Depois de conhecida a lista de edifícios que têm amianto, material considerado perigoso, o Governo quer afastar o “alarme” nas pessoas, mas as soluções quanto à remoção do amianto dos edifícios públicos vai ficar, não nas mãos do Governo, mas dos técnicos.

O ministro-adjunto e do Desenvolvimento Regional, Miguel Poiares Maduro, que ficou responsável pela recolha de informação e pela equipa técnica de monitorização dos edifícios, remeteu para os técnicos a resolução e monitorização dos edifícios, mas quis recusar alarmismos: “Não temos de lançar alarme nas pessoas”, disse aos jornalistas durante uma visita a uma praia fluvial no concelho de Pampilhosa da Serra.

Aos jornalistas, Poiares Maduro deixou ainda uma palavra de apreço por Carlos Moedas, que foi indicado pelo primeiro-ministro para comissário europeu: “É uma ótima escolha, extremamente competente e muito trabalhador”.