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“Definitivamente não temos capacidade de resposta no terreno, especificamente por parte da comunidade internacional, para derrotarmos esta doença”, disse Tony Banbury, diretor da missão da ONU para combater o ébola na África Ocidental, em entrevista à BBC. O enviado da ONU diz que a situação na Libéria está a melhorar, mas que ainda há cidades e aldeias que “não têm qualquer tipo de ajuda”.

O objetivo da ONU, de conseguir ter camas de hospital, ou seja, capacidade de internamento, para 70% dos infetados está quase a ser atingido, assim como conseguir que 70% das vítimas mortais tenham funerais que impeçam a propagação da doença. No entanto, Tony Banbury diz que o objetivo é sempre conseguir os 100% e que a doença “ainda é uma crise em muito sítios”.

Apesar de afirmar que o esforço está a ir “no caminho certo”, Banbury não dá datas certa sobre o fim da epidemia. “Seguramente não serão anos, mas não consigo prever. Para mim, existir um caso significa que a doença ainda é prevalente”, disse à BBC.

O ébola já fez 4.818 vítimas em todo o mundo, com grande prevalência em África.

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