Moçambique

Polícia moçambicana proíbe “manifestações ilegais” contra o homicídio de autarca

"Assistimos a uma tentativa de marcha ilegal, caracterizada por queima de pneus nas ruas", em Nampula, "mas esta tentativa foi debelada pela Polícia, porque é ilegal", disse o porta-voz da Polícia.

ANTÓNIO SILVA/LUSA

Autor
  • Agência Lusa

A Polícia moçambicana disse esta quinta-feira que proibiu “manifestações ilegais” em reação ao homicídio, na quarta-feira, do presidente do Conselho Municipal de Nampula, Mahamudo Amurane.

“Assistimos a uma tentativa de marcha ilegal, caracterizada por queima de pneus nas ruas”, em Nampula, “mas esta tentativa foi debelada pela Polícia, porque é ilegal”, disse o porta-voz da Polícia moçambicana, Inácio Dina.

O porta-voz da Polícia da República de Moçambique (PRM) falava durante uma conferência de imprensa, em Maputo.

Mahamudo Amurane, 44 anos, foi alvejado com três tiros por um desconhecido numa farmácia que lhe pertencia, no rés-do-chão da residência particular, em Nampula.

Uma reportagem do canal privado de televisão STV mostrou esta quinta-feira dezenas de pessoas amotinadas junto a edifícios públicos, com cartazes a exigir justiça depois da morte do autarca.

Inácio Dina disse que o problema não está na manifestação, mas sim no facto de as autoridades não terem sido informadas.

“Nós não proibimos as pessoas de se manifestarem, mas há normas que devem ser observadas”, frisou Inácio Dina, acrescentando que a polícia continua a trabalhar para o esclarecimento do crime.

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