Apesar de ninguém (ou quase ninguém) ir de Rolex para a praia, há sempre o medo de ser roubado quando se vai à água, de ficar sem o telemóvel, sem a carteira ou até sem a roupa e os chinelos.

Por não conhecer uma solução viável para proteger os seus bens quando vai sozinho à praia, um jornalista do The New York Times resolveu recorrer à ajuda dos seus amigos no Facebook e pedir-lhes conselhos de como salvaguardar o que fica na toalha enquanto se refresca.

As respostas que obteve vão do estranho ao mais estranho ainda, mas quando a questão é a segurança, toda a estranheza é pouco. Numa altura em que, finalmente, o calor começa a apertar, se tem a mesma preocupação que o jornalista, experimente uma (ou todas) das cinco dicas que escolhemos.

  • Fazer um buraco na areia, colocar os pertences num saco, tapar o buraco e colocar a toalha por cima;
  • Meter tudo numa fralda limpa que com o peso das coisas vai parecer uma fralda usada e na qual ninguém vai querer tocar (avisámos que as dicas eram estranhas);
  • Pedir a quem esteja à sua volta que deite um olho às suas coisas;
  • Pedir a um nadador salvador que se certifique de que ninguém toca no que é seu – pode acabar por se revelar um conselho envenenado já que ninguém consegue controlar o que se passa no mar e em terra ao mesmo tempo;
  • Embrulhar tudo numa t-shirt e deixar a mochila aberta ao lado como se fosse um chamariz — desta forma, quando o ladrão for agarrar alguma coisa à pressa, vai agarrar no que não tem nada.

Dicas à parte, o melhor que tem a fazer é não levar para a praia nada de que não precise. O problema é que a lista de essenciais é cada vez maior e o telemóvel tornou-se tão indispensável que não levá-lo para o areal é quase como não levar fato de banho, por isso tente disfarçá-lo o melhor que conseguir para que não se torne atraente aos olhos de ladrões. Quem rouba na praia não perde tempo a procurar aquilo que quer e não quer, limita-se a agarrar o que está à mão e a ir embora. Por isso o melhor é enganá-los antes de ser enganado.