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Ministério Público investiga caso de Ovar

Este artigo tem mais de 4 anos

PGR confirma investigação a negócios que ligam a câmara de Ovar a empresa de atual vereador. Inquérito surge de denúncia anónima que fala em esquema para financiar campanhas políticas.

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O financiamento de relvados sintéticos em Ovar, promovido pelo diretor de campanha de Rui Rio e presidente daquela câmara municipal, está a ser investigado pelo Ministério Público. Ao Observador, a Procuradoria-geral da República (PGR) confirma ter instaurado um inquérito para apurar eventuais crimes praticados por elementos ligados à câmara social-democrata e à estrutura local do PSD.

Diretor de campanha de Rio promoveu obras de 2,2 milhões que beneficiaram dirigente do PSD

“Confirma-se a receção de uma denúncia anónima, a qual deu origem a um inquérito”, diz fonte oficial da PGR. Ainda que o Ministério Público não concretize que matérias estão a ser investigadas nesse inquérito, o Observador sabe que estão em causa os negócios de 2,2 milhões de euros que envolvem o atual presidente da Câmara de Ovar e os clubes do concelho e que acabaram por beneficiar a Safina, empresa de Pedro Coelho, vereador na câmara desde as últimas eleições autárquicas.

[Veja no vídeo a investigação do Observador sobre este negócio e a reacção de Salvador Malheiro]

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Negócios que passam pelo financiamento da instalação de relvados sintéticos para os clubes e associações de Ovar, num total de oito obras que eram comparticipadas a 100% pela autarquia. “Este processo corre termos no Departamento de Investigação e Ação Penal de Aveiro, não tem arguidos constituídos e está em segredo de justiça”, acrescenta a PGR, em resposta ao Observador.

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A investigação do DIAP de Aveiro nasce de uma denúncia anónima apresentada nos últimos dias. O Observador sabe que, nesse documento, eram visados três elementos do PSD com responsabilidades na autarquia — dois quais participaram ativamente na campanha em que Rui Rio disputou a liderança com o PSD: Salvador Malheiro, presidente da câmara e diretor de campanha de Rio; Henrique Araújo, adjunto do presidente e homem de terreno na campanha; e Pedro Coelho, dono da Safina e vereador com o pelouro das Obras Municipais.

A mesma denúncia refere que os três elementos teriam montado um esquema para usar as obras nos clubes e associações do concelho de Ovar — e em concelhos vizinhos — como forma de financiamento de campanhas autárquicas e, também, partidárias (numa referência às diretas do PSD, que Rui Rio venceu).

Em reação à notícia do Observador em que se dá conta dos contratos-programa assinados entre a autarquia e os clubes e associações do concelho, Salvador Malheiro deixou a garantia de que está “para ficar”.

O líder da concelhia do CDS também reagiu à notícia, defendendo a intervenção do Ministério Publico.

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