Futebol

Bruno de Carvalho suspenso seis meses na sequência do caso do túnel

249

Já saíram as decisões referentes ao caso do túnel de Alvalade: Bruno de Carvalho, presidente do Sporting, foi suspenso por seis meses, ao passo que o líder do Arouca, Carlos Pinho, levou 20 meses.

PATRICIA DE MELO MOREIRA/AFP/Getty Images

Tudo se passou a 6 de novembro de 2016. Falou-se, falou-se, falou-se mas só agora, 16 de agosto de 2017, houve uma decisão do Conselho de Disciplina da Federação: na sequência do tão famoso caso do túnel de Alvalade, onde houve uma altercação entre elementos do Sporting e do Arouca após a vitória dos leões por 3-0, a contar para a Primeira Liga, Bruno de Carvalho, presidente do conjunto verde e branco, foi suspenso por seis meses, ao passo que o homólogo arouquense, Carlos Pinho, levou um castigo de 20 meses com sanção pecuniária, segundo avançou a Sport TV.

Recorde-se que, a 27 de julho, a Comissão de Instrutores da Liga tinha acusado Carlos Pinho de seis infrações disciplinares no seguimento do caso, com uma pena acumulada entre 14 meses e nove anos. Em relação a Bruno de Carvalho, indigitado por lesão da honra e reputação pelo fumo do cigarro eletrónico, incorria numa pena entre dois meses e dois anos, que iria dobrar por ser reincidente.

Nesse mesmo despacho, a Comissão de Instrutores da Liga tinha colocado de parte a possibilidade de Bruno de Carvalho ter cuspido para Carlos Pinho, algo que poderá levar o líder dos leões a avançar com uma queixa-crime por difamação e lesão da honra e reputação.

Em termos práticos, o castigo acaba por não ter grandes consequências em termos práticos, porque Bruno de Carvalho já tinha decidido assistir a todos os jogos em Alvalade na tribuna e não ver os encontros fora de portas. “Esta decisão prende-se com a morosidade dos processos na justiça desportiva, que se entende terem contribuído para o denegrir do seu bom nome e o da instituição a que preside”, explicou o clube em comunicado.

Acrescia a esse motivo as “decisões, ou falta delas, em processos graves como os vouchers, os e-mails, os SMS” e ainda a “ausência de decisões em processos em que o próprio é visado sem razão e sem qualquer justificação, a demora na apreciação do recurso que foi interposto relativamente ao castigo de 180 dias que, entretanto, já foi cumprido, bem como as constantes alterações normativas que vão sendo produzidas”.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: broseiro@observador.pt
Eutanásia

Porque vou votar contra a eutanásia /premium

Inês Domingos

Vou votar contra porque acredito que a dignidade humana não se esgota com as nossas capacidades ou com o nosso estado de saúde. Para mim, a dignidade do ser humano persiste até ao último sopro. 

Congresso do PS

A caminho do bloco central? /premium

João Marques de Almeida

Costa quer lavar a imagem do PS perante o eleitorado e Rio é o melhor aliado para o fazer. Já Rio precisa de poder para se manter na liderança do PSD após 2019 e, como PM, Costa pode ajudar.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

1
Registo
2
Pagamento
Sucesso

Detalhes da assinatura

Esta assinatura permite o acesso ilimitado a todos os artigos do Observador na Web e nas Apps. Os assinantes podem aceder aos artigos Premium utilizando até 3 dispositivos por utilizador.

Só mais um passo

Confirme a sua conta

Para completar o seu registo, confirme a sua conta clicando no link do email que acabámos de lhe enviar. (Pode fechar esta janela.)