O gabinete de estatísticas das comunidades europeias, o Eurostat, confirmou hoje a primeira estimativa para o crescimento da economia no segundo trimestre do ano avançada pelo INE  a 14 de agosto, que dava conta de um crescimento de 0,6% do PIB em comparação com o primeiro trimestre do ano, altura em que tinha sofrido uma quebra de 0,6%.

Os dados do Eurostat, com a segunda estimativa para a evolução da economia na zona euro e na União Europeia a 28, também confirma a notícias negativas que tinham sido conhecidas nessas altura para as maiores economias da zona euro: a economia alemã, a maior da zona euro, sofreu uma quebra de 0,2% no seu PIB, tal como a Itália, face ao primeiro trimestre deste ano.

Já a França, segunda maior economia do bloco que partilha a moeda única europeia, estagnou neste segundo trimestre, o que já tinha acontecido no primeiro.

O resultado é a estagnação da economia da zona euro e o crescimento de apenas 0,2% da média dos países que compõem a União Europeia, e que os dados se encontram disponíveis (a Irlanda e o Luxemburgo ainda não têm dados disponíveis).

(Documento do Eurostat em anexo à notícia.)

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