Sexo

Qual é a média de relações sexuais para cada idade? Este estudo explica

1.368

Há uma média de relações sexuais a ter consoante a idade? Investigadores argentinos mostram que sim e ainda apontam razões para a frequência da prática sexual consoante as diferentes faixas etárias.

Getty Images/iStockphoto

A idade é um fator determinante para a frequência das relações sexuais. Não há um valor exato para o número de relações, mas é possível determinar uma média recomendada, segundo um estudo argentino do Instituto Kinsey para a Investigação do Sexo, da Reprodução e de Género.

O estudo conclui que as relações sexuais são mais frequentes nos jovens. É nesta faixa etária que há maior frequência já que não existem fatores que condicionem essa prática sexual – como responsabilidades familiares, a debilidade física ou problemas de saúde.

Concluíram os investigadores que pessoas entre os 19 e 29 anos têm uma média de 112 encontros sexuais por ano, o que equivale a dois encontros por semana. Entre 29 e 39 anos, o número desce e fixa-se em 86 encontros por ano (cerca de 1,6 vezes por semana). Já no intervalo de idades de 39 e 49 anos, a média de relações cai para 69 por ano, quase metade relativamente à primeira faixa etária.

De acordo com as conclusões, contrair matrimónio é um fator essencial para a frequência da prática sexual. Isto porque, além de 34% dos casais admitir ter sexo entre duas a três vezes por semana, os investigadores comprovaram ainda que pessoas casadas ou comprometidas que têm sexo regularmente são mais felizes, o que acaba por não levar a uma necessidade tão frequente dessa prática. As conclusões determinaram ainda que o sexo é mais proveitoso em casais que têm relações quatro ou mais vezes por semana do que aqueles que praticam apenas uma vez nesse período.

Relativamente a esse “aproveitamento”, dizem os investigadores que são as mulheres mais velhas e comprometidas quem desfruta mais das relações, primeiro porque com a idade conhecem-se melhor a si próprias – e ao próprio casal – e porque, apesar de não o fazerem com tanta regularidade como quando eram mais jovens, a qualidade supera a quantidade.

Partilhe
Comente
Sugira
Proponha uma correção, sugira uma pista: observador@observador.pt
Identidade de Género

Uma lei perigosa

P. Gonçalo Portocarrero de Almada
984

Os suicídios de adultos que recorreram a tratamentos com hormonas do sexo oposto, ou se submeteram a cirurgias de mudanças de sexo, é 20 vezes superior ao normal.

Adolescentes

A adição à pornografia nos adolescentes

Pedro Afonso
158

A educação sexual tem sido baseada numa visão libertária, à moda dos anos 60, e em procurar diminuir os riscos associados às relações sexuais. Mas a sexualidade humana vai muito mais além disto.

Igreja Católica

O sexo e a Igreja

Paulo Tunhas

O pior mesmo é a ferocidade unanimista que aposta na ilegitimidade das crenças dos outros. A Igreja que converse consigo do que lhe interessa. Mal não nos vem a nós, e talvez algum bem lhe venha a ela

Futuro

Acessibilidade digital e valorização do interior

António Covas

Quando se fala do futuro próximo do interior é bom não esquecer que em 2030 a geração dos nativos digitais já terá pelo menos 30 anos e os ecossistemas digitais serão o quadro de atuação mais comum.

Liberalismo

Subir a Avenida da Liberdade no 25 de Abril

Sérgio Loureiro

Gostava mais se fôssemos subir a Avenida da Liberdade. Subir para chegar a um Portugal e uma Europa melhores. Subir para que a Liberdade seja individual e plena, e não apenas a tolerada pelo Estado.

Só mais um passo

Ligue-se agora via

Facebook Google

Não publicamos nada no seu perfil sem a sua autorização. Ao registar-se está a aceitar os Termos e Condições e a Política de Privacidade.

E tenha acesso a

  • Comentários - Dê a sua opinião e participe nos debates
  • Alertas - Siga os tópicos, autores e programas que quer acompanhar
  • Guardados - Guarde os artigos para ler mais tarde, sincronizado com a app
  • Histórico - Lista cronológica dos artigos que leu unificada entre app e site