E portanto, eu relembro que o braço, para a lei do jogo, está dividido em zona verde e zona vermelha, o que significa que zona verde é o sítio onde pode contactar, zona vermelha não. E a lei diz qualquer coisa como isto, na lei 12, que é o final da axila, que depois projetamos para o braço, que digamos, faz a fronteira entre a parte superior do braço e o limite inferior da axila. Digamos que o final da axila é que faz a fronteira entre aquilo que para cima é o ombro e zona verde, e para baixo é a zona vermelha. E claramente que esta bola bateu ou foi tocada ou jogada pelo Lukebakio pelo ombro. E, portanto, na sequência, ou seja, na construção da jogada e no golo do Prestianni, tudo legal e o segundo golo do Benfica, legal.

Mão, braço, falta, ombro, tudo legal. Minuto 74, cartão amarelo para Fredrik Aursnes.

Sim, foi bem advertido com o braço direito. Aqui não é bem um agarrar, mas é um travar. Ou seja, não é aquele agarrar ostensivo, mas é colocar a mão à frente do peito do Vinicius Lopes, quando ele ia a fugir pelo corredor esquerdo, já no meio-campo do Benfica, e ele consegue com esse braço retardar o movimento e parar uma jogada com algum perigo, com alguma velocidade pelo corredor esquerdo. Ali direto cartão amarelo.

Vamos para o minuto 88, já nos estamos a aproximar do fim. Há aqui vários amarelos. Este é ao minuto 88, um cartão amarelo para Dalot.

Não tirei qual foi o adversário que tirou, foi o 20 e qualquer coisa da equipe adversária, acabei por não tirar, ainda estou aqui a aliviar o resto. Mas é um cartão amarelo porque o Dalot junto à linha lateral, neste caso, o Benfica, corredor esquerdo, portanto, corredor direito do ataque dos encarnados, também de forma evidente e ostensiva agarra o adversário. Mais um agarrão bem penalizado com o respectivo cartão amarelo.

Aos 89, é Duran e Romão que estão ali numa situação que dá amarelo para os dois.

Sim, o Duran, depois não é muito evidente a repetição. O Romão é claramente por tirar de esforço da situação. O Duran é porque dá medida que dá um chega para lá, dá um complemento antidesportivo. Eu coloco estes dois amarelos nos complementos desportivos, o Duran porque empurra o adversário, portanto torna-se que exilente naquele lance, e o Romão porque vai tirar de esforço essa situação, e por isso os dois são bem advertidos.

Vamos então para o minuto 93. Há um cartão amarelo para Vasconcelos e aqui levantou-se uma dúvida, porque ficámos durante a emissão a discutir se seria vermelho ou não, porque Scheldrup iria para a baliza praticamente isolado, mas havia mais jogadores na jogada. E é aqui que pode estar a chave para a análise deste lance, certo, Pedro?

Sim, exatamente. A questão aqui que se coloca, e até porque estamos muito presentes com o lance que aconteceu com o Mbili, é assim, é isso que eu estou a dizer. Agora o lance recente do Futebol Clube do Porto, em que foi expulso e mal, atenção, e numa situação que até é bem mais atrás. Ou seja, este lance que ocorre aqui sobre o Scheldrup, com o Vasconcelos. O Vasconcelos rasteira o Scheldrup, é um lance que ocorre até mais próximo da área. Mas vamos lá, uma vez mais, de forma muito rápida. Há aqueles quatro fatores que para ser cartão vermelho tem que existir. Se o jogador leva a bola controlada, leva. Se o jogador vai na direção geral da jogada, se vai em direção da baliza, sim, e o próprio local da falta, aqui, tanto este lance como aquele do Porto, é muito mais próximo da linha lateral do que na zona central, o que significa que se houver jogadores pelo corredor central que estejam lateralizados ou mais à frente, nós consideramos em termos de lei que eles podem sempre intervir no lance, e aqui falta esse tal fator. E é isso que acontece, é que o Vasconcelos rasteira. A questão era se era uma clara oportunidade de golo em relação ao Scheldrup. E nós percebemos que há um jogador um bocadinho mais recuado, que é o 22, nem tirei aqui o número, mas o 21, esse é que é o mais importante, que é o Manuel Fernandes, está à frente e colocado na zona central. E portanto, claro que o conto aumenta a infração e quando ele é rasteirado e a jogada morre ali, percebe-se claramente que o Manuel Fernandes estava numa posição de intervenção, ou seja, vai a correr, vai mais na frente, vai à mesma velocidade e pode intervir. E portanto, o tal fator de o jogador ir isolado e não haver nenhum outro defensor, para além do que faz a falta, poder intervir, não se verifica, nem aqui, nem no jogo do Porto. E por isso é que aqui a decisão do cartão amarelo é correta. Percebo que agora a malta vem para a internet colocar os dois lances, mas as pessoas têm que perceber uma coisa: não se pode limpar um erro com outro erro. Portanto, esta foi a decisão correta. O incorreto foi a expulsão ao Mbili no jogo do Futebol Clube do Porto. Esse é que é o erro, esta foi a decisão correta. Aqui é um ataque promissor, não é uma clara oportunidade de golo e por isso foi bem advertido o Vasconcelos.

O jogo terminou com essa vitória do Benfica e logo após o apito final Confusão no centro do relvado. Torna-se habitual quando os jogos são bem disputados, podemos dizer isso, mas de facto é uma situação que já vinha desse minuto 89, esse cartão amarelo entre Durão e Romão, é entre eles que depois há essa confusão no final do jogo e saem vermelhos do bolso de Cláudio Pereira. O que tens a dizer sobre toda essa situação?

Eu, vermelho, sei que em termos de jogadores, que é o mais importante, eu acho que o único que foi expulso foi mesmo o Durão. Depois os outros vermelhos não terão sido para jogadores. Não tenho a certeza ainda, tenho estado a tentar pesquisar em sites e depois também cruzar com a informação, que essa é a mais importante da liga. A certeza que eu tenho é que o Durão viu o cartão vermelho. Primeiro lugar, relembrar às pessoas que os cartões vermelhos cumprem-se sempre nos jogos seguintes das competições internas e, portanto, a próxima competição é a Taça da Liga e, portanto, o Durão se levar só um jogo, e eu penso que sim, a ser um só jogo, será aí. Ponto número um. Quando é a acumulação de cartões amarelos é que tem que ser na mesma competição. Segunda questão, pelas imagens, porque depois o Marco Silva falou muito nisso para a Sport TV, lançou o desafio à Sport TV, ponham as imagens todas em direto, para depois não virem câmaras que vêm das bancadas, etc. Pelas imagens que foram transmitidas, há uma certeza que eu tenho. Fisicamente, no sentido de gestos, de atos, o Durão, daquilo que nós vimos, não fez nada. Não vi o Durão empurrar ninguém, nem agredir ninguém, nem agarrar só pescoço de ninguém, nada. O que eu vejo é o Durão envolvido em diálogo, em conversa com o árbitro. E dessa conversa, algo terá sido eventualmente dito que despertou uma raiva incrível por parte dos jogadores, que queriam mesmo ter com ele e depois aí gerou mais confusão. Portanto, deduzo, só o relatório do árbitro é que poderá dizer o que é que aconteceu, que o árbitro irá eventualmente escrever para justificar a expulsão do Durão, qualquer coisa que tenha a ver com palavras, ou seja, linguagem injuriosa, ofensiva ou grosseira, que terá dirigido aos seus adversários. Deduzo que seja por aí, porque fisicamente, coisas físicas, dos tais agarrões, empurrões, agressões, etc, não há nenhuma imagem que se veja e a Sport TV esteve sempre focada ali, portanto acho que é impossível haver outras imagens, digo eu, que mostrem outra coisa qualquer. Portanto, vamos aguardar pelo relatório do árbitro, que vai ser decisivo para não só perceber o que é que aconteceu, pelo menos na ótica do árbitro, e para o castigo que possa vir a ser aplicado.

Vamos falar de Cláudio Pereira, da equipa de arbitragem que liderou. Assistentes eram Tiago Costa, Jorge Fernandes, quarto árbitro Sérgio Guelho, Rui Soares, o VAR e a VAR de Márcio Azevedo. Que nota para esta equipa?

Olha, eu vou dar nota seis, não dou sete. Houve ali um tal cartão amarelo que não foi bem mostrado e depois é assim, o árbitro obviamente não tem culpa de ter mostrado muitos cartões, todos eles até foram bem exibidos. A questão que se coloca muitas vezes é o critério que tu apertas ou alargas e a maneira como consegues ou não gerir e acalmar e tranquilizar os jogadores. E aí há também um mérito ou demérito dos árbitros. Claro que se os jogadores não quiserem, não há árbitro nenhum que resista, mas um árbitro que tenha a capacidade de controlar o jogo e os jogadores, muitas vezes pela maneira como arbitra, como fala com os jogadores, às vezes leva um pouquinho essa tranquilidade, essa calma. Faltou aqui qualquer coisa para que talvez o jogo não tenha ido para este campo, para este patamar. Responsabilidade clara, maior, naturalmente, dos jogadores, foram eles que fizeram as faltas, alguma também da equipa de arbitragem. De qualquer maneira, nota positiva. Eu acho que há dois momentos que são para mim fundamentais. O penálti, porque dá um a zero, o segundo gol do Benfica, que se reclamou que teria sido irregular e, portanto, o penálti contra o Benfica foi bem assinalado, foi do Santa Clara. O segundo gol não há abraço do Lukebakio e, portanto, o gol do Prestianni é legal. E estes dois, para mim, são os momentos mais relevantes e importantes porque têm impacto. E depois esta questão, embora já perto do fim, que nós estivemos aqui a analisar, do cartão amarelo mostrado ao Vasconcelos. Já estávamos numa parte final, o árbitro tinha dado cinco minutos, foi ao minuto 90 mais três. Porventura, já teria pouco impacto para o jogo, digo eu, mas de qualquer maneira, até porque o Benfica estava a ganhar e ficaria com mais um, para dizer que essa decisão, até por oposição daquilo que aconteceu no jogo do Porto, foi uma boa decisão. E por isso vou dar nota positiva, nota seis, com o tal senão de não dar o sete exatamente pelo amarelo e por alguma forma de gestão do jogo que, podendo ser diferente, podia ter conduzido os jogadores para um patamar de maior tranquilidade. De qualquer maneira, nota positiva, nota seis.

Fica uma boa arbitragem de Cláudio Pereira no final deste Santa Clara x Benfica. Pedro Henriques, obrigado, um abraço.

Um abraço, até amanhã.