830kWh poupados com a
i

A opção Dark Mode permite-lhe poupar até 30% de bateria.

Reduza a sua pegada ecológica.
Saiba mais

Pagar ao Twitter para disseminar o ódio? Há quem o faça

Este artigo tem mais de 5 anos

Vários indivíduos conseguiram contornar as políticas da rede social e pagaram ao Twitter para promover mensagens de ódio e de incentivo à violência.

A rede social removeu as campanhas, assim que foram identificadas
i

A rede social removeu as campanhas, assim que foram identificadas

Oli Scarff/Getty Images

A rede social removeu as campanhas, assim que foram identificadas

Oli Scarff/Getty Images

A maioria das redes sociais vive da publicidade. É o caso do Twitter. As marcas e empresas pagam para que os seus tweets alcancem ainda mais gente. Pessoas comuns também o podem fazer. E, ao que parece, trolls também.

Segundo o site .Mic, esta quarta-feira um tweet patrocinado a implorar às pessoas transgénero para se suicidarem terá surgido na timeline de vários utilizadores da rede social.

A mensagem teve origem numa conta a parodiar Caitlin Roper, uma feminista australiana. Roper já reagiu na sua conta oficial: “Isto representa quão longe um homem pode ir para silenciar uma mulher”, escreveu.

PUB • CONTINUE A LER A SEGUIR

Apesar de o Twitter banir anúncios com conteúdo que incentive o ódio, a violência ou outros temas sensíveis, por alguma razão o tweet terá conseguido ultrapassar as barreiras impostas pelas políticas da rede social. O .Mic refere que esta é a terceira vez este mês que trolls — indivíduos que se dedicam a destabilizar discussões na internet e a provocar ou enfurecer outros utilizadores — conseguem pagar ao Twitter para disseminar mensagens do género.

Esta campanha em específico terá sido promovida por um utilizador anónimo do site “4chan”, uma plataforma irmã do fórum Reddit. Segundo o .Mic, o mesmo indivíduo também terá estado por detrás de uma outra campanha do género: uma conta a parodiar Josh Bornstein, colunista do The Guardian, patrocinou um tweet a incentivar o “extermínio” de árabes.

Ao que parece, é fácil promover conteúdo deste tipo no Twitter.troll responsável pela campanha terá pago aproximadamente 25 dólares (pouco mais de 20 euros) por cerca de 50 “engajamentos”, ou seja, menos de 5o cêntimos por retweet, resposta ou marcação do tweet como favorito.

Contactado por uma jornalista do site Gizmodo, um porta-voz da rede social afirmou que “o Twitter não permite a promoção de conteúdo odioso, incluindo discursos odiosos contra grupos com base na orientação sexual ou género”. Os responsáveis do Twitter “pararam a campanha” e “suspenderam” as contas responsáveis, assim que as mensagens foram identificadas.

 
Assine o Observador a partir de 0,18€/ dia

Não é só para chegar ao fim deste artigo:

  • Leitura sem limites, em qualquer dispositivo
  • Menos publicidade
  • Desconto na Academia Observador
  • Desconto na revista best-of
  • Newsletter exclusiva
  • Conversas com jornalistas exclusivas
  • Oferta de artigos
  • Participação nos comentários

Apoie agora o jornalismo independente

Ver planos

Oferta limitada

Já é assinante?
Apoio a cliente

Para continuar a ler assine o Observador
Apoie o jornalismo independente desde 0,18€/ dia
Ver planos
Já é assinante?
Apoio a cliente

Ofereça este artigo a um amigo

Enquanto assinante, tem para partilhar este mês.

A enviar artigo...

Artigo oferecido com sucesso

Ainda tem para partilhar este mês.

O seu amigo vai receber, nos próximos minutos, um e-mail com uma ligação para ler este artigo gratuitamente.

Ofereça artigos por mês ao ser assinante do Observador

Partilhe os seus artigos preferidos com os seus amigos.
Quem recebe só precisa de iniciar a sessão na conta Observador e poderá ler o artigo, mesmo que não seja assinante.

Este artigo foi-lhe oferecido pelo nosso assinante . Assine o Observador hoje, e tenha acesso ilimitado a todo o nosso conteúdo. Veja aqui as suas opções.

Atingiu o limite de artigos que pode oferecer

Já ofereceu artigos este mês.
A partir de 1 de poderá oferecer mais artigos aos seus amigos.

Aconteceu um erro

Por favor tente mais tarde.

Atenção

Para ler este artigo grátis, registe-se gratuitamente no Observador com o mesmo email com o qual recebeu esta oferta.

Caso já tenha uma conta, faça login aqui.

Apoie o jornalismo. Leia sem limites. Apoie o jornalismo. Leia sem limites.
Desde 0,18€/dia
Apoie o jornalismo. Leia sem limites.
Apoie o jornalismo. Leia sem limites. Desde 0,18€/dia
Em tempos de incerteza e mudanças rápidas, é essencial estar bem informado. Não deixe que as notícias passem ao seu lado – assine agora e tenha acesso ilimitado às histórias que moldam o nosso País.
Ver ofertas