O ministro da Educação disse, esta sexta-feira, que apenas “um número reduzido de escolas” foi afetado pela greve de funcionários e considerou “claramente excessivo” o número de 2.000 funcionários em falta nas escolas apontado pelos sindicatos.

À margem da cerimónia de entrega dos Prémios de Investigação Ciências do Desporto COP / Fundação Millennium BCP 2016, que decorreu na reitoria da Universidade do Porto, o ministro da Educação, Tiago Brandão Rodrigues começou por afirmar que a greve, desta sexta-feira, é “um direito dos trabalhadores, naturalmente“.

Relativamente aos números, a indicação que temos é que há um número reduzido de escolas que viu a sua atividade letiva afetada”, acrescentou, não precisando quantas encerraram devido à paralisação dos funcionários escolares.

Questionado sobre os jornalistas relativamente aos números de funcionários em falta nas escolas apontados pelos sindicatos, que estimam uma carência de, no mínimo, 2.000 auxiliares, o ministro considerou o número “claramente excessivo”.