Michael Schumacher voltará a ter “uma vida relativamente normal”. E será em breve. Dez meses após o heptacampeão mundial de Fórmula 1 sofrer um traumatismo craniano numa queda de esqui, Jean Todt, o presidente da Federação Internacional Automóvel (FIA), disse esta terça-feira que o estado de saúde do alemão “melhorou”. E, pelos vistos, melhorou muito.

O francês, que chegou a trabalhar com Schumacher na Ferrari — escuderia que o germânico serviu entre 1996 e 2006 –, revelou que foi esta semana visitar Schumacher a Grand, perto de Genebra, na Suíça, à residência onde o ex-piloto se encontra a recuperar desde 9 de setembro. Nesse dia, recorde-se, Michael Schumacher abandonou o Centro Universitário Hospitalar de Vaud, em Lausana.

Após a visita, Jean Todt sublinhou à RTL, uma estação televisiva belga, que o alemão “está a lutar” e a “sua condição melhorou”, antes de desvendar que é possível “supor” que Schumacher “será capaz de levar uma vida relativamente normal num futuro próximo”.

O ex-diretor geral da equipa de Fórmula 1 da Ferrari, de 1993 a 2007, contudo, suspeitou que, “provavelmente”, Michael Schumacher “não voltará a conduzir um monolugar da Fórmula 1”. O piloto, hoje com 45 anos, foi campeão mundial da modalidade por sete vezes: em 1994 e 1995 e, depois, consecutivamente entre 2000 e 2004.