Pelo menos setenta soldados egípcios e perto de duas dezenas de combatentes mortos é o resultado imediato da guerra aberta hoje pelo Estado Islâmico em pleno monte Sinai. É um ataque concertado à volta da cidade de Sheikh Zuweid nos montes Sinai, a poucos quilómetros da Faixa de Gaza. O exército egípcio despachou dois caças para a região de forma a reforçar o contingente militar presente.

Uma jornalista da Deutsche Welle, Naomi Conrad, afirma no Twitter que a batalha continua:

A BBC adianta que 39 combatentes fundamentalistas terão sido mortos, para além da destruição de três carrinhas preparadas com equipamento anti-aéreo. Este local tem sido a base dos fundamentalistas islâmicos desde que o presidente Morsi foi deposto há dois anos, momento em que começaram os ataques que terão morto mais de 600 militares e policiais.

E neste momento há partes da cidade sob controlo do EI, segundo se lê nas redes sociais:

O maior risco é o potencial de envolvimento dos israelitas, dada a proximidade da fronteira (menos de vinte quilómetros). Para intervir os israelitas terão de entrar no Egito, o que poderá destabilizar toda a região. Na Al-Jazeera aponta-se para a possibilidade de um ataque que dê o controlo de toda a região do Sinai para o estado Islâmico.