Fogo de Pedrógão Grande

Debate quinzenal é hoje com os fogos florestais na agenda

O Bloco de Esquerda e "Os Verdes" levam o tema dos incêndios florestais ao debate quinzenal desta quarta-feira. Este debate é o primeiro de três em que o tema dos fogos estará em foco, esta semana.

Esta quarta-feira será o PSD a abrir o debate quinzenal

PAULO NOVAIS/LUSA

O Bloco de Esquerda (BE) e “Os Verdes” levam o tema dos incêndios florestais da semana passada ao debate quinzenal com o primeiro-ministro, na Assembleia da República.

O BE, segundo fonte bloquista, abordará “a prevenção e combate aos incêndios e a necessidade de encontrar compromissos para a política florestal, combatendo a formação de manchas contínuas de eucalipto e garantindo o controlo do Estado sobre terras abandonadas”.

Fontes do PEV disseram à Lusa que a questão dos incêndios de Pedrógão Grande, que fizeram 64 mortos, é um tema incontornável na discussão com António Costa.

Este debate quinzenal é o primeiro de três em que o tema dos fogos estará em foco, esta semana, na Assembleia da República.

Na quinta-feira, o PSD agendou um debate sobre segurança, proteção e assistência às pessoas no incêndio de Pedrógão Grande e a semana de debates parlamentares termina na sexta-feira de manhã com uma interpelação dos Verdes sobre a floresta e desertificação do mundo rural.

Esta quarta-feira será o PSD a abrir o debate quinzenal, com uma ronda de perguntas ao chefe do Governo, seguindo-se PS, Bloco de Esquerda, CDS-PP, PCP, PEV e Partido Pessoas, Animais e Natureza (PAN).

Todos os partidos comunicaram, por antecipação, que pretendem abordar temas sociais e económicos, sendo o PEV o único, como é habitual, a colocar temas ambientais. O BE acrescentou também temas de política internacional.

Os incêndios que deflagraram na região centro, há uma semana, provocaram 64 mortos e mais de 200 feridos, consumiram 53 mil hectares e só foram dados como extintos no sábado.

O último debate quinzenal foi a 8 de junho. O tema escolhido pelo Governo foi a educação, os parceiros do PS à esquerda pressionaram o primeiro-ministro para acabar com a “vergonha nacional” das rendas excessivas na energia, mas de António Costa só ouviram que admite renegociar.

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