Segundo as mesmas fontes, a vítima morreu a caminho do hospital, em resultado dos ferimentos sofridos. Os autores do atentado lograram escapar, tendo a polícia aberto uma investigação.
O porta-voz talibã Zabihullah Mujahid reivindicou o atentado, afirmando que esta ação integra os ataques planeados contra “importantes objetivos do inimigo”.
Em junho de 2013, 17 pessoas morreram e dezenas de outras ficaram feridas após um ataque suicida com um carro-bomba contra funcionários do Supremo tribunal, numa ação também reivindicada pelos talibãs.
O conflito no Afeganistão é um dos cenários mais sangrentos da atualidade, depois da intervenção dos Estados Unidos que levou à queda do regime talibã há cerca de 13 anos.
Os Estados Unidos preveem manter cerca de 10 mil soldados naquele território até 2024 e a Aliança Atlântica (NATO) entre três a quatro mil militares, estando ainda previstas diversas ações de formação, aconselhamento e equipamentos das tropas afegãs.