Rádio Observador

Bares

Sushi e cocktails nas alturas. Há um novo Sky Bar a Oriente

117

Cocktails de assinatura, sushi de fusão e "finger food" com vista para o Tejo. Depois da Avenida da Liberdade, o Tivoli Oriente já tem um Sky Bar, o segundo de Lisboa, no Parque das Nações.

Apesar da construção em altura, bares em rooftops foram coisa que nunca abundou na zona do Parque das Nações, em Lisboa. Depois de dois anos com o terraço a funcionar só para grupos, já o restaurante Oitava Colina tinha ido à vida, o Tivoli Oriente resolveu deitar mãos ao seu. Arejou-o, deixou-o ainda mais panorâmico e trocou as voltas a quem ainda tinha na memória o espaço anterior. O novo Sky Bar ainda está em soft opening mas a vista desafogada sobre o mar da palha está a funcionar em pleno. Ao manancial “instagramável” junta-se a carta, obviamente pensada para fazer subir, mas sobretudo para se demorar lá em cima.

Para já, o novo Sky Bar está a abrir às 17h, mas com a inauguração oficial, planeada para setembro, os clientes podem chegar a partir das 9h. O menu só podia estar à altura, dividido em três partes: petiscos, acepipes para partilhar (finger food, em bom estrangeiro) e sushi, o prato forte do novo rooftop do Parque das Nações. Neste capítulo, as estrelas são mesmo os combinados (60€ a 90€) que o sushiman de serviço compõe a seu bel-prazer.

Um dos combinados de sushi do Sky Bar Oriente. © João Porfírio/Observador

Não espere, por isso, repetir o sortido de peças à segunda visita, porque o mais provável é haver sempre qualquer coisa nunca antes provada. Numa ementa marcada pelo sushi de fusão, prepare-se também para as surpresas, do toque de maracujá no sashimi de salmão aos gunkans em que a folha de alga dá lugar a morangos frescos. As opções são de 30, 40 e 60 peças. No que toca aos snacks, a lista não é extensa, mas vai ficando elaborada. Começa com um simples guacamole com camarão (14€) e termina no ceviche, passando pelo torriscado de rosbife com parmesão (12€).

Partilhar é a palavra de ordem e não é só na comida. Não é à toa que mojitos, sangrias, caipirinhas e margaritas são servidos ao jarro (28€ a 40€), na dose certa para um brinde a quatro. Não gosta de repartir? É legítimo e também se safa. O Meet The Irish Jullep, um dos cocktails de assinatura, é dos tais para quem não aprecia bebidas demasiado doces. O whisky está lá, mas camuflado pelo gengibre e por licor de malagueta. Sky Sour, outro néctar pouco adocicado, cortado por citrinos. Se gostar deles docinhos, arrisque no Shinning Every Day. Além do nome que afaga o ego, é açúcar puro, com uma receita à base de Malibu, Pisang Ambon e ananás (todos a 13€).

Com uma boa dose de açúcar, o cocktail Shinning Every Day. © João Porfírio/Observador

A programação também é uma prioridade da casa. Numa zona cheia de escritórios e onde os momentos after work são antecipados para as 17h30/18h, a música é uma parte importante. Não tarda nada, os primeiros DJs vão ser anunciados, um chamariz para quem trabalha e mora nas imediações. Resumindo, o novo Sky bar cheira e sabe a verão, embora não seja só mais um terraço sazonal. As portas de vidro que, agora escancaradas, quase não separam o interior alcatifado do deck a céu aberto, fecham-se no inverno e deixam o espaço acolhedor. A vista do 16º andar, essa continua lá, faça chuva ou faça sol.

Nome: Sky Bar Oriente
Morada: Avenida D. João II, 27, 16º andar (Lisboa)
Telefone: 21 891 5100
Horário: Todos os dias, das 17h00 à 01h00 (abre às 09h.00 a partir de setembro)
Site: www.facebook.com/skybaroriente

Não queremos ser todos iguais, pois não?

Maio de 2014, nasceu o Observador. Junho de 2019, nasceu a Rádio Observador.

Há cinco anos poucos acreditavam que era possível criar um novo jornal de qualidade em Portugal, ainda por cima só online. Foi possível. Agora chegou a vez da rádio, de novo construída em moldes que rompem com as rotinas e os hábitos estabelecidos.

Nestes anos o caminho do Observador foi feito sem compromissos. Nunca sacrificámos a procura do máximo rigor no nosso jornalismo, tal como nunca abdicámos de uma feroz independência, sem concessões. Ao mesmo tempo não fomos na onda – o Observador quis ser diferente dos outros órgãos de informação, porque não queremos ser todos iguais, nem pensar todos da mesma maneira, pois não?

Fizemos este caminho passo a passo, contando com os nossos leitores, que todos os meses são mais. E, desde há pouco mais de um ano, com os leitores que são também nossos assinantes. Cada novo passo que damos depende deles, pelo que não temos outra forma de o dizer – se é leitor do Observador, se gosta do Observador, se sente falta do Observador, se acha que o Observador é necessário para que mais ar fresco circule no espaço público da nossa democracia, então dê o pequeno passo de fazer uma assinatura.

Não custa nada – ou custa muito pouco. É só escolher a modalidade de assinaturas Premium que mais lhe convier.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: mgoncalves@observador.pt
Maternidade

Como dói um sonho quando morre /premium

Eduardo Sá

Arrasta-se para o carro. Chora, finalmente. Grita. Geme. Não acredita que nada daquilo esteja a acontecer. E confronta-se com o absurdo de ter um útero a servir de urna quando, antes, ele era só o céu

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)