A carta anónima – uma folha A4 de uma impressora eletrónica – que deu origem ao inquérito aberto para apurar se o primeiro-ministro, Pedro Passos Coelho, recebeu dinheiro da Tecnoforma chegou à Procuradoria Geral da República a 2 de junho. Foi enviada um dia depois para o Departamento Central de Investigação e Acção Penal onde corre uma investigação à atividade daquela empresa.

No final do mês, o procurador a quem foi atribuído o processo pediu informações sobre o caso. O processo acabou arquivado porque os factos que configurariam crime estão prescritos.

O Observador transcreve essa denúncia na íntegra como documento que ajuda a perceber os termos da polémica das últimas semanas.