Trinta pessoas morreram em cinco meses da época balnear, divulgou hoje a Autoridade Marítima Nacional (AMN) num balanço que assinala ainda 1.418 salvamentos e 2.609 ações de primeiros socorros.
De acordo com os dados divulgados pela AMN, oito das mortes ocorreram durante setembro.
Entre 01 de maio e 30 de setembro, ocorreram 17 mortes por afogamento, quatro em praias marítimas vigiadas, oito em praias marítimas não vigiadas, duas em praias marítimas fora da época balnear, não vigiadas à data do acidente e três em zonas marítimas não vigiadas.
Por doença súbita ocorreram 12 mortes, seis em praias marítimas vigiadas, três em outras zonas marítimas não vigiadas e três em praias marítimas fora da época balnear, não vigiadas à data do acidente, apontou a AMN, que regista ainda uma morte por origem desconhecida que ocorreu numa praia marítima vigiada.
Por tipo de praia, ocorreram 11 mortes em praias marítimas vigiadas, 11 em praias marítimas não vigiadas, cinco em praias marítimas fora da época balnear (não vigiadas à data do acidente) e três em outras zonas marítimas não vigiadas.
[Annie está de volta a Havana. Apesar das relações privilegiadas com altas figuras do regime, quer viver como os cubanos, divertir-se como os cubanos e… sofrer como os cubanos. Mas continua a ser filha do diretor da PIDE. E Fernando Silva Pais e Armanda Palhota não estão dispostos a deixá-la passar tão facilmente para o lado do inimigo. Já pode ouvir o terceiro episódio de “Os Escândalos de uma Revolucionária”, o novo Podcast Plus do Observador. Está disponível no site do Observador, na Apple Podcasts, no Spotify e no YouTube.]